Astrologia Empresarial e Astrologia Vocacional: ferramentas a mais para o sucesso

A quem se destina?

A prática do astrólogo especializado em Astrologia Empresarial e Vocacional focaliza-se no atendimento, orientação e planejamento para autônomos, micro, pequenos, médios e grandes empresários, funcionários de empresas, e colaboradores em home office . Outras ramificações são as ONG’s, as fundações, organizações sem fins lucrativos ou outros tipos de agrupamentos humanos em torno da geração de recursos e benefícios. Trata-se, enfim, de qualquer forma de organização que possua um setor administrativo e sua necessidade de planejamento. Falando nisso, o setor de empresa que mais tem a ganhar com o apoio dos conhecimentos astrológicos é o de Recursos Humanos.

Astrólogos no lugar do RH??!!

O astrólogo que trabalha com esta especialidade não tem a menor pretensão de tomar o lugar de qualquer tipo de profissional. O intento é apoiar os profissionais do ramo (que vão desde psicólogos a técnicos), tornando a Astrologia uma ferramenta em seu uso diário. Isso se estende ao administrador, ao gerente, ao funcionário, ao dono da empresa ou àqueles que pretendem, em algum momento, montar seu próprio negócio. Mais do que isso, a visão astrológica sobre a vocação e sobre a estrutura de uma empresa são igualmente importantes no processo de autoconhecimento, além de proverem mecanismos para melhoria das relações entre as pessoas de diferentes culturas que existem nas empresas de hoje.

O relacionamento do indivíduo com o meio no qual exerce suas funções é uma verdadeira escola e como tal pode converter-se em mais do que um aprendizado de procedimentos técnicos. A empresa pode funcionar como uma escola que visa inclusive o aperfeiçoamento do ser humano e a astrologia não é senão uma ferramenta capaz de facilitar esta integração entre o trabalho e a noção de humanidade. É o funcionário como indivíduo, a empresa, a sociedade como um todo e todas as entidades (coletivas ou indivíduos) com as quais as pessoas que entraram em contato com a prática desses mecanismos facilitadores que ganham. Não se pode descartar os benefícios que uma vida profissional saudável produz em todas as outras relações humanas e até na ecologia. Isso pode alastrar-se para as culturas e sistemas mais diversos em todas as partes do planeta, mesmo que de forma indireta, através de estratégias e medidas mais éticas, que visam o bem-estar de todos e não apenas do núcleo para onde os lucros convergem e são redistribuídos.

Para se ter sucesso é preciso dar passos e não saltos, começar pelo começo. As metas devem brilhar no horizonte para que nos encorajemos a atingi-las. O primeiro passo é aquele que inicia uma longa jornada até a meta. Em astrologia aprende-se que tudo se desenvolve em ciclos, que na natureza tudo é gradativo e, em grande parte, cumulativo. O ser humano é um ente natural, a despeito do quão possamos racionalizar e artificializar nossa própria vida.

Tudo se desenvolve

O ser humano é uma espécie muito interessante. É capaz de desenvolver qualquer coisa para que possa sobreviver num ambiente hostil, numa cultura diferente, num clima rigoroso ou em condições praticamente impossíveis para outras espécies do planeta. Somos dotados de um poder de adaptação formidável. Alguns talvez mais que os outros, mas de qualquer maneira isso é atributo humano. Independe de raça, sexo, idade ou credo. Sendo assim, qualquer pessoa pode desenvolver mecanismos internos e externos para desempenhar alguma atividade. A fórmula que define o desenvolvimento de capacidades consiste na seguinte somatória:

objetivo + esforço dosado + tempo disponível + dedicação + disciplina + coerência = talento, bom desempenho, satisfação, saúde, criatividade

O tempo disponível talvez seja o maior empecilho, sobretudo se falamos de alguém cujas oportunidades de vida foram parcas e cujo acesso à educação foi, por algum motivo, dificultado. É em casos como esses que se faz necessária a disponibilização de auxílios externos, na forma de projetos sociais, por exemplo. Ainda assim, o empenho individual e a fé nos objetivos é imprescindível para que algum grau de melhoria possa ser alcançado. Apesar disso, em todos os casos, reservar ao menos 30 minutos ao dia para o desenvolvimento de uma capacidade pode fazer a grande diferença entre um dia a dia insatisfatório e uma participação mais ativa e criativa no trabalho. É a diferença entre estar presente em apenas uma das etapas do processo e ser o responsável pela própria felicidade. É sair da prisão do paternalismo, que nos leva a esperar que outros encontrem a solução de problemas que cabem a nós resolver.

