VÔO 447 DA AIR FRANCE – um painel astrológico explicativo da tragédia de 2009

A imagem que se segue é o Painel em formato A1, exposto durante o Simpósio Internacional de Astrologia do Sinarj, em 2009, contendo dados sobre os mapas de grande parte dos passageiros do vôo 447, da Air France, que caiu no mar, próximo a Fernando de Noronha, no dia 31 de maio de 2009.

Clique na imagem para vê-la em tamanho grande

Autor do painel e da pesquisa: Carlos Hollanda (junho de 2009). Note-se que o acidente ocorreu durante uma conjunção tripla entre Júpiter, Netuno e Kiron. O estudo se baseava na observação contínua de que grandes calamidades e situações de vitimização têm um percentual muito grande de posicionamentos de Kiron em condições potentes nos mapas, tanto nos dos eventos calamitosos quanto nos das vítimas, quando ele incide sobre algum ponto do mapa delas. Igualmente, os dados coletados demonstram que em acidentes com grande número de mortos, ainda que com mapas diferentes e vivenciando ciclos diferentes, há uma coincidência de fatores que convergem para as configurações preponderantes do momento. Neste caso, por exemplo, profissionais ou outras pessoas com ligações diretas com algo análogo ao simbolismo de Kiron estavam no avião. Muitos eram ativistas de organizações de assistência a vítimas (Netuno-Kiron), enquanto outros eram professores (Kiron-Júpiter-Mercúrio – havia uma quadratura entre eles). Outros tinham conexões com transportes marítimos de longa distância (Netuno-Júpiter) ou com empresas petrolíferas no Brasil, que, majoritariamente, extrai o produto do mar (Netuno-Lua). Havia ainda químicos (Netuno) e seus filhos, geofísicos que prestavam serviços para a Petrobras etc. As convergências são múltiplas e vale a pena dar continuidade à observação desses fenômenos.

 

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O CAMINHO DOS TEMPLÁRIOS – DA IBÉRIA À VIA LÁCTEA – Uma Jornada de Magia e Transformação com Astrologia, Kabbalah e Tarot

JORNADA: O CAMINHO DOS TEMPLÁRIOS – Enfim os valores e roteiro detalhado, com os hotéis e pontos de visitação, contatos com a agência Bem Viver Tur e tudo o mais. A hora é agora: comece a planejar sua jornada mágica de transformação! Um curso de Astrologia, Magia, Tarot e História, com vivências e exercícios de promoção de Estados de Consciência in loco.

As atividades são facilitadas pelos professores Carlos Hollanda e Frater Zelator

Segue o texto com o roteiro e o link da página do Facebook e, nos anexos, algumas fotos de alguns dos locais que visitaremos.
Inscreva-se!
Pagina do Evento: https://www.facebook.com/events/161146007887817/
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Peregrinação, Curso e Vivências com Astrologia, Misticismo, Arte e Simbolismo em Portugal e Espanha, com diversas tradições, e foco nas heranças da Ordem do Templo ou “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão” mais conhecidos como “Cavaleiros Templários”, sua história, tradições, as repercussões de suas práticas até hoje, entre organizações iniciáticas e no misticismo ocidental. Encontraremos outras tradições e sincretismos pelo caminho, como a influência celta, o estudo da Kabbalah, tanto entre membros da Ordem quanto pela via das culturas judaicas (Tradição Toledana), os mistérios de grandes Iniciados, magos e bruxos que passaram por vários dos locais onde iremos e neles viveram situações importantes em suas trajetórias. Durante todo o trajeto por várias cidades de Portugal e Espanha, realizaremos práticas que envolvem o uso da Astrologia, o conhecimento do céu das Estrelas Fixas (com a referência do hemisfério norte), o uso do Tarot e de algumas práticas mágicas herdeiras das tradições supracitadas, além de vivências iniciáticas dentro de monumentos históricos, sendo estas facilitadas pelos dois professores que acompanham o grupo: Carlos Hollanda e Frater Zelator.

Além das aulas e experimentos que promovem alteração do estado de consciência e das leituras gerais e individuais dos símbolos e ciclos, teremos os momentos de lazer e confraternização, o usufruir do Fado, do Flamenco, do vinho, das belezas naturais e arquitetônicas, do friozinho, da culinária, do povo amigo e de toda a inspiração e cultura que uma jornada como essa pode realizar. Uma verdadeira jornada estilo “casa 9”, em Astrologia, que quer dizer a viagem externa em estreita ligação com o crescimento interno. Se você é brasileiro, encontrará muito mais do que suas raízes na Península Ibérica. Se você não é, ainda assim realiza um mergulho em si e na cultura, nos mitos, lendas, símbolos e descobre que muito do que parece ficção vai bem além do entretenimento.

HOTÉIS, VALORES, INGRESSOS E OUTROS DETALHES:
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Contatos com a Agência Bem Viver Tur (Izabel ou Kim):

e-mail: izabel@bemvivertur.com.br

whatsapp: (79) 9114-4801

Contatos com os professores pelo e-mail:
carlos.hollanda@gmail.com
ou pelo whatsapp: (21) 99218-5428

Vejam algumas fotos de alguns locais que visitaremos.
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HOTÉIS EM QUE NOS HOSPEDAREMOS + DATAS:

05/06/jan htl Roma em Lisboa
07/08/jan htl Tivoli em Sintra
09 jan htl Dom Fernando em Evora
10 jan htl UMU em Santarem
11/12/jan htl Templarios em Tomar
13 jan htl Principe Perfeito em Viseu
14/15/jan htl Cliphotel em Nova Gaia
16 jan htl Santiago Apostl em Santiago de Compostela
17 jan htl Azar em Plassencia
18/19/20 htl Abetos Del MAstre em Cordoba
21/22/23 htl Conquista de Toledo em Toledo
24 jan htl Santos Praga em Madri

* Todos com cafe da manhã Continental

ENTRADAS INCLUÍDAS NOS SEGUINTES MUSEUS
Castelo de São Jorge em lisboa
Castelo dos Mouros em Sintra
Quinta da Regaleira em Sintra
Palacio da Pena em Sintra
Capela de Huesos em Evora
Convento de Cristo em Tomar
Ruinas Romanas em Viseu
Mesquita de Cordoba
Meseu Arqueologico em MAdrid

VALORES:
* Preço por pessoa em ap.DBL – EU 4180,00 – Aéreo e Terrestre + ingressos (acima) todos incluídos. (ver conosco proposta de milhas e especificidades para quem já se encontra na Península Ibérica)

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CALENDÁRIO DE VISITAÇÃO TURÍSTICA (veja também o Roteiro com os Professores, mais adiante neste post):

05/01 Chegada e descanso
06/01 Aula inicial com Profs Carlos e Adilio no hotel antes do primeiro trajeto.Torre de Belem e arredores,Castelo São Jorge.Noite Fado (opcional) em Alfama.

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07/01 Quinta da Regaleira,Castelo dos Mouros e Palacio da Pena

08/01 Mesa redonda com Profs Carlos e Adilio em editora local

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09/01 EVORA Visita a Capela dos Ossos e Templo Romano,além de passeio livre pelo centro da cidade

10/01 SANTAREM Passeio livre pelo gotico manuelino e à casa de Pedro Alvares Cabral.Visita breve ao Centro Cienacia Viva,em Constancia e parque de Astronomia.

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11/01 TOMAR Covento de Cristo, Castelo Templario,Castelo Almourol

12/01 SINAGOGA Igreja de Sta MAria dos Olivais, Igreja São João Batista

13/01 VISEU + GERAS Visita ao Parque e às ruinas romanas, Cava de Viriat o. Passeios gerais livres.

Porto

14/01 PORTO Lazer,com passeios opcionais de dia e vida noturna nos pontos apraziveis da cidade.Passeio opcional de barco pelo Rio Douro.

 

 

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16/01 SANTIAGO Porto para Santiago de Compostela,chegando a tempo de ver a missa Botafumeiro, sempre ao meio dia, qdo se recebe os peregrinos. Santiago é o ponto final de vários trajetos e também é conhecida como “a Via Lactea” (vide título de nossa jornada).

 

17/01 Etapa de condução desde Santiago a Plasencia, fazendo parada para conhecer o Centro de Salamanca. Noite de descanso e Magia do Tarot em Plasencia.

18/01 Saida pelo sul da Espanha. Em Andaluz: Espanha moura de Andaluzia. Dois dias em Cordova.

 

19/01 CORDOVA O Alcazar, a Juderia, os Pátios, a Mesquita e Catedral (um dos templos mais surpreendentes do mundo)

20/01 CORDOVA dia livre para passeios como os participantes preferirem.

21/01 CORDOBA/TOLEDO

22/01 TOLEDO – Museu templário, as espadas e outros artefatos belissimos com famoso aço toledano. Museu El Greco e varias outras atrações como tour Toledo Magico, à noite com guias locais. Este tour deve ser contratado no local, não está incluso nos valores supracitados.

23/01 TOLEDO – Cueva de Hercules, subterraneos,mumias toledanas, a arte alquimica,exposições sobre bruxaria. Sinagoga,catedral de Toledo, Alcazar, Monasterio de San Juan dos reis. OPCIONALMENTE há, fora do roteiro, a chance de visitar exposição diversas e, ainda, uma aventura na Tirolesa gigante da cidade.
Um tour magico de dia tambem com Prof.Carlos

24/01 TOLEDO /MADRID Museu arqueologico nacional e visita a cidade

25/01 Traslado ao aeroporto

 

 

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ROTEIRO DAS ATIVIDADES A CADA DIA COM OS PROFESSORES (aguardem novos detalhes, como a descrição das atividades em cada local):

05/02/2019 – Partida com reunião do grupo no Rio de Janeiro (Galeão). Rio-Lisboa.

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TRAJETO PORTUGUÊS:
1- Lisboa – dias 1 e 2 da jornada. Primeiro dia com descanso e horas livres. Segundo dia: Aula inicial com Carlos Hollanda no hotel, antes dos primeiros trajetos. Torre de Belém e arredores, Castelo de São Jorge. Noite de Fado em Alfama. Possível palestra ou curso com Carlos Hollanda em uma das escolas de Astrologia da cidade. ESTA PALESTRA OU CURSO É OPCIONAL. Possível contato com Universidades e Historiadores ligados aos temas de nossa jornada.

2- Sintra – dias 3, 4 e 5 da jornada. Roteiro guiado e aulas na Quinta da Regaleira, Castelo dos Mouros, Palácio da Pena. Prática ritualística na Quinta da Regaleira. Mesa Redonda com Carlos Hollanda e Frater Zelator em editora local conhecida.

3- Évora – dia 6 da jornada. Visita à Capela dos Ossos e Templo Romano, além de passeio livre pelo Centro da cidade.

4- Santarém – dia 7 da jornada. Passeio livre pelo gótico manuelino e à casa de Pedro Álvares Cabral. Visita breve ao Centro Ciência Viva, em Constância e seu parque de Astronomia: um pouco de mecânica celeste e sua importância para a Astrologia.

5- Tomar – dias 8 e 9 da jornada. Convento de Cristo, Castelo Templário, Castelo de Almourol, Sinagoga. Igreja de Santa Maria dos Olivais, Igreja de São João Batista.

6- Viseu + Gerês – dia 10 da jornada – Visita ao parque e às ruínas romanas, à Cava de Viriato. Possibilidade de passeio na neve.

