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CON*SIDERAR – a Fênix e os novos rumos do SINARJ – Sindicato dos Astrólogos do Rio de Janeiro

Por Carlos Hollanda – 15/03/2021

Foi há 33 anos, em janeiro de 1988, que fui posto diante de minha primeira prova de fogo nessa longa jornada que trilho como astrólogo: meu primeiro atendimento pago, sugerido pela própria solicitante, após ter feito inúmeras análises para as pessoas ao redor, na empresa onde trabalhava, em família, entre amigos. Antes disso, imbuído de espírito investigativo e muito ceticismo, aquele Carlos, que passava de adolescente a jovem adulto, tentara provar que a Astrologia não funcionava. Para isso, passou a estudá-la com afinco, não mais como leituras ocasionais desde a pré-adolescência com os livros e revistas trazidos pelos familiares ou com os programas de rádio. O resultado, felizmente, foi o inverso do que então tencionava.

Naquele momento, já tinham se passado 4 anos até chegar ao ponto de afirmá-la como um saber válido, confiável e profundamente transformador. Tornei-me profissional ali, em um verão terrivelmente quente, como sempre, no Rio de Janeiro, me preparando para tentar ingressar na universidade, com as dificuldades