A coerência é outro termo muito importante na somatória. Imaginemos o seguinte exemplo: uma pessoa com idade acima dos 60 anos que nunca na vida desenhou deseja desenvolver um talento como desenhar a figura humana à mão livre para trabalhar numa agência publicitária, por exemplo. Não há coerência. Por que? Isso se explica pelo fato de o desenho à mão livre ser uma capacidade que requer vários anos e muito tempo disponível no dia a dia para que seja desenvolvida plenamente. Mas se uma pessoa de mais de 60 anos objetiva desenvolver tal capacidade tendo em vista a auto-satisfação não há porque deixar de tentar. A mesma pessoa pode, no entanto, ter sucesso profissional ao desenvolver uma capacidade que requer menor tempo de treinamento.

Atenção para os dois extremos da fórmula apresentada: “objetivo” e “coerência”. Objetivos sem coerência são como castelos no ar.

O Profissional de RH, Seus Desafios e os Benefícios da Astrologia

A grande contradição da função RH é que o profissional de Recursos Humanos, por mais que mantenha o foco no trabalhador e em suas necessidades, jamais deixará de ser um agente de conformação ideológica da massa trabalhadora aos valores do grupo hegemônico. Mesmo que o patrão seja uma figura mais ou menos abstrata, como no caso de multinacionais cujo capital se encontra pulverizado entre milhares de acionistas, a lógica da produção é implacável, exigindo do trabalhador que “vista a camisa” das metas de produção e assuma como sua uma cultura organizacional construída a partir do que E. F. Schumacher definiu, com muita propriedade, como “passar a ênfase do trabalhador para o produto do trabalho, isto é, do humano para o subumano, uma rendição ante as forças do mal”. Profissionais de RH mais sensíveis conseguem abrir espaços de humanização num sistema cuja lógica intrínseca exige doses crescentes de produção, mesmo que à custa da repressão da criatividade em benefício de uma duvidosa racionalização de procedimentos. O que vimos no Brasil desde há muito, mas sobretudo na atualidade, e em todo o mundo ocidental, em geral, fala com eloqüência desta contradição que estamos discutindo. Nunca houve tanta fartura de teorias motivacionais, de estímulos ao desempenho, de metodologias de arejamento do ambiente organizacional com vistas a dar mais espaço ao ser humano por trás do trabalhador. Por outro lado, nunca houve também tanto desemprego e tanta deterioração da dignidade profissional, fruto de projetos de reengenharia conduzidos às pressas, de terceirização em larga escala e da instabilidade do mercado de trabalho em decorrência do processo de globalização.

O astrólogo que pretenda atuar neste terreno contaminado precisa ter muita lucidez em relação ao papel que lhe é possível exercer. Astrólogos são especialistas em gente – ou, mais especificamente: astrólogos são treinados para reconhecer a natureza única e irrepetível de cada ser humano. A função do astrólogo, em última análise, é ajudar clientes a serem eles mesmos, e da melhor maneira possível. Vivenciar plenamente a pessoa única que somos é o único caminho para nos tormarmos realmente humanos e escaparmos da frustração, do vazio, da mediocridade e da loucura. E a atividade produtiva faz parte, como já vimos, deste processo de autodescoberta e de desenvolvimento, desde que exercida de forma correta.

Podemos ajudar o cliente preocupado com a questão profissional a pensar seus talentos e habilidades de forma holística, não apenas como força de trabalho a ser vendida para o empregador disposto a remunerá-la pelo maior valor. Podemos despertar a atenção do cliente para a função espiritual do trabalho – e por espiritual não estamos falando de nenhum princípio esotérico, mas do processo de purificação e elevação do caráter. O trabalho bem conduzido pode ajudar o indivíduo a encontrar seu próprio eixo, o que é muito mais importante do que o conforto que um salário elevado possa proporcionar. O sucesso mundano costuma acompanhar pessoas talentosas que são fiéis ao seu próprio mapa. São aquelas pessoas que, antes de perguntar ao mercado qual é a ocupação da moda, perguntam a si próprios que espécie de contribuição pretendem dar ao mundo.