7- Porto – dia 11 ou 10 e 11 – Possível curso de Astrologia à noite, com Carlos Hollanda em escola a combinar. ESTA ATIVIDADE É OPCIONAL E NÃO ESTÁ INCLUSA NOS VALORES CITADOS.

OBS.1: Atenção para as liquidações de inverno nos Outlets!

TRAJETO GALÍCIA-ESPANHA:

OBS.: Do Porto direto para Santiago de Compostela, chegando no dia 17, que é um domingo, a tempo de ver a missa botafumeiro, sempre ao meio-dia, quando se recebe os peregrinos. Santiago é o ponto final das vias de peregrinação de vários pontos da Europa e o Caminho de Santiago é também conhecido como “a Via Láctea”.

1- Santiago de Compostela – dia 12 – Catedral (ideal se pudermos ver uma missa) e parte medieval da cidade, com seus souvenires. Ver se é possível chegarmos até o término de uma das trilhas do Caminho de Santiago, para vermos peregrinos.

2- DA Galícia ao sul da Espanha: dias 13 e 14 – Al Andaluz: a Espanha moura de Andaluzia. Dois dias em Cordova – O Alcazar, a Juderia, os Pátios, a Mesquita-Catedral (um dos templos mais surpreendentes do mundo). Durante a viagem até a região, teremos práticas e leituras (Tarot e Astrologia) no transporte. OBS.: de Santiago de Compostela à Cordoba são 860 km um dia de viagem. Faremos uma parada em Plascencia, onde teremos uma vivência com os Arcanos do Tarot em uma prática de Magia a ser explicada durante o trajeto.

3- Dias 15 e 16 – Tour livre, à escolha, por localidades próximas (Sugestões: Sevilha, Granada ou, se alguém quiser dar um pulo mais distante, Barcelona, por exemplo). Uma mudança de ritmo para relaxar e aproveitar outros assuntos e variedades da cultura espanhola.

4- Da Galícia até Toledo, permanência em Toledo – 3 dias – 15, 16 e 17 ou 16, 17 e 18. Toledo é uma das mais importantes cidades com simbolismo e história templária. Destaque para o museu templário, as espadas e outros artefatos belíssimos com o famoso aço toledano, muita convergência à Kabbalah Luriânica, entre as raizes de muitos saberes praticados em fraternidades no Ocidente. Outro ponto alto é o museu El Greco e várias outras atrações, como o tour Toledo Mágico, à noite, com os guias locais. Outros pontos envolvidos em lendas e mistérios estão a Cueva de Hércules, subterrâneos, múmias toledanas, a Arte Alquimica, exposições sobre bruxaria. Outros monumentos imperdíveis: a Sinagoga, a lindíssima Catedral de Toledo, o Alcazar, Monastério de San Juan de los Reyes, exposições diversas, aventura na tirolesa. Um tour mágico de dia também, com Carlos Hollanda.

5- Última cidade: Madri, dias 18, 19 e 20 ou 19 e 20 – Museu Arqueológico Nacional. Tempo livre para lazer, aproveitando o que de melhor a capital espanhola pode oferecer.

El tránsito de Marte y Evidencias del Funcionamiento de la Astrología: ensayos y pruebas

Por Carlos Hollanda

Nota: en algunos párrafos hay numeración para notas de final de texto. Ellas son como el siguiente ejemplo: [5]. Al final del artículo, por lo tanto, están todas las notas, que añade datos significativos al texto principal.

Este documento tiene tres objetivos principales. La primera consiste en llevar los temas de discusión relacionados con los conceptos de hombre, el tiempo y el cosmos que se pueden comprobar de diversas maneras, a través del diálogo entre la mirada del historiador y el astrólogo – específicamente el astrólogo que lleva a cabo investigaciones teniendo en cuenta al mismo tiempo, la experiencia empírica y diversas contribuciones teóricas. Entre estas contribuciones, que son siempre provisionales, como en otras áreas del conocimiento, se puede encontrar la teoría junguiana de la sincronicidad, ampliamente utilizado, y comentarios sobre las relaciones electromagnéticos existentes en el sistema solar, que actúa en el campo de la Tierra. Hay teorías causales (estrellas tienen influencia directa sobre el comportamiento) y no causales (las estrellas solo estarían posicionados en el cielo en sincronía con eventos y las características especiales de la Tierra sin afectarles directamente).

 

No se debe pasar por alto las diferentes corrientes de pensamiento que prevalecen entre los astrólogos de hoy. En Brasil, podemos destacar tres principales: una que defiende la astrología científica; otra, más bien al contrario, ve que saben un acto divino o una revelación oculta; una tercera, que observa la astrología como un fenómeno a la vez culturales, lingüísticos (los signos, los planetas y los aspectos formarían “sentencias” y los elementos que se combinan en la interpretación – finalmente algo legible por el especialista) y como una relación de identificación de la “realidad” que rodea con símbolos astrológicos.

 

Tal vez haya una posibilidad de que estas tres corrientes tienen elementos no totalmente repulsivas entre sí, quiçá convergentes un momento u otro, especialmente si se procede con buen tiempo de análisis para los resultados de investigación. Lo que es posiblemente carente de varias declaraciones sobre los “efectos” de, por ejemplo, los tránsitos planetarios en una carta natal astrológica, es la sistematización y catalogación de los informes de clientes observados, los datos proporcionados y su masiva comparación con los viejos y modernos postulados defendido por los astrólogos. Este procedimiento es algo que será discutido más adelante en este trabajo, mostramos un caso extraído de un conjunto más amplio, en el que el tránsito del planeta Marte, tradicionalmente asociado a los efectos de ser citados, resultan ser bastante similares a los hechos denunciados, a pesar de que tales condiciones seren diferentes unas de otras.

 

FISIOGNOMÍA, INDICIOS (EVIDENCIAS), SEÑALES Y EL HOMBRE MODERNO

 

Si hacemos un breve recorrido en el tiempo histórico, se observó que, en muchos aspectos, las prácticas de curación populares o presagios para los procedimientos de prueba [1] fueron apropiadas por ambas herbolarios y curanderos como la medicina [2]. Nota indicios y señales en las personas y en los alrededores también estaban siempre presentes en la práctica de la caza, la pista de la caza, y la ubicación de las personas y de los animales perdidos [3]. Incluso hoy en día, de hecho, la medicina y la policía practican mantener una buena cantidad de evidencia en sus conocimientos diagnósticos y pronósticos, ocurriendo lo mismo en la práctica alternativa: un shiatsuterapeuta puede ser capaz de identificar los diversos problemas musculares y de columna con un breve vistazo a lo andar del paciente. En el caso de la policía, especialmente el experto, las “huellas” dejadas en la escena tienen un lenguaje descifrable por la lógica inherente al sistema de identificación que utilizan este tipo de profesionales. Sin el uso, por ejemplo, un geógrafo analizar un pedazo de clavo en una investigación policial. El investigador, sin embargo, se puede usar la mirada del Geógrafo para entender cómo la morfología y tipo de vegetación local pueden haber afectado a la elección del criminal en el momento del ataque u ocultar la víctima. Los procedimientos del geógrafo y de los investigadores criminales son muy diferentes, pero estes últimos pueden utilizar el conocimiento de la primera para la decodificación de las señales que venían catalogando.

 

Si el geógrafo utilizar sus procedimientos específicos en la práctica de la policía, independientemente de cómo la policía organiza su práctica, ¿qué va a saber? Que el crimen ocurrió en una montaña? Con mucha lluvia? Ocupada por grupos sociales X o Y? Se trata de desentrañar la historia del crimen, y por lo tanto apuntar a los sospechosos, o quiere decir que las formas de encontrar el criminal utilizado por la policía son absurdos y no válidos? Pero cómo decir esto, o cómo encontrar el criminal, sin actuar como lo hace la policía? El problema de la práctica del astrólogo, cuando se ve desde otras disciplinas académicas que tratan de explicarlo por los parámetros de extranjeros a sus recursos internos, es básicamente el mismo que el insólito ejemplo anterior. Antes de tratar de encontrar una explicación válida o antes de invalidar la astrología, cabe señalar lo que es / que se dijo en la literatura (ambos tomados por una parte de los astrólogos como verdaderamente científicas como la más mística y espiritualista) y aplicar dichas suposiciones cuantitativamente, con el pensamiento crítico, seleccionando lo que es demostrable de lo que, a un punto, no lo sería.

 

De ese detalle viene la discusión acerca de un problema: el de considerar la astrología un conocimiento cuyas defensas actuales tienden a basarse en la abolición de la idea de la temporalidad. Estos se basan, sobre todo en las teorías como los arquetipos y el inconsciente colectivo, en la psicología analítica, y los modelos estructuralistas, cuando el razonamiento astrólogo se inclina pensamiento antropológico o psicológico. Demostrar esto a los historiadores puede ser algo complejo. En la historia, el área a la que el autor se dedica a la vida académica, un sentido de “no-tiempo” es un factor de complicación que difiere de la idea de tiempo lineal o temporalidad simultánea en constante desenvolvimiento[4]. Para el historiador, no puede haber abolición del tiempo, excepto cuando hablamos de las narrativas míticas [5] o folclore. Sin embargo, por lo general no tienen en cuenta que las categorías supuestamente intemporales de narrativas míticas, no importa si sólo son inculcados en virtud de rasgos culturales y la literatura, o sería verdaderamente independiente del tiempo y las sociedades propios [6], se reapropiados un tiempo u otro, para diversos fines, y muestran un patrón de comportamiento humano promedio relativamente constante. Las formas de promover el comportamiento y las creencias, algo que ya mucho antes de las actuales técnicas sofisticadas de marketing y publicidad, tienen por finalidad, en general, este “hombre medio”, un término que se utiliza Edgar Morin para describir lo que la mayoría de los seres humanos tienen en común (o piensa que es) y que está profundamente estudiadas por la industria cultural / cultura de masas [7].

 

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Puede encontrar rastros de estos estándares promedios entre los factores que salpican una carta astral. Por ejemplo: de acuerdo con la inmensa mayoría de los postulados astrológicos desde la antigüedad [8], el planeta Marte es un factor que se concentraría en su representación simbólica y el lenguaje astrológico, impulso agresivo, la competitividad, el calor del cuerpo cuando febril o durante actividad física intensa [9], el deseo de conquista y defensa/ataque en situaciones críticas. Cuando en tránsito Marte realiza un pase sobre puntos del mapa como el Ascendente, que tiene como uno de sus propiedades intensificar las experiencias/manifestaciones de lo planeta que lo “toca” las características físicas, psicológicas y circunstanciales relacionadas con lo que representa Marte es cada vez más evidente y notable. El individuo que experimenta entonces esta influencia es más probable que de costumbre a la acción representativa del “lenguaje” marcial.

 

Se debe subrayar con fuerza lo que se entiende por “lo de siempre”. Una persona de reconocida agresividad tendría una acentuación de su comportamiento que podría no ser tan visible por la mayoría, aunque no deja de expresar una cierta diferencia con respecto a su estado anterior al transito del planeta. Sin embargo, alguien considerado “tranquilo” [10] puede tener reacciones perceptiblemente variadas, la manera de contener la furia y alienar-si-adoentar, tener fiebre, actuar agresivamente fuera de sus patrones de tranquilidad, se vuelven menos tolerantes con los retrasos y frustraciones, impacientar-se con más frecuencia etc. En todas estas variables, es posible encontrar una convergencia con el discurso astrológico asociado con la representación simbólica del planeta Marte, que, allí, pasa sobre el Ascendente.