Algumas técnicas utilizadas na Astrologia Empresarial

Astrologia Eletiva

Usa-se com o intuito de potencializar o momento de abertura ou de início das atividades de uma empresa ou de uma empreitada.

Calcular um mapa de astrologia eletiva é escolher uma data e um horário especiais para o que aquela empresa deseja oferecer e desenvolver. Por exemplo, se pretendo abrir uma assessoria de imprensa, seria astrologicamente muito mais adequada a escolha de um dia em que o planeta Mercúrio estivesse em grande evidência no mapa. Isso se reforçaria se este mesmo planeta estivesse em relações angulares favoráveis e sem que estivesse no movimento aparente de retrogradação. A Lua estando num signo favorável, como Gêmeos, ou em bom aspecto com Mercúrio também configuraria uma das combinações adequadas. Existem outras combinações compatíveis com a missão de uma empresa.

Qual a vantagem de escolher uma data e um horário para sua empresa? Primeiramente, conhecer os potenciais, as forças e fraquezas que sua empresa tende a desenvolver. Em seguida, você tem nas mãos a chance de realizar um planejamento estratégico mais eficiente, uma vez que as tendências para oportunidades e revezes podem ser, respectivamente, ampliadas e minimizadas.

O Mapa da Empresa

A empresa é uma entidade coletiva e como tal subdivide-se em setores interdependentes. De acordo com a ótica holística ou holográfica da astrologia, esta entidade coletiva e seus setores são análogos ao ser humano. Assim sendo, o mapa de uma empresa é analisado de forma um tanto semelhante, com as devidas ressalvas. Para ilustrar o que foi dito, observe a seguinte analogia: o signo Ascendente, entre outras coisas, é associado ao rosto, à aparência, aos inícios, aos primeiros contatos e à forma como uma pessoa vê a si mesma em nível pessoal. Se transferirmos a mesma idéia para uma entidade coletiva como uma empresa, o Ascendente será algo análogo ao rosto ou à forma exterior, que causa as impressões iniciais. Seria, portanto, a fachada, o cartão de visitas da empresa e teria, em geral, uma forte característica identificada na logomarca e nas cores da empresa. O ideal, inclusive, é que a logomarca ou o visual apresentado e o Ascendente da empresa sejam compatíveis simbolicamente. Isto causa maior impacto e amplia a intensidade com que a imagem da empresa se imprime na memória dos potenciais clientes. Estes, por sua vez, identificar-se-ão com algo que diz respeito às suas próprias auto-imagens.

Empresas concorrentes e clientes podem ser verificadas, entre outros fatores através de um ponto no mapa conhecido como o Descendente, que é o ponto oposto ao Ascendente. Pode-se investigar também a forma que tendem a tomar os fornecedores, os novos funcionários, os recursos, as filiais etc. O mapa astrológico permite rastrear estas e outras facetas da empresa, apontando mecanismos de otimização do relacionamento com as mesmas.

Previsões

Toda empresa tem períodos de crescimento e de retração. Através das técnicas de prognóstico mencionadas na página de descrição dos serviços deste site, juntamente com a análise dos ciclos da empresa, tem-se um referencial importante para minimizar dificuldades e potencializar períodos favoráveis.

Além das técnicas mencionadas, existem três relações cíclicas muito importantes a analisar numa empresa:

O ciclo do planeta Marte com relação à sua posição no mapa de criação da empresa – relacionado aos períodos de impulsos criativos e iniciativas, e às fases onde é preciso recuperar as forças antes de iniciar nova investida. Tem duração de aproximadamente 2 anos. A completação do primeiro o apogeu dos processos iniciados quando Marte parte de sua posição original, é a fase de maior potencial de retornos. Isso, obviamente, precisa ser visto em conjugação com o restante do mapa, mas já fornece indicadores importantes para um trabalho inicial.

O ciclo Júpiter-Sol e Júpiter-Saturno – relacionados a fases de crescimento e abrangência (territorial e/ou mercadológica) seguidos de estabilização e consolidação. O ciclo Júpiter-Saturno, aliás, identifica períodos onde há pressões internas e externas no sentido de mudanças culturais dentro da empresa. Pode indicar áreas de grande potencial de crescimento, caso a administração central se mantenha aberta a adequações estruturais. O ciclo jupiteriano em torno do Sol é de aproximadamente 12 anos. Subdivide-se seus pontos críticos em períodos de 3 anos.