 

EL CONCEPTO CLAVE APLICADA AL ASCENDENTE

 

Pero como lo Ascendente “intensifica”? No hay una explicación satisfactoria de este problema para el paradigma científico actual, y tal expresión puede parecer hermética o absurda para aquellos que no estén debidamente familiarizados con los procedimientos de interpretación y análisis de una carta astral. Sin embargo, es en este y otros puntos similares que se encuentra el aspecto probatorio de la astrología en cuanto a la medicina, la investigación de la policía u otros conocimientos/prácticas que usan diagnósticos o pronósticos sobre lo que puede ser visto o percibido por los sentidos y también se relacionan con el entorno y las experiencias humanas. Un granjero puede predecir la lluvia en determinado momento del día si oler el aroma traído por el viento, y también si va a llover en la localidad donde se encuentra, cuando comprobar el sentido de este viento. Él “sabe” o intuye por la frecuencia anterior de situaciones similares. De ahí que el viento y el aroma se convierten en una “pista” (indicio) de lluvia a la misma. Para el médico, para el cazador y el antiguo astrólogo, esta manera de ver las cosas era bastante común.

 

¿Qué tiene esto que ver con lo que se dijo sobre el Ascendente? Vamos a ver: es el punto situado en el horizonte oriental de un lugar en ese día y hora. Este es el factor crucial: el horizonte. Quién puede notar la salida o puesta de sol, o la luna, cuando amanece, puede observar que ambos parecen dilatar su tamaño con la proximidad a la frontera visible y aparente entre el cielo y la tierra. La ciencia muestra que se produce este fenómeno, entre otras razones, debido a la refracción de la luz causada por la atmósfera de la Tierra. Cuanto más cerca del horizonte, cuanto mayor es la refracción que sufre un haz de luz, debido a la mayor masa de aire que cruzar (la luz del horizonte debe pasar por una cantidad mayor de aire que cuando se trata del cenit). El resultado es una apariencia expandido y aplanado de la estrella que está en ese punto [11].

 

Grande! Racionalmente se explicó la razón de la aparente expansión de un cuerpo celeste en el Ascendente. Sin embargo, parte de la mente humana y el comportamiento biológico son condicionados por relaciones con el medio ambiente, las condiciones climáticas, con la cantidad de luz natural etc. Los conocimientos “indiciários” (por indicios, pistas o evidencias) originan-se, en gran medida, de esta relación con lo que se percibe, no lo que se explica racionalmente. Incluso pueden ser racionalizados y acompañadas de una terminología muy sofisticado, pero siguen estas percepciones que, para el observador, en las diferentes culturas, curiosamente tienen significados muy cerca [12].

 

Por lo tanto, para la astrología, la comprensión de que en la parte (grande) como un conocimiento conjetural, en parte, como un conjunto de procedimientos racionales y demostrable matemáticamente, el hecho de que las estrellas parecen más grandes en el horizonte tiene un significado legible. Significado esto que, aunque esencial y común incluso para más de un sistema cultural, modela a si mismo de acuerdo con la singularidad de la perspectiva de un determinado grupo social, con prácticas y representaciones específicas. Pero no pierda su forma original: el sol es siempre cálido, es el más grande y más brillante estrella visible a simple vista, cuando su impacto en la localidad disminuye al bajar la temperatura, la vegetación sufre algunas modificaciones etc. En cualquier localidad, o casi todo el mundo, es verificable. Cada sociedad puede dar diferentes significados a esta acción de la luz solar, pero es posible que en todas las culturas el sol está relacionado con la vida, la vitalidad, por no hablar de que no importa desde qué punto de la Tierra que está, el sol siempre será un verdader obfuscador de todo lo que está alrededor, dada su brillo.

 

Volviendo al Ascendente y el hecho de que una estrella parece dilatarse cuando se encuentra allí: para la astrología, un conocimiento indiciário, esta estrella adquiere una condición más prominente y acentúa la manifestación de sus características. De ahí la expresión: “Marte transitando por el Ascendente (haciendo conjunción con él) tiende a traer comportamiento agresivo, poco tolerante, individualista, dado a acciones impulsivas, todo esto encima de la media anterior a los aspectos de comportamiento.”. Y no sólo eso: la ubicación de una estrella cerca del horizonte, sobre todo cuando el este, marca, a partir de un punto de vista indiciário, el hecho de que el cuerpo celeste acaba de llegar, como un hecho sin precedentes desde la última aparición en arriba del horizonte. Funciona como una especie de nacimiento simbólico, promesa o la semilla de un desarrollo marcado por la característica simbólica atribuida a esa estrella. Es la representación, también, que algo que era invisible bajo el horizonte, ahora se manifiesta y se convierte en la presente conciencia objetiva. Por lo tanto debe considerarse junto con las otras propiedades de los horizontes, como el hecho muy significativo y capaz de guiar a las perspectivas.

 

En este caso nos encontramos con otro problema: este no es el único momento en que el tránsito de Marte subraya la agresividad (condición inherente al ser humano, que existe independientemente de la posición de uno o de otro planeta – Marte, en la carta astrológica indica dónde, cómo y en cual medida la agressividad es sentida y es manifiesta individual y colectivamente). Otros puntos de la carta, cuando es activados por el tránsito de este planeta, pueden indicar períodos en los que estos contactos son concomitantes con las funciones y circunstancias marciales. También, podemos vivir situaciones en las que irritan, podemos agredir y ser agredidos en un área de la vida, mientras que en otra área somos menos presionados y pasamos por momentos de relativa tranquilidad. Estas cosas pueden suceder en el mismo mes, a veces en el mismo día, cuando salimos de una fuerte discusión en el trabajo y entonces ser muy amable con un cliente; a continuación, nos damos la pasión en multitud de fútbol o el sexo, a continuación, leer un libro mientras ponemos en la cama. ¿Cómo resolver esto? No es tan difícil: un área de la vida representada por el punto tocado por el tránsito de Marte en la carta natal [13] casi siempre reproducirá las características de la simbólica de ese planeta. Ese punto denuncia la relación entre lo que el tránsito es para el discurso astrológico y la condición vivida.

 

Visite a AGENDA DE CURSOS E ATIVIDADES do ano clicando na imagem acima.

¿Puede todo esto? El laboratorio de verificación empírica y la oficina, basado en la observación y la metodología de comparación, permite demostrar que si. Aunque no en la misma forma que lo haría una ciencia natural, como la física o la química. Estamos tratando con los eventos y circunstancias que convergen en el ser humano, un objeto mutable e impreciso, a diferencia del comportamiento de una partícula que se mueve en la física newtoniana. Aún es necesario establecer de forma arbitraria las conocidas “condiciones ideales” para la construcción de los cálculos y los resultados “predecibles” sin la interferencia común con el medio ambiente, las discontinuidades e imprevistos. Aquí, en teoría, la partícula está aislado de modo que el cálculo puede llegar a un resultado. Con el ser humano es imposible de lograr este aislamiento, incluso en teoría. Hay cientos, miles o más variables en juego, y lo único que podemos hacer es establecer una operación general de un tránsito planetario, sin tomar como definitiva en la descripción de lo que puede suceder en la vida de uno en un momento dado.

 

EL CASO DE LEONARDO DICAPRIO

 

Di Caprio em cena de “The Revenant”, com uma cicatriz que corresponde ao que se segue no texto.

De todo esto se deduce el segundo objetivo de este trabajo. Es para demostrar, a través de los tránsitos planetarios de Marte y sus relaciones angulares (aspectos) con los puntos de carta astral radical, que a pesar de las concepciones contemporáneas del universo, las relaciones sociales, el concepto de tiempo histórico (lineal) y relativización de las expresiones culturales, cada una de esas relaciones es sincrónico con las circunstancias que se pueden describir en esencia, aunque no literalmente, o de forma idéntica a un hecho (perceptible sensible). El evento o circunstancia específica, a su vez, estaria dentro de lo que se dice sobre el tránsito, mismo que el no ha sido descrito literalmente. Esta descripción se hace mediante el uso de lo sistema de analogías astrológicas. También se da en la preparación de un discurso interpretativo que está comprometido con nociones o diferentes niveles de la realidad [14] y debido a un sistema en uso por mucho tiempo entre los astrólogos, que es la de “predecir a partir de lo conocido”, es decir, de la recurrencia de ciclos y señales que ya se registraron, y la asociación, a través de la similitud de atributos simbólicos, con algunos conjuntos de posibilidades.

 

Tal mecanismo asociativo se produce en la combinación, lo que llamamos provisionalmente la “gramática” de la representación simbólica atribuida al planeta en tránsito en cuestión (Marte) y puntos (planetas, etc.) “tocados” por los ángulos (aspectos) que dijo planeta forma con ellos a lo largo de su trayectoria, lo que equivale a poco menos de dos años de la Tierra. El mismo proceso de demostrar, a través de casos reales, pretende poner de relieve el hecho de que, incluso en el caso de las personas nacidas en diferentes lugares y con diferentes creencias, el proceso de correspondencia puede ser verificado por cualquier investigador dispuesto a utilizar las premisas astrológicas de acuerdo con la lógica de ellas. En otras palabras, si lo hace, idealmente, con las herramientas de la astrología, como lo haría un investigador en botánica con sus estudios sobre la vegetación, entre otras áreas de interés científico.

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Cerrando el triángulo de este análisis, el tercer objetivo es la propuesta de un sistema de observación, catalogación y el desarrollo de un vistazo “no petrificado” sin definiciones estáticas que indican el deseo de una descripción de los pronósticos de forma mecánica, sin tener en cuenta el rango de posible y no necesariamente exactas circunstancias (tales como una fórmula matemática), pero que representa un conjunto definido de patrones observables.

 

El siguiente modelo es muy simple, si se piensa en el intrincado complejo de relaciones en una carta astral y los distintos tránsitos planetarios a indicar un conjunto de circunstancias posibles en un período definido de forma arbitraria por el intérprete/analista. Con el uso de un tránsito relativamente rápido como el planeta Marte (rápido si se comparado con los ciclos de los planetas Plutón o Júpiter) es más simple para identificar los cambios de comportamiento y circunstanciales en poco tiempo. Además, la elección de Marte, no Mercurio, Venus o cualquier otro factor que se visto desde la Tierra tendría una mayor velocidad, radica en tres razones principales:

  1. No es ni demasiado largo ni tan efímero como el Mercurio y Venus, lo que hace bastante notable, sin tener que esperar mucho tiempo para elaborar un dictamen;

 

  1. La manifestación de características marciales en un periodo por general es fácil de observar debido a la directa y intensa manera con que el área de la vida por él tocada se ve afectada;

 

3.Hace años este autor ha estado haciendo un estudio concentrado en la cuestión de la agresión, la violencia y otras formas de expresión catártica, expresiones que en gran medida se pueden asociar con el simbolismo de Marte [15]. Así que aquí se pretende unir el elemento de demonstración con la que tiene experiencia en ello.

 

Carta natal Leonardo Di Caprio

Se utilizó la base de datos de cartas de clientes disponibles en la colección del autor de este trabajo y también los mapas de las figuras públicas cuyas circunstancias de vida podría ser remontado en la prensa. Con el fin de demostrar las posibilidades del método brevemente, se seleccionó un de estos mapas (presentado con varios otros en el Primer Encuentro Nacional de la Astrología en la Universidad de Brasilia, en 2005). Es la carta del actor Leonardo DiCaprio (datos: 11/11/1974, 02:47h; Los Angeles – California [16].) Esta elección también tiene razones para facilitar la verificación de los datos y las declaraciones de otros investigadores que pueden encontrar breves biografías de Internet para las noticias acerca de los eventos que implican esta personalidad.

 

 

En el caso la fase elegida está relacionada con la agresión que sufrió el actor en las primeras horas del 20 de junio de 2005, siendo atacado con una botella de cerveza que casi se golpeó la carótida. La acción fue perpetrado por un joven fuera una fiesta. Di Caprio tomó 12 puntos en la cara, con el corte de llegar del cuello. Fueron 04:00h, en Hollywood.

Di Caprio (carta interna) es agredido (planetas en el círculo exterior) y Marte está en el Descendiente

 

Observe en el gráfico que Marte en tránsito (círculo exterior) en el mapa radical del actor (círculo interno) se encuentra en la representación de lo Descendente, es decir, el horizonte hacia el oeste de la carta natal, el punto opuesto al Ascendente. Al mismo tiempo que se alcanza ese punto, el planeta hizo una opposición con Plutón de la carta natal. Por otra parte, a pesar de la órbita aún lejana entre 5 grados de Aries (zodiaco tropical), en que estaba Marte, y los 15 grados de Libra, donde está su Luna radical, parece que la tensión representada por el ángulo oposición también estaba ya en vigor. Notable es que lo acto violento fue perpetrado por una mujer, y la luna es tradicionalmente un factor asociado con lo femenino.

 

Plutón “afligido” por lo tránsito de Marte coincide con los períodos en que un buen número de personas hacen algo que hace que se pierden sangre o están sometiéndose a algún tipo de crisis interna para representar, a nivel psicológico, una ruptura con la linealidad o con las nociones de “normalidad”. Pueden ser los casos de cirugía, voluntaria o no. Di Caprio tuvo que hacer un involuntario, y le hizo la cara, parte del cuerpo asociado astrológicamente al Ascendente y la casa 1 del sistema de casas mundanas. El tránsito de Marte también es tradicionalmente asociado con heridas y quemaduras, dependiendo de las circunstancias.

 

El actor después del ataque. La agresora fue detenida y después deportada a Canadá. Ver el reportaje aquí.

No hay posibilidad de decir que lo que sucedió con Di Caprio se repite exactamente de la misma manera con otra persona. Algunas personas pasan por un tránsito como ese sin sufrir la incisión en cualquier parte del cuerpo. Algunas personas sufren algo más violento. Sin embargo, como se ha mencionado desde el principio del artículo, los experimentos marcados por señales como este tránsito de Marte giran en torno a un haz de possibilidades consistentes con lo que es el planeta.

 

Sin embargo, lo que es más valioso de esta observación es que es muy poco probable que el actor estaba “consciente” de que Marte realizaria estos aspectos estresantes de su carta natal. Si no fuera así podríamos conjeturar que el hecho de que él había sido “advertido” de este potencial crítico tendría servido como una sugerencia a buscar exactamente una situación dramática así, como una forma de justificar una posible creencia indiscriminada en la declaración astrológica. Que lo haría, tal vez, inconscientemente.

 

Por lo tanto, se puede demostrar que la especificidad del tránsito del planeta y sus circunstancias análogas son independientes de las creencias o estados psicológicos sugestionables. Otra afirmación contraria a esta propuesta sería que la explicación de ese evento por la posición de Marte se produjo después de lo sucedido, lo que no sería un verdadero pronóstico. Si por un lado es justo decir que la observación hecha a posteriori sólo confirma lo que ya se sabe, por el otro, no es válido decir que no está justificada. Sirve como una demostración de posibles situaciones en el momento en que lo mismo aspecto se produce de nuevo. Lo que queremos aquí no es presentar una descripción exacta, pero lo haz restrito de posibilidades que un contacto entre los factores de un mapa puede tener. Por otra parte, esto es, como se ha dicho, solamente una propuesta de método de uso en futuros estudios para la verificación como en la estadística o estudios comparativos. Recordando que la estadística sola no es suficiente para validar o invalidar la Astrología debido al carácter de especificidad de cada evento y situación que involucra un mismo símbolo. Aunque cada situación específica sea pautada en el mismo modelo y con estructuras simbólicas que pueden llevar a vivir eventos muy semejantes.

 

CONSIDERACIONES FINALES

 

El gran problema de los procedimientos indiciários, cuando no se impregnan de una perspectiva crítica y un análisis riguroso de los resultados, es la falta de verificabilidad de las declaraciones de tipo “cayó una porción de sal en el suelo: alguien va a morir.” De ahí la gran necesidad de una investigación, por lo menos hacia la Astrología, para reducir lo más posible la tendencia a la conducción/sugerencia del objeto observado. Este tipo de investigación  hay que se hacer con un grupo de personas que están dispuestos a proporcionar información detallada, como un diario de lo que será un período delimitado por el investigador, que ya estará en posesión de sus mapas y tránsitos que se reunió con los testimonios . Este mismo grupo analizado no puede estar consciente de lo que el astrólogo está buscando en sus cartas astrales, de lo contrario el proceso se vería comprometido por la posibilidad de que una o más personas en el grupo de sentir, por cualquier razón, necesitar identificarse con lo que se dice acerca de lo sucedido. Y esta necesidad no es una invención: a menudo en el consultório, al escuchar algo acerca de si mismo, el cliente, tal vez queriendo reafirmar su creencia en la práctica de la astrología, puede estar de acuerdo con algo que pensó entiender el astrólogo decir, cuando eso quis decir a otra cosa [17]. Y el cliente puede pensar que el astrólogo “clavó” algo que cualquier persona con buena capacidad de observación podría haber hecho.

 

Este método considera que es el discurso del analisado que tiene que coincidir con la descripción general de un tránsito que ya se ha producido, sin que el sujeto lo sepa. La cuantificación de los datos puede ser crucial para validar el sistema de analogías utilizado por los astrólogos. Es decir, que algo así se sistematiza correctamente, requiere la dedicación de un cuerpo de investigadores y el acceso a los recursos de que una institución como una universidad o una empresa interesada en el tema puede tener, en contraposición al trabajo aislado un intérprete. Esto puede tomar tiempo y ser más propensos a fallar.

 

Pero lo que aquí se denomina “análisis riguroso” debe obedecer a los principios que pertenecen más al carácter de las humanidades que las ciencias naturales. Como he dicho antes, no hay resultado en una análisis astrológica que pueda tomarse como absoluto, como lo seria la operación 1 + 1 = 2 [18]. Sin embargo, ningún discurso interpretativo en un momento dado de la vida, con el factor de la carta astrológica de éste, huye de su haz de posibilidades. Parece una afirmación pretenciosa? De hecho, es un estímulo a la investigación según los parámetros que se presentan aquí.

 

Queda mucho por hacer, tanto a investigar, por lo que en esta etapa de este estudio no tienemos en cuenta la astrología como una ciencia sobre la base de todos los parámetros actualmente aceptables por la ciencia presente en las universidades. Por lo menos no es objetivo de este trabajo llegar a esa conclusión, pero si demostrar que funciona el procedimiento y se puede comprobar de forma rigurosa. Por lo tanto, va en detrimento de cualquier afirmación contraria a la astrología sin el uso adecuado de estos recursos en sus propios parámetros. Por ahora, a pesar del profundo respeto por las defensas de la astrología como una ciencia [19] prefiero mantener una validación inicial de la misma como un conocimiento indiciário. Válida, por supuesto, por sus aplicaciones prácticas y la exactitud del analista en la comprobación de los resultados, sin estar restringida exclusivamente a la búsqueda de un cuerpo teórico que lo justifique ante la comunidad académica.

 

Por lo tanto, un sistema de este tipo es un método de verificación periódica aplicada por cualquier persona que tenga una efeméride y de cartas astrológicas calculadas, cuyos sujetos (personas o instituciones) sean conocidas por el investigador o un grupo de investigadores, y capaz de proporcionar un retorno a experimentos, incluso sin saber de qué se trata. Este método, que se puede utilizar con todos los planetas en tránsito, en teoría, reduciria la incidencia de los resultados distorsionados de los investigadores-astrólogos, dirigidos por concordancias des clientes y entrevistados, motivados por necesidades subjetivas.

Carlos Hollanda – Saiba mais sobre o autor clicando aqui.

 

 

 

 

 

NOTAS:

 

[1] Nota signos o indicios en las personas y el medio ambiente circundante – especialmente en la antigüedad y la Edad Media. Ver GINZBURG Carlo. Mitos, emblemas, sinais – morfología e história. Sao Paulo: Compahia das Letras, 2002, p.143-179.

 

[2] En una investigación histórica sobre las prácticas médicas y también la relación entre el conocimiento y el poder en el Imperio Romano, Tamsyn- S. Barton, en su Power and Knowledge – astrology, physiognomics and medicine under the Roman Empire (Ann Arbor: The University Michigan Press, 2002), presenta un perfil del uso de la astrología y otros conocimientos indiciários, como la fisognomía, la hora de interpretar las señales del cuerpo en enfermedades y su desarrollo. También muestra una parte de la utilización de la astrología como elemento de poder legitimador.

 

[3] Entre los ejemplos que podemos utilizar en este caso están los personajes de las películas del Farwest, donde los indios juegan el papel de rastreadores de fugitivos. En Brasil, tenemos los capitães-do-mato, los cuales estaban a la caza esclavos fugitivos. En la literatura tenemos la obra de Tolkien, El Señor de los Anillos, donde el rey Aragorn es experto rastreador y decodificador de señales en lo ambiente, sabiendo todo lo que le pasó a sus amigos hobbits simplemente buscando huellas de los combates entre ellos y los orcos enemigos.

 

[4] Como lo historiador Fernand Braudel y la división tripartita del tiempo histórico en el corto, mediano y largo plazo.

 

[5] Raoul Girardet en su libro Mitos e Mitologias Políticas (São Paulo: Cia das Letras, 1987), por ejemplo, los análisis de apropiación de la narrativa y significados míticos en fases históricas marcadas por las revoluciones, las guerras y los procesos de formación de identidad. En tales casos, los mitos se reintrodujeron en una sociedad dada, favorecidos por la situación socio-política y cultural, haciendo hincapié en un movimiento o estilo de pensamiento. Sin embargo, las mitologías utilizadas como legitimación de estos procesos no serían básicamente los mismos que sus orígenes, teniendo su interés central e incluso parte de sus narrativas cambiado en función de los intereses que las impulsan en un momento dado.

 

[6] que lo que el historiador Carlo Ginzburg ya citado no está de acuerdo, especialmente en dos de sus libros: História noturna – decifrando o Sabá. São Paulo: Companhia das Letras, 1991 y op. cit. 2002. En ellas Ginzburg presenta argumentos bastante sólidos en contra de la teoría de los arquetipos y el inconsciente colectivo, de Jung, pero lo hace desde el punto de vista del análisis historiográfico. Hasta el momento, no parece justificable en relación con la práctica clínica, la afirmación del autor de que tales teorías serían “pseudo-explicaciones”, al menos no en todos los sentidos. En mi tesis de doctorado afirmo no estar de acuerdo con Ginzburg. Ella está disponible para descargar AQUI

 

[7] Una gran referencia para el uso de las formas de publicidad en los días antes de la Industria Cultural es el libro de Peter Burke “A fabricação do rei – a construção da imagem pública de Luís XIV” (Rio de janeiro: Jorge Zahar, 1994). En cuanto a los detalles del concepto de “hombre medio” y la promoción del comportamiento/creencias, hay “Cultura de massas no século XX – o espírito do tempo – 1 Neurose“, de Edgar Morin (Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1981). Según Morin, el hombre medio se consigue, por ejemplo, en las obras que combinan diferentes géneros, como el humor, romance, drama, horror o de aventura, en un solo embalaje, por lo que el trabajo llega a las diferentes preferencias de una sola vez. La literatura cortesana de los siglos XII y XIII en Europa era también una forma de promoción y educación de comportamiento, alcanzando los intereses promedio de la nobleza, sino también actuando en la imaginación de la tercera población del estado (1 – clero, 2 – nobleza, 3 – agricultores, etc.). Entre los mejores ejemplos de la literatura de corte son las obras de Chrétien de Troyes en caballeros de la mesa redonda.

[8] Uno de los más viejos e importantes tratados/manuales astrológicos con tales postulados sería de Claudio Ptolomeo, Tetrabiblos. Elisabeth Teissier traducido y comentado en la obra de Manuel d’astrologie – le Tetrabible. Paris: Les Belles Lettres, 1993.

 

[9] Cualquier semejanza con ardor sexual o pasional NO es una coincidencia.

 

[10] La comprensión de que en el comportamiento humano hay una enorme complejidad que impide de etiquetar alguien simplemente como “agresivo” o “tranquilo”. En el presente documento estos términos se utilizan con fines ilustrativos, con el fin de identificar la forma en que un grupo puede ver a alguien de acuerdo con estereotipos y en conformidad a sus patrones socioculturales. Cada ser humano puede ser un momento u otro agresivo o “manso” y las variables para este tipo de eventos son demasiado numerosas, algo que en la actualidad podemos dejar en stand by por lo que nos podemos centrar en algunas propiedades de la practica del astrólogo.

 

[11] Un breve manual astronómico fácil de entender y salpicado con ilustraciones esclarecedores sobre esta y otras cuestiones es la de Euclides Bordignon, Iniciação à astronomia, volumes 1 e 2 (Curitiba: AMORC, 1986). Lo anterior fue expuesto se refiere al volumen 1, p.31-34.

 

[12] Es esencial, sin embargo, recordar que la astrología tropical (del zodiaco de las estaciones), ampliamente utilizado en Occidente difiere estructuralmente y semánticamente la astrología china, cuya lógica se basa en construcciones simbólicas totalmente relevantes aquellas culturas que componen la estructura china. Esto no causa un modelo invalida la otra. Sin embargo, sí hay que entender las dos lógicas de acuerdo con sus propios supuestos. La astrología hindú, por ejemplo, mucho más cerca de Occidente de que los chinos con los mecanismos de subdivisión y la interpretación de los signos celestes, utiliza el zodíaco sideral. Su lógica, sin embargo, es completamente propio, que no es algo más o menos exacta que la que se utiliza en Occidente. Tanto uno como el otro entiende que el planeta Marte es indicativa de procesos muy similares. La similitud entre estos sistemas y los chinos sería principalmente en las traducciones, como las realizadas por el significado de sus zodiacos. Así, por ejemplo, Aries y Dragón tienen características muy similares. Virgo y Mono son análogos. Todos estos sistemas, al final, son modelos de descripción de elementos repetitivos humanos y esenciales, que pueden manifestarse en formas muy particulares de cultura a cultura, pero si se compara demostran su valía con base a cuestiones relativas a un tipo de ser humano promedio, simbólicamente divididas en áreas definidas: la necesidad de vivienda, las estructuras de poder, las relaciones con otros seres humanos, habilidades de comunicación, etc.

 

[13] La carta radical es la calculada para un momento inicial de algo, si el nacimiento (carta natal), la apertura de una empresa, la formación de un país y eventos similares. El radical es siempre la base sobre la cual se pueden analizar los tránsitos y otras técnicas de predicción.

 

[14] Como, por ejemplo, en el caso de las diferentes formas en las que dos culturas pueden ver el mismo objeto, situación, tiempo o actitud. Para los afganos, Alejandro Magno, de hecho, fue una terrible conquistador, algo muy cercano a la noción occidental del diablo como el DVD DVD Nos passos de Alexandre o Grande, la producción de Maya Visión para la BBC de Londres, dirigida por David Wallace, producida por Rebecca Dobbs, escrito y presentado por Michael Wood. El material fue publicado en el Brasil por la Editora Abril, en 2004.

 

[15] Entre las diversas formas de la catarsis tenemos la lectura o el consumo de la cultura de masas, especialmente literatura/películas de aventura, epopeyas y cómics violentos, que van desde los pulps a los superhéroes. En un ensayo titulado Comic strips and their adult readers (in Mass-culture – the popular arts in America. Glencoë: Free Press, 1957 p.189-198), el científico social Leo Bogart examina las historietas de mediados del siglo XX como a su efecto catártico en los lectores, especialmente a entenderlos como un recurso capaz de aliviar la “monotonía de la existencia.” Cómics, por lo tanto, serían “reductores de la tensión.”

 

[16] Fuente: archivo de cartas de Astrodatabank, con la calificación de “AA” en el sistema Rodden, el consenso entre los astrólogos del mundo, que se corresponde con el grado de fidelidad y exactitud de los datos de nacimiento. La calificación “AA” se da cuando la información obtenida es de, por ejemplo, registros o certificados de nacimiento.

 

[17] Una posible situación es el astrólogo preguntar si el sujeto tiene “problemas con los hermanos”, y antes de terminar la pregunta, el cliente responde “sí, mis hermanos y yo siempre discutido mucho.” De hecho, el “problema” que el astrólogo estaba empezando a levantar podría referirse a un posible consumo de drogas por estos hermanos, problemas financieros, enfermedades y similares. La respuesta dada por el cliente no responde a nada en absoluto, porque el número de casos de hermanos que simplemente “discuten” es casi imposible de definir.

 

[18] En la actualidad, incluso en el caso de la materia: Según la física cuántica, una partícula puede estar en dos lugares al mismo tiempo, por ejemplo, según el ojo del observador.

 

[19] Una de las referencias más interesantes y actuales en este sentido es el trabajo de Cristina de Amorim Machado, Considerações acerca da cientificidade da astrologia à luz das idéias de Popper, Kuhn e Feyerabend, la investigación realizada en la Universidade do Estado de Río de Janeiro (UERJ ) en IFCH – Instituto de Filosofía e Ciencias humanas – Departamento de Filosofía, 2004.

 

Resenha do livro “Kabbalah Hermética”, de Marcelo Del Debbio

Estou devendo esse texto faz um bom tempo. Um ano inteiro, se não me engano. Aproveitando o descanso e tempo livre, agora que o carnaval se foi e que o ano finalmente começa no Brasil, eis uma visão geral sobre o livro “Kabbalah Hermética”, de Marcelo Del Debbio, publicado por sua editora, a Daemon, com gigantesca, e merecida, adesão no Catarse, site de crowdfunding.

Trata-se de um grande (em vários sentidos, incluindo o tamanho físico) trabalho, com um projeto gráfico belíssimo, coisa que poucas vezes se vê em algo relacionado a tal estudo. Normalmente os livros possuem poucas ou nenhuma ilustração explicativa, coisa que o autor se preocupou em fazer não apenas com imagens que acompanham o texto, mas como forma didática de apresentação. As páginas também possuem belas decorações nas margens, com cruzes templárias em seus ornamentos, que recordam muito a maneira com a qual textos iniciáticos são impressos e entregues aos membros de organizações fraternais. A capa dura é também algo que gera uma boa impressão, com jeito de bíblia ou de livrão, meio grimório, que velhos alquimistas de filmes sobre o Medievo usam para consultar enquanto realizam seus trabalhos mágicos. Não bastasse isso, o miolo é feito em papel couché brilhante. Isso combina com o estilo enciclopédico com o qual Del Debbio construiu a obra. Os capítulos parecem grandes verbetes com verbetes dentro. Tudo com grande preocupação pedagógica, com introduções aos elementos, planetas, signos e sephirot, além dos caminhos da Árvore da Vida, letras hebraicas correspondentes e cartas do Tarot, que são a base do estudo da Kabbalah de linha Hermética.

Aqui temos uma volumosa síntese de conhecimentos que o autor adquiriu durante sua vida iniciática e também descobertas em práticas pessoais, pelo que parece, algo que particularmente me apraz, dado o fato de que geralmente faço o mesmo. Del Debbio percorre concepções de várias organizações e sistemas em seu livro. A capa, com a Rosacruz Hermética, da Ordem Hermética da Golden Dawn, sugere uma certa inclinação para o sistema propagado por essa fraternidade, embora haja uma originalidade no texto e nos muitos estudos comparativos que o autor faz com base em sua própria experiência e deduções. De fato, todos fazem muito sentido.

Clique na imagem acima para acessar a AGENDA DE CURSOS PRESENCIAIS – mês a mês os cursos oferecidos pelo autor.

O hercúleo trabalho de Mitologia Comparada é bem pouco encontrado com tantos detalhes quanto como neste livro. Vai muito além das habituais mitologias greco-romana e egípcia que se espera encontrar em algo do tipo. Não que isso seja pouco, é muita coisa, com certeza, mas em “Kabbalah Hermética” encontram-se as correspondências entre muitos deuses e personagens equivalentes em um grande número de culturas, incluindo referências em cultura de massas, como as da série Star Trek, Star Wars, nos quadrinhos de Alan Moore, como “Promethea” (que este que vos fala pesquisou em seu doutorado – e disponibilizou a tese para download integralmente aqui) e na História da Arte, analisando e comparando centenas de referências. Tudo isso torna a obra muito esclarecedora. De fato, me acrescentou novos conhecimentos e reforçou tudo o que eu já conhecia há muitos anos.

 

Embora de forma alguma isso retire o mérito, a beleza, a utilidade e a grande qualidade pedagógica da obra, senti um pouco de falta de um índice onomástico (sim, aquele dos nomes) e um índice analítico, como a Vozes costuma fazer nas obras de Jung, com termos, expressões e outros dados relevantes e a localização de suas páginas. Aqui seria, por exemplo, o caso de procurar expressões como “caminho da mão direita” e “caminho da mão esquerda”, entre outras de igual importância, para localizá-las em diferentes contextos na obra, que, reitero, está magnífica. Isso se deve ao fato de que o livro é bem grande e possui muita informação. Em alguns pontos desejamos chegar a um dado termo que havíamos lido anteriormente, mas queremos reaver a página e seu contexto, e demoramos um pouco a encontrá-lo. Quem sabe, futuramente, não tenhamos um equivalente em formato digital? Assim uma busca interna no livro resolveria isso facilmente.

 

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Há, ainda, um outro ponto alto na publicação: os diversos gráficos explicativos, lamen, esquemas, na forma de pôsteres muito bem pensados e bonitos. Um eu já pendurei na parede. Uso outros em aulas, como algumas das referências.

Enfim, “Kabbalah Hermética” é ao mesmo tempo um guia, excelente livro de consulta constante e algo a ser utilizado no aprendizado de Kabbalah por todos os que se dignarem a trilhar esse caminho pela via do Hermetismo, tanto professores quanto alunos. De fato, indico sempre aos meus alunos de Astrologia e aos de Kabbalah. Parabéns, Marcelo!

Carlos Hollanda – 18/02/2018

 

Ao Encontro de Excalibur – Jornada de Astrologia, Mitologia e Magia – Inglaterra e Escócia

Prezados, como sabem, todos os anos o PROJETO LUMINAR e a CASA DO SOL produzem, em parceria, jornadas internacionais em locais com profunda carga simbólica, artística e histórica, além de mágica. Sim, com atividades de magia com base astrológica. Em 2016 levamos um grupo para a Itália, onde passamos por várias cidades realizando vivências, dando aulas, diante de obras de arte e arquitetura, sobre o simbolismo nelas contido e Astrologia. Em 2017 foi a vez de Israel, Jordânia e Turquia (com uma passadinha na Grécia), onde percorremos caminhos templários, locais tocados por profetas,personagens bíblicos, mitos, discorrendo muito a respeito, ensinando algumas práticas mágicas importantes e potentes nesses locais, aproveitando a energia que perpassa pontos da Terra como Jerusalém, ensinando Kabbalah e Astrologia, tendo contato com o Sufismo em suas fontes, sem contar a parte terapêutica envolvida.

Desta vez, em 2019, iremos para o Reino Unido, onde percorreremos locais como Stonehenge durante o Equinócio de Outono (hemisfério norte), com o ingresso do Sol em Libra, vendo-o ocorrer e participar de rituais junto às pedras. Veremos livrarias visitadas por grandes magos, como Aleister Crowley, realizaremos práticas de prosperidade e, claro, ensinaremos o que precisarem e muito mais de Astrologia, Hermetismo, Magia Medieval, Druidismo, rituais celtas etc. Sim, levaremos nossos materiais de radiestesia, tarots, e outros instrumentos para intensificar as experiências e tornar esta viagem mais uma grande jornada interior de transformação e crescimento. Imagine ter aulas de tudo isso enquanto está num local como um Crop Circle, o Castelo de Tintagel (que inspirou a lenda do Rei Artur) ou como a região de Glastonbury, a mesma das Brumas de Avalon?!
Clique aqui e curta, no Facebook, a página do evento, com os detalhes da programação e o cartaz de divulgação.
Caso conheçam quem esteja interessado e não queria perder essa oportunidade, divulgue e peça para entrar em contato conosco, os facilitadores (Carlos Hollanda e Daniela Rossi).

Inglaterra e Escócia – Setembro de 2019

January 2, 2018

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com Daniela Rossi e Carlos Hollanda

Esta viagem leva-nos a Escócia e a Inglaterra, à lendária Avalon do Rei Artur, de Merlin, da Senhora do Lago e das Sacerdotisas da Deusa. Passando por Edimburgh e seus belíssimos castelos a Inverness, capital das highlands, até mergulharmos na lendária ilha de Skye.
Visitaremos cidades e locais históricos onde pisaram druidas e celtas, cavaleiros e templários, numa peregrinação que é também um retiro transformador. Em cada local, e em sintonia com cada espaço físico e energético, levaremos a cabo diversos trabalhos terapêuticos de mergulho interior, descoberta, cura e liberação, facilitados por Dani Rossi e Carlos Hollanda.

Momentos especiais nos aguardam, recheados de Astrologia, Tarot, Runas e muita contação de histórias. Sentes o chamado?

Venha conosco nesta incrível jornada em busca do poder da Excalibur, seguindo as brumas de Avalon …

REINO UNIDO

Saída do Brasil

1º Dia  – Florianópolis – Londres

A maior metrópole da União Europeia tem uma personalidade única, formada por seus grandes monumentos, séculos de história e presença marcante na moda, arte e gastronomia.

2º Dia  – Londres

Chegada à Londres e translado para o hotel. Acomodações para 3 noites. Dia livre para atividades independentes.

Sugestão: jantarmos no restaurante de Jamie Oliver (opcional, não incluido)

3º Dia  – Londres

Após café da manhã, em horário a combinar, City tour por Londres pela manhã.

Tarde e noite livres.

Sugestão : visitarmos Greenwich ao final da tarde e curtir um acolhedor pub inglês no inicio da noite. (ticket de trem/metro não incluído)

4º Dia – Londres

Dia livre para atividades independentes.

Se precisar de alguma dica, consulte seus anfitriões!

5º Dia  – Londres – Glastonbury

Após café da manhã,transfer para Glastonbury e ônibus privado. Acomodações para 3 noites no hotel em Glastonbury. Restante do dia livre.

6º Dia  – Glastonbury

Este pequeno e animado povoado com menos de 9.000 habitantes atrai visitantes de todos os gêneros: românticos fascinados pelas lendas do rei Artur, peregrinos à procura da herança da antiga cristandade, místicos em busca do Santo Graal, enquanto os astrólogos são seduzidos pelos rumores da existência de um zodíaco na paisagem. Além de palco de um dos maiores festivais de música do mundo, a cidade exibe uma inebriante mistura de charme inglês, cultura new-age, boemia e uma surpreendente história espiritual.

No sopé do monte existe uma nascente cujo barulho lembra o pulsar do coração. Esta nascente é também chamada Fonte de Sangue, uma vez que suas águas possuem aquela cor devido ao óxido de ferro, embora a sua mais famosa designação seja a de Vaso Sagrado, uma vez que a tradição dá como certo ser ali que se esconde o Santo Graal.

Após café da manhã, em horário a combinar, visitaremos:

  • Glastonbury Tor – Testemunhe as incríveis energias do Tor, entenda por que essas colinas são chamadas de dragões dormindo e observe a paisagem sagrada até o País de Gales.

    • Chalice Well & Gardens (Poço do Cálice).

    Neste tranquilo jardim, descubra por que dizem que essas águas tem o poder da cura bebendo você mesmo.

    • Glastonbury Abbey

    • White Springs

    • Gog & Magog

    • River Brue

    • Goddess Temple

    7º Dia  – Stonehenge

    Pela manhã, partida em direção ao sudeste britânico. No meio de uma rodovia, ergue-se, majestosamente, o círculo de pedras de Stonehenge. Imponente, misterioso, testemunho de um período em que as forças da natureza eram divinas para o homem, o monumento, de 5,5 mil anos, atrai visitantes que, mesmo sem compreender exatamente seu significado — nem os estudiosos chegaram a um consenso — sentem-se magnetizados pela edificação.

    Além de Stonehenge impressionar por ser uma obra-prima da engenharia do neolítico, o monumento foi construído com dois tipos de pedra: um grande e pesado arenito típico das planícies do condado de Wiltshire, conhecido como sarsen, e as bluestones, estruturas menores que compõem a parte interna do círculo. Em média, as sarsen pesam 25 toneladas e, segundo arqueólogos, foram transportadas desde Marlborough Downs, a 32km de distância. Já as bluestones pesam de 2t a 5t e também foram carregadas até o lugar onde se ergueu o círculo. O trabalho de polir, levantar e encaixar as pedras certamente exigiu não só força, mas um sofisticado conhecimento técnico.

    A maior parte das pessoas que visita esse Patrimônio Mundial da Humanidade é mais atraída pelo misticismo do círculo do que pela sua arquitetura. Poucos monumentos antigos foram alvo de tantas especulações e teorias. Há quem defenda que o propósito inicial era coroar reis, outros dizem que seria um templo druida ou um instrumento astronômico, para prever eclipses e outros eventos. Também poderia ser um centro de cura, um cemitério ou um memorial dos ancestrais.

    Atualmente, a interpretação mais aceita é a de um sitio arque astronômico, um templo pré-histórico alinhado com os movimentos do Sol e da Lua em relação a Terra. No solstício (dezembro e junho), uma multidão vai até lá observar o astro e celebrar rituais pagãos, bem à moda neolítica.

    Para conhecermos melhor a história de Stonehenge, primeiramente é feito um tour pelo museu, localizado no centro de visitantes. Há cerca de 300 objetos arqueológicos escavados no círculo e nas proximidades, que explicam as principais teorias e inserem a edificação no contexto da época.

    Após visitação, retorno a Glastonbury em ônibus privado.

    Fim de tarde e noite livre para curtir o vilarejo.

    ​​8º Dia – Glastonbury – Tintagel

    Café da manhã e tempo livre para os últimos passeios ou compras desejadas.

    Fim de tarde, seguiremos em ônibus privado para Tintagel. Acomodação para 2 noites em hotel categoria turística.

    9º Dia  – Tintagel

    Pela manhã, após o café, sairemos para reconhecimento da área, a enigmática Cornualha, onde o espectro do lendário Rei Arthur se destaca em Tintagel. Visita ao coração do condado do Rei Arthur, com suas lendas e histórias celtas.

    Conheça o seu dramático castelo no penhasco. Embora as ruínas atuais datem principalmente do século XIII, as escavações arqueológicas revelaram as bases de uma fortaleza muito anterior, alimentando a especulação de que Arthur pode ter nascido no castelo, como os habitantes locais gostam de reivindicar. É uma visão deslumbrantemente romântica, com suas paredes agarradas às falésias de granito preto. Parte do castelo está sobre uma rocha chamada “A llha”, acessada através de uma ponte de madeira e um vertiginoso conjunto de passos pelo penhasco. Há também um curioso túnel que ainda intriga os arqueólogos, cujas trilhas levam ao longo do promontório até a capela St Materiana.

    Na praia abaixo do castelo abre-se uma boca rochosa que os levará até a caverna de Merlin – exposta apenas na maré baixa. A lenda afirma que é o local onde o mago tecia seus feitiços e teria iniciado os druidas.

    Retorno ao hotel e noite livre.

    10º Dia  – Tintagel – Bristol – Inverness (Chegada na Escócia).

    Após café da manhã, em horário a combinar, tranfer para o Aeroporto de Bristol. Embarque no voo para Inverness.

    Chegada em Inverness. Transfer para o hotel com acomodações para 3 noites em Inverness e resto do dia livre.

    11º Dia  – Inverness

    Após café da manhã iniciaremos um tour por Inverness, capital das Highlands – uma pitoresca cidade que conserva as tradições dos clãs escoceses.

    A capital é simpática, acolhedora, repleta de história e pequena o suficiente para ser explorada a pé. As cenas da série “Outlander” foram filmadas em torno da cidade. A colina acima do centro da cidade é coberta pelas pitorescas torres barônicas do castelo de Inverness, uma estrutura de arenito rosa datada de 1847, que substituiu um castelo medieval explodido pelos jacobitas em 1746.

    Resto do dia livre para explorar a pitoresco região.

    ​12º Dia  – Findhorn – Inverness

    Saída para  Findhorn Community (2 horas de trajeto) parada durante o trajeto no Highland Folklore Museum. Link para o museu aqui.

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    Retorno a Inverness no final do dia e noite livre.

    13º Dia  – Inverness – Ilha de Lewis

    Transfer até Ullapool para apanhar o ferry para a Ilha Lewis. Acomodação para 2 noites em Stornoway. Dia livre em Stornway.

    14º Dia  – Stornway

    Visita à Callanish stone circles, um circúlo poderoso composto por 13 pedras da era Neolítica. https://www.youtube.com/watch?v=e98oObp4nwM

    Noite livre em Stornoway.

    15º Dia  – Ilha de Lewis – Ilha de Skye.

    Saída de Stornway. Em horário a combinar, Ferry para Uig, na Ilha de Skye, visitando no caminho Fairy Glen. Loalizada no lado ocidental de Trotternish, em Balnacnoc (que significa – aldeia ou município nas colinas) acima de Uig, localiza-se Fairy Glen – um deslizamento de natureza Quirang em miniatura. A estrada serpenteia em torno de pequenas colinas cobertas de arvoredo com lochans que dão ao vale uma sensação de outro mundo. Muitos acreditam que essas mini-formações abrigam seres da natureza como fadas e elfos e inclusive já foi cenário de diversos filmes de magia e fantasia.

    Após visita, nos dirigiremos ao centro de Skye, a lendária Portree.

    Chegada em Portree. Acomodações para 2 noites no hotel. Noite livre.

    16º Dia – Ilha de Skye

    Durante o dia faremos um City tour pela ilha, considerada a maior ilha do extremo norte. Em seguida visita ao Dunvegan Castle.

    Construído sobre uma rocha em uma configuração idílica ao lado do lago, Dunvegan é o castelo mais antigo habitado continuamente na Escócia e foi o lar ancestral dos Chefes do Clã MacLeod há 800 anos. Em exibição, há muitas pinturas a óleo finas e tesouros de clãs, a mais famosa das quais é a Fairy Flag (Bandeira da Fada). A lenda diz que esta bandeira sagrada tem poderes milagrosos e quando desdobrada na batalha, o clã MacLeod invariavelmente derrotaria seus inimigos.

    Retorno à Portree. Noite livre.

    ​​17º Dia  – Ilha de Skye – Edimburgo

    Após café da manhã, em horário a combinar, saída de Portree com destino à Edimburgo.

    Parada durante o trajeto para almoço e visita a uma destilaria de Whisky, típico escocês.

    Chegada à tarde em Edimburgo. Acomodações para 3 noites no hotel. Caminhada noturna pela cidade.

    Caminhada Noturna – Explore o lado sinistro e assustador de Edimburgo nesta excursão a pé. De fantasmas aos planos diabólicos que levaram à traição e tortura, até vidas secretas que permanecem nos cantos negros da cidade. Junte-se a esta excursão noturna e experimente as históricas e misteriosas ruas e becos de Edimburgo, enquanto seu guia local dá vida aos contos sobrenaturais do passado e do presente da cidade.

    18º Dia  – Edimburgo

    Após café da manhã, City Tour por Edimburgo e visita à Rosslynn Chapel. Resto do dia e noite livre para passeios.

    19º Dia – Edimburgo

    Após café da manhã, dia livre para passeios. Sugerimos o Castelo de Edimburgo como um dos locais a ser visitado.

    20º Dia  – Edimburgo – Florianópolis

    Em horário a combinar, transfer ao aeroporto. Embarque para voo com destino ao Brasil.

    Fim dos nossos serviços.

    FORMAS DE PAGAMENTO

    • Pagamento À vista

    • Pagamento parcelado sendo:

    40% de entrada + 60% restante podendo ser parcelado em até 3x sem juros no cartão de crédito.

    OUTRAS POSSIBILIDADES DE PAGAMENTO PARCELADO, CONSULTE NOSSO OPERADOR.

    DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

    O passageiro é inteiramente responsável pela obtenção dos documentos necessários para a viagem, devendo possuir passaporte válido com os devidos vistos em dia. Consulte a documentação exigida com o consulado ou embaixada do(s) destino(s) de sua viagem.

    VISTOS – (de acordo com o itinerário apresentado acima) Para Escócia & Inglaterra vistos não são necessários para portadores de passaporte brasileiro, mas o passaporte deverá possuir no mínimo, duas folhas em branco para o controle de imigração poder carimbar as entradas e saídas. Passageiros estrangeiros: favor consultar diretamente o Consulado ou Embaixada do país a ser visitado.

    PASSAPORTES – Passaporte devidamente legalizado e com validade mínima de 6 meses após o término da viagem. Lembrando que para viagens internacionais não serão aceitos os documentos como, RG, RNE, CPF, Carteira de Motorista (CNH), Carteiras de Classe CRM (médicos), CREA (engenheiros, arquitetos), OAB (advogados), etc.

    Para maiores informações nos enviar e-mail com assunto REINO UNIDO para contato@casadosolfloripa.com.br

Outras informações pelos e-mails:
Carlos Hollanda – carlos.hollanda@gmail.com
Ou pelo telefone: (48) 99631-9336

Faetonte, o asteróide, e Saturno em Capricórnio

Dei uma entrevista agorinha há pouco para uma rádio sobre a passagem do asteróide 3200 Phaeton, que cruza normalmente as órbitas dos planetas Mercúrio, Vênus, Terra e Marte, “raspando” sobre a Terra, em uma distância bem menor que a da Lua para cá. Ele sempre acompanha a chuva de meteoros Gemínidas, nessa mesma época do ano. A passagem de um corpo celeste diferente do usual sempre desperta uma série de crenças sobre situações calamitosas, como foi o caso da simultaneidade da passagem do Cometa de Halley em 1066, retratado, inclusive, na Tapeçaria de Bayeux, que, em seu bordado, representa a Batalha de Hastings, na conquista normanda da Inglaterra.

Cena 32: Os homens observam o cometa Halley – Cena 33: Harold no palácio de Westminster

De fato, seria preciso uma série de considerações novas para interpretar o tipo de impacto comportamental e coletivo que tal fenômeno simbolizaria. Um cometa em si não faz parte do sistema de interpretação astrológica como o faz um planeta do sistema solar, assim como a diferença de trajetória do asteróide não necessariamente revela algo extraordinário. Porém, a coincidência dessas, digamos, “anomalias”, com ingressos de planetas em signos ou outros ciclos de grande importância acaba ganhando contornos muito significativos, quase como prenúncios dos grandes processos que viriam à frente. A proximidade do asteróide, que aqui vou denominar “Faetonte”, com a Terra e o ingresso de Saturno em Capricórnio chama a atenção para a necessidade de superar a hubris, isto é, o descomedimento, e as ações inconsequentes, sem bom senso ou considerações do perigo. Faetonte, no mito grego, é filho de Helios, o Sol, e Climene, filha do Oceano.

Em resumo, uma das principais questões de seu mito é a tentativa de provar-se filho do Sol, após Épato, filho de Zeus e Io, julgar-lhe mentiroso. Ao chegar diante do pai, este lhe promete nada recusar quanto a um eventual pedido do filho, que lhe solicita o carro do Sol para conduzi-lo por um dia. Sem o poder ou a habilidade suficiente para conduzir o carro, astros se desviavam de suas órbitas e a Terra tornou-se ressequida pela aproximação do veículo flamejante. Zeus, ao ver isso, não teve alternativa senão fulminar o jovem com um raio, evitando catástrofes maiores. Faetonte cai no rio Erídano e suas irmãs, Lampésia, Faetusa e Febe, as Helíades, choram por 4 meses sem parar. Os deuses as transformam em Álamos e suas lágrimas em âmbar.

Faetonte não deixa de ser um lembrete para esses próximos dois anos e meio em que Saturno passará por Capricórnio (ingressará no signo em 20/12/2017), seu domicílio. É preciso considerar a firmeza das estruturas e pesar prós e contras muito bem, mesmo quando tudo parece ser muito simples. Ouvir quem tem mais experiência, trabalhar duro, não se preocupar com desafios infantis e não ser descomedido, não exagerar na confiança.

Em breve um artigo mais denso e esclarecedor sobre Saturno em Capricórnio. Por hora, veja a página de CURSOS ONLINE clicando aqui. Um deles é de Mitologia e Simbolismo de Signos e Planetas.

 

Video: Palestra sobre Eclipses na íntegra Simpósio Internacional de Astrologia – SINARJ

A Companhia dos Astros disponibilizou em seu canal a palestra que proferi no Simpósio Internacional de Astrologia do SINARJ, em 12 de novembro de 2017. Confiram e desfrutem. Abaixo, um texto que introduz esse material. Ele é também uma pequena parte de um workshop sobre eclipses cuja primeira apresentação será em fevereiro de 2018, em data a divulgar.

 

Quem foi que apagou a luz?! Eclipses, Tombos e Desvios no Indivídual e no Coletivo.

Por muitos anos fui questionado por alunos e leitores sobre os efeitos prováveis dos eclipses, quase sempre com algum temor de se ocorrer algum tipo de catástrofe ou perda. Não que tais coisas não sejam relativamente frequentes e claramente visíveis nos pontos do mapa individual pelos quais passou o eclipse, mas por vários anos observei que o que há ali ultrapassa a mera destruição: há, simultaneamente, um processo criador, um início, um disparo de um potencial. Cataloguei ao longo dos anos, no entanto, uma grande quantidade de desvios repentinos de planos, o encontro com situações fortuitas vindas do coletivo, modificações súbitas de comportamento individual, como se ali fosse finalmente ligado o interruptor de algum potencial latente em sua faceta mais intensa, talvez descontrolada, mas certamente mais poderosa e viabilizadora de tomadas de decisão há muito suprimidas. No coletivo as situações majoritariamente propagadas em observações e estudos de outros astrólogos são muito precisas e correspondem quase sempre a guerras, desastres e convulsões sociais. Não é difícil constatar que tais afirmações se mostram corretas, basta olhar o noticiário nas épocas indicadas nas previsões. Os eclipses, sobretudo os solares, são quase sempre processos desestabilizadores. Muitas vezes podem recordar efeitos similares a trânsitos de Urano (com nuances compulsivas, estilo Plutão) sobre aqueles pontos do mapa, com guinadas e repentes, coisas não esperadas ou cogitadas. Veremos, durante a apresentação, de que modo se estabelece esse paralelo.

Em termos técnicos e mundanos, de acordo com Ptolomeu, no livro II do Tetrabiblos, os eclipses, como temos constatado, se relacionam a megatendências, macro-eventos que afetam países, cidades ou grandes grupos de pessoas. Para Ptolomeu a astrologia natal estaria subordinada a tais macro-eventos. Aqui proponho um diálogo entre a visão ptolomaica e os processos inconscientes, como um todo indissociado. De fato, uma catástrofe natural talvez não seja necessariamente causada por um indivíduo, exceto se ele for um presidente de um país, o responsável por uma indústria de produção em larga escala em vários países ou se é uma pessoa comum que, por acidente, desencadeia um processo de grandes proporções. Porém, os eclipses em mapas individuais correspondem, na vida pessoal e nas das pessoas com quem se tem algum contato, uma série de situações que se encontram entrelaçadas ao momento coletivo.

Aqui, apesar de procurar bases tradicionais para a compreensão apurada deste fenômeno, em grande parte recorro à experiência empírica: observação, comparação, catalogação e filtragem dos dados que me chegam. Desde as experiências pessoais com esse fator tão poderoso até os relatos cedidos por clientes e os pareceres de outros astrólogos são considerados. Procura-se, assim, estabelecer os elos entre o elemento simbólico e mitológico com aquilo que eventualmente se repete na prática de observação dos efeitos. Temos como recorte as conjunções e oposições dos eclipses solares com planetas e ângulos, bem como algumas localizações do fenômeno em casas, tudo em mapas radicais. Mais precisamente em se tratando dos eclipses por trânsito do que daqueles que já se encontram num mapa de nascimento. Os eclipses lunares serão abordados noutro trabalho.

É o mesmo supracitado Ptolomeu quem ressalta a importância de algo que aqui é também abordado tanto no sentido coletivo quanto no individual: o planeta que governa o eclipse, isto é, o signo em que ele ocorre. Ele ainda recorre a detalhes mais rebuscados (que não se encontram neste recorte), como, por exemplo, o regente da triplicidade do grau de eclipse para determinar a região do mundo que é afetada, a duração e a extensão do efeito. Determina o tipo de pessoas e animais afetados a partir das características do signo do planeta governante e a qualidade do evento (se mais ou menos danoso ou auspicioso). Complementa com as eventuais configurações formadas por esse planeta com os demais.

Até aqui só há concordâncias, porém, se pudermos acrescentar dados além dos símbolos mais corriqueiros, como o do “dragão que devora o Sol”, entenderemos que Eclipses são também uma espécie de “piscar de olhos cósmico” ou, em outras palavras, uma espécie de lubrificação da percepção e uma breve “suspensão” da natureza provendo um novo ponto de partida.  De fato, o eclipse solar não deixa de ser uma Lua Nova superpotente ou uma conjunção de Lua com Sol. É o início de algo, de um ciclo, simultaneamente à conclusão de outro ou a um novo caminho iniciado num ciclo anterior. Não admira ser uma fase, cuja duração média é de 6 meses a partir do efeito inicial, em que nos confundimos, perdemos o rumo, enfrentamos algo novo e diferente, potencialmente turbulento e caótico. É a chegada do desconhecido, daquilo que estava oculto, que nos “assalta” de repente, mas que já estava ali aguardando uma oportunidade para irromper das sombras.

Entretanto, apesar desse susto e até de algumas circunstâncias críticas ou violentas, seguidamente ao período de confusão e desorientação possíveis ao ponto ligado ao eclipse em trânsito sobre o mapa natal, há um “despertar” sob diversos pontos de vista. Neste caso, refiro-me tanto ao fator do mapa natal que o eclipse tocou por conjunção quanto ao planeta, também em trânsito, que o rege e suas condições naquele momento-semente.

O eclipse recorda os mitos em que há um personagem totalmente cego ou caolho, mas que enxerga além das aparências, das circunstâncias normais e imediatas, que conectam o mundo dos homens com o dos mortos e dos deuses e ainda podem vislumbrar o porvir. É o caso de Odin, que cede um olho para obter a sabedoria e uma espécie de onisciência, de Tirésias, tornado cego pela ira de Hera, mas a quem foi concedido o dom da adivinhação e da visão dos deuses por Zeus (visão interior). Seria também o de Hórus, um deus solar que a tudo vê (o símbolo do olho de Hórus é também conhecido como “o olho que tudo vê), que perde um dos olhos em batalha contra Seth. Enquanto a visão física e consciente é limitada, sua contraparte inconsciente a complementa e a estende para possibilidades praticamente ilimitadas. Assim, a “Visão” de que falamos aqui refere-se ao desenvolvimento das duas formas de ver, de perceber. Não raro, como já dito, o processo ocorre sincronicamente a um grande desnorteio que obriga o indivíduo, naquele ponto sensibilizado do mapa a desviar seus caminhos, intentos, convicções e conhecimentos. O desvio pode ser uma bela chacoalhada naquilo que em se tratando dos desejos de segurança e de poder que o ego individual tinha como o “mais certo ou mais aceitável”, enquanto que uma vontade maior o arranca daquela trajetória, independentemente de parecer que tudo carece de lógica ou fundamento. Como costumo repetir aos clientes e alunos, “o mapa está pouco se lixando para nossa lógica, que prefere pensar em termos de controle individual”. Trocando em miúdos, é mais ou menos dizer que há pontos em que nossos planos conscientes estão muito desalinhados com um processo bem maior. Este pode envolver situações fortuitas promovidas no coletivo, como guerras, situações geológicas ou crises econômicas ou algo que brota do interior, do inconsciente ou, se for preferível, de forças divinas, se o entendedor optar por uma linguagem mais iniciática. O eclipse nos obriga a ver além, justamente por representar esse ponto cego. Pelo que pude observar, e pelas entrevistas feitas, a esmagadora maioria tem claramente a simultaneidade dessas duas motivações, a coletiva e externa ou mundana, e a interna, cujo movimento muitos podem identificar através de sonhos, em psicoterapias e práticas místicas ou religiosas.

Um excelente exemplo dos efeitos da conjunção de um eclipse no mapa é visto quando ela ocorre com Mercúrio. Ali o processo se relacionaria com perdas de documentos, desentendimentos com pessoas que falam muito ou que trabalham com sistemas de comunicação, mudanças de idéia causadas por situações em que a principal ferramenta de pensamento se mostra inválida, entre outras. Pode, igualmente, mostrar uma alteração significativa no discurso, o início de um novo e muito profundo estudo que intensifica a influência do indivíduo em sociedade. Seria preciso ter bastante cuidado com escritos ou vídeos para que eles não se percam ou corrompam. Percebe-se, ainda que o que o indivíduo profere causa um impacto muito maior, podendo algumas pessoas tomarem meras metáforas como declarações literais. Com Vênus, um dos efeitos possíveis é o encontro repentino de uma nova afeição como se o indivíduo tivesse sido subjugado por algo muito intenso e avassalador. Ou ele pode sofrer algum revés financeiro em investimentos que “tinham tudo para dar certo”, segundo o ponto de vista do indivíduo.

Uma oposição de eclipse com o Sol radical de um país tem como um dos melhores exemplos a que ocorreu em fevereiro de 2017, formando esse aspecto com o Sol do mapa da Independência do Brasil (com uma órbita de cerca de 6 graus). Fácil ver nos noticiários o súbito enfraquecimento da figura do presidente (Sol) três meses depois do fenômeno. Durante a apresentação teremos vários exemplos das questões tratadas neste texto.

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Qual o Signo que Combina com o Meu?

O signo “X” combina com o signo “Y”?

Cada indivíduo possui um mapa astrológico com muitos fatores a correlacionar. Quando tentamos fazer indicações sabendo apenas qual é o signo de uma pessoa e o de outra (neste caso, apenas os signos solares delas) não é possível dar pareceres adequados sobre compatibilidade. Para tanto, requer-se um estudo chamado Sinastria, que consiste na comparação ou síntese de ambos os mapas, relacionando os diversos fatores de um com o outro. Para realizar um estudo desse porte de forma correta é preciso um astrólogo profissional. Mesmo entre pessoas que têm seus signos solares teoricamente “incompatíveis” é possível verificar vários outros fatores que contrariam o que seriam tendências não muito bem-vindas. Por outro lado, nenhuma dupla de mapas pode apresentar compatibilidade entre todos os fatores. Até mesmo pessoas que nasceram em momentos muito próximos e que podem até guardar grande semelhança em se tratando de experiências de vida, podem ser altamente incompatíveis. Muito dependerá do amadurecimento das próprias emoções, das experiências de vida, do sentimento genuíno e do autoconhecimento. Nesse último caso a astrologia pode ajudar bastante.

O ser humano não pode ser resumido num único signo ou fator simbólico. Somos todos mesclas de diversos elementos psíquicos, culturais, tendo parte de nosso comportamento origem num processo histórico e outra num processo arquetípico, isto é, inconsciente. Como disse antes, “nosso signo”, na verdade é o chamado “signo solar”, o signo onde o Sol estava no momento de nosso nascimento. Ele não é o único fator a ser considerado numa análise astrológica. Podemos até dizer, reiterando que também se trata de uma forma genérica para exemplificar, que quando pessoas cujos mapas apresentam predominância em elementos (os 4 elementos) iguais, tende-se a uma certa identificação comportamental. Assim sendo, pessoas de signos de Fogo (Áries, Leão e Sagitário) ou com muitos fatores do mapa nesses signos, têm certa afinidade com outras que tenham características semelhantes. Mesmo assim, outros fatores do mapa de uma pessoa combinados com os do mapa de outra podem modificar esta interpretação consideravelmente.

Signos incompatíveis seriam, também segundo uma visão muito simplista, aqueles que estão em oposição com seu signo solar ou em signos de mesmo ritmo. Áries, signo cardinal, é, portanto, incompatível com seu oposto, Libra e com Câncer e Capricórnio, signos de ritmo cardinal, como o Carneiro.

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Os chamados “signos opostos” (teoricamente “incompatíveis”) são:

Áries – Libra
Touro – Escorpião
Gêmeos – Sagitário
Câncer – Capricórnio
Leão – Aquário
Virgem – Peixes

Signos de mesmo ritmo (teoricamente “incompatíveis”)
ficam distribuídos na seguinte ordem:

(signos cardinais) Áries-Câncer-Libra-Capricórnio
(signos fixos) Touro-Leão-Escorpião-Aquário
(signos mutáveis) Gêmeos-Virgem-Sagitário-Peixes

Signos de mesmo elemento
ou de mesma “triplicidade” (compatíveis, na teoria) são:

(signos do elemento Fogo) Áries-Leão-Sagitário
(signos do elemento Terra) Touro-Virgem-Capricórnio
(signos do elemento Ar) Gêmeos-Libra-Aquário
(signos do elemento Água) Câncer-Escorpião-Peixes

Signos de elementos diferentes,
mas compatíveis (na teoria) por polaridade
(Fogo-Ar ou Terra-Água) são:

Signos dos elementos Fogo e Ar teoricamente compatíveis:

– Áries-Gêmeos
– Áries-Aquário
– Leão-Gêmeos
– Leão-Libra
– Sagitário-Libra
– Sagitário-Aquário

Signos dos elementos Terra e Água teoricamente compatíveis:

– Touro-Câncer
– Touro-Peixes
– Virgem-Câncer
– Virgem-Escorpião
– Capricórnio-Escorpião
– Capricórnio-Peixes

Mas basta um breve olhar sobre o comportamento das pessoas para ver que essa classificação só é válida quando se está trabalhando no nível teórico e quando estamos pensando em termos de um mapa astrológico completamente calculado. Na prática, por exemplo, o que seria “compatível” para Capricórnio e Escorpião, pode ser uma relação em que o Escorpião (o Sol em Escorpião) se ressente pelo que pode entender, em sua concepção particular, como frieza e falta de paixão do sujeito com o Sol em Capricórnio. O aquariano pode irritar-se com o egotismo ariano e com a postura de seguidor de gurus, do sagitariano, logo ele, o Aquário, tão inclinado à contestação de regras e valores que não parecem condizentes com a realidade em que vive. Por isso é tão complicado e inútil dizer “qual o signo que combina com o seu”.

Assim, acabamos voltando à idéia inicial: no mapa astrológico de cada um, vamos encontrar todos os 12 signos, cada um associado a uma casa astrológica, sendo ocupado por um ou mais planetas, sendo que esses últimos, relacionam-se por ângulos entre si. Isso altera bastante a dinâmica interpretativa. Assim sendo, quando se trata de um ser humano, tanto os fatores conflitantes quanto os harmônicos estão dentro dele mesmo. Não raro projetamos nossos próprios conflitos em pessoas com quem nos relacionamos, julgando-as algo pior do que nós. Quer saber mesmo como a astrologia funciona, o que ela pode fazer para acrescentar algo significativo à sua vida? Quer conhecer melhor seus parceiros afetivos, seus sócios e o modo como poderão levar seus relacionamentos? Procure marcar uma consulta com um astrólogo profissional, faça um curso de astrologia ou ambas as coisas. Não tenha dúvida de que todo um universo de possibilidades se abrirá à sua frente.

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Saudações!

Carlos Hollanda