O ciclo de Saturno e Saturno-Sol – o primeiro relaciona-se ao período de aproximadamente 29 anos, dividido em etapas de 7, onde o planeta Saturno atinge relações angulares com sua posição no mapa de abertura da empresa. A cada etapa temos crises estruturais que requerem, entre outros fatores, planejamentos específicos no setor relacionado à casa astrológica em que Saturno transita no momento. No segundo caso, estabelece-se uma relação entre o trânsito de Saturno e a posição do Sol no mapa de abertura e também de Saturno e Sol (ambos transitando). A relação entre ambos traduz-se numa linguagem gráfica de picos e vales que podem ser identificados astrologicamente, habilitando o responsável a criar estratégias para superar potenciais adversidades.

Astrocartografia e Local Space

Astrocartografia – Esta técnica permite a localização de áreas e territórios com maior potencial mercadológico. Trata-se, a princípio, da extensão do mapa astrológico de abertura sobre mapas cartográficos. Muitas vezes usa-se o mapa astrológico do dirigente para traçar os potenciais. As linhas traçadas a partir dos pontos e planetas do mapa identificam, de acordo com a identidade e com a missão da empresa, os locais onde determinados objetivos podem ser atingidos com maior ou menor facilidade. É uma estratégia adequada à implantação de filiais em outros pontos de uma cidade, Estado ou país (inclusive estrangeiro). Igualmente o é para a criação de um negócio em localidades especialmente sintonizadas com o caráter da empresa. A astrocartografia acompanha a pesquisa mercadológica realizada pelo cliente.

Local Space – É uma técnica astrológica um tanto semelhante ao Feng Chui chinês, mas que se utiliza, como a Astrocartografia, do mapa de abertura da empresa ou do mapa individual (se profissional liberal em seu escritório) como forma de harmonização do ambiente. O posicionamento de setores, máquinas, móveis, decoração, janelas etc., pode ser feito através das linhas dos planetas, que identificam pontos de melhor funcionamento e maior desempenho, tanto interna quanto externamente para a empresa. Para se ter uma idéia, se a linha referente ao planeta Saturno estiver passando por um telefone, é muito provável que a instalação naquele local sofra uma série de bloqueios, que as ligações caiam com maior freqüência etc. Se a mesma linha de Saturno estiver passando sobre um vaso de plantas ou por um jardim, cuja regência estaria associada à Lua, é bem possível que as plantas precisem ser trocadas constantemente, pois costumam secar com facilidade. No entanto, se a linha de Saturno estiver passando por um frigorífico não pode haver coisa melhor: este planeta tem em seu simbolismo grande analogia com o enrijecimento, especialmente aquele causado pelo frio, a solidificação, a conservação etc.

O Sucesso da Empresa

A motivação é um componente fundamental para o sucesso de um negócio. Mas como alguém pode motivar-se se não suporta trabalhar com determinado tipo de coisa? Como alguém pode sentir-se satisfeito trabalhando com uma equipe com a qual não tem a menor afinidade? É nesse ponto que torna-se fundamental a visão vocacional aliada a conhecimentos de planejamento estratégico. A empresa é refletida no mapa de seus dirigentes e se estes não se identificam com o que fazem, fatalmente sabotarão inconscientemente a si mesmos, até que uma grave crise os leve de volta ao ponto de onde realmente deveriam ter partido. É neste ponto que também é válida uma análise sobre o perfil do empreendedor, tendo como ferramenta de diagnóstico associada à auto-análise a astrologia.

Conheça os cursos e eventos da escola Carlos Hollanda Astrologia (clique na imagem abaixo para acessar o site):

Contratar Funcionário pelo Signo? Pode isso, Arnaldo?

Sobre Signos, Contratações e Preconceitos

Recentemente foi publicada uma reportagem na BBC News Brasil, sobre um jovem ter sido recusado em uma entrevista de estágio em uma loja cujo dono teria se utilizado, segundo a reportagem, “do signo”, para isso. Isso tem gerado muitas questões a respeito e eu mesmo tenho recebido de leitores e seguidores inúmeras vezes o link da reportagem, que toca num ponto bastante delicado da prática astrológica. De fato, anos atrás, dando aulas de Astrologia Vocacional e Empresarial, já havia imaginado que esse tipo de coisa poderia ocorrer num futuro não muito distante e expressei minha preocupação com as formas de aplicação desses conhecimentos de modo precário e provenientes de informações muito parciais sobre como é mais ético e correto aplicar a metodologia. Por isso, preparei os 4 itens abaixo, com o intuito de ajudar a esclarecer alguns pormenores a respeito do uso da Astrologia em situações de recrutamento e seleção, bem como seu valor como ferramenta de suporte para os profissionais da área. Confiram:

  1. Para começar, “o signo” é uma só variável dentro de uma infinidades de fatores a considerar numa leitura astrológica. Uma pessoa ser impedida de fazer algo por ter o Sol num dado signo (o signo solar é o famoso “meu signo”, popularizado pelos horóscopos de jornal e pelo senso comum, mas é muito pouco para definir algo complexo), ser desaprovado como profissional ou ter isso como desabono a algum currículo, tem dois problemas graves: PRECONCEITO e uma abissal falta de informação a respeito de Astrologia.
  2. É perfeitamente possível usar Astrologia para auxiliar em processos seletivos sem fazer com que isso se torne um impedimento absurdo. De fato, há técnicas de leitura de Astrologia Vocacional e formas de aplicação de Astrologia em Recursos Humanos e Astrologia Empresarial. Nenhuma dessas técnicas ou expressões diz ao recrutador: “não contrate pessoas do signo X ou Y, porque são ruins”. Isso não faria o menor sentido e seria, ainda, um tremendo desserviço, tanto à população quanto aos empresários e aos próprios astrólogos. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso desistiria de usar essas ferramentas se assim fosse. Pessoas com bom senso e desejosas de novos recursos para otimizar seus resultados experimentam usar Astrologia e sempre se surpreendem para melhor, quando atuam junto a profissionais da área capacitados.
  3. Porém, a Astrologia pode, sim, dar suporte ao recrutador, quando, através das leituras vocacionais, indica talentos e formas de desenvolvê-los dentro do esquema de uma empresa ou organização.

Ela precisa ser acompanhada das demais análises corriqueiras nas quais os recrutadores são treinados e, nesse caso, as facilitará, dando um quadro mais definido mais rapidamente. Mas quando esse suporte é utilizado, ele o é com muito mais critério do que “o signo”, como é mencionado na reportagem. E, não, não é aplicado para eliminar candidatos, mas para saber de que forma ele pode se desenvolver ou se relacionar com os demais funcionários, com o esquema da empresa, como se pode lidar com esse funcionário de modo a levá-lo a expressar seu melhores potenciais. A eliminação de candidatos a uma vaga fica a critério de seu currículo e dos interesses da empresa.

4. Nas análises de Astrologia para recrutamento, leva-se em conta o que a empresa espera dos candidatos tanto quanto o bem estar dos próprios candidatos. Pelo lado da empresa, o que se espera do candidato pode ser, por exemplo, capacidade de concentração ou de ação ou ambas, comprometimento, arrojo intelectual e habilidade em relacionamentos interpessoais, conhecimentos adquiridos e/ou empenho em adquirir novos. Pelo lado do candidato, suas necessidades de expressão, sua capacidade de adaptação, sua satisfação em proceder como necessário naquela organização e o quanto ele tende a desenvolver a si mesmo naquele esquema. As capacidades que a empresa deseja no candidato podem ser natas em alguns, enquanto noutros podem ter-se desenvolvido com esforço e ambos os casos podem ser identificados astrologicamente. Mais ainda, o contexto é extremamente importante: em situações em que o candidato está começando a vida profissional, há que se considerar o fato de que ele pode desenvolver aquelas qualidades requeridas se houver uma atenção a seus talentos naturais tanto por ele mesmo quanto por parte do empregador e das orientações que receber dentro da empresa.

Espero, com isso, levar os interessados (ou os indignados) a terem um outro olhar sobre a questão e, assim, fazer com que busquem as formas adequadas de aplicação da Astrologia em processos de recrutamento. Igualmente, espero que ajude as pessoas que tiverem experiências semelhantes à do jovem a entenderem que o que ocorreu com ele não é uma prática comum entre estudantes e profissionais sérios de Astrologia que dão suporte aos departamentos de Recursos Humanos de empresas.

Para saber mais sobre as aplicações da Astrologia em torno do mundo profissional e da carreira, acesse a área de cursos de Carlos Hollanda Astrologia (clique na imagem abaixo para acessar o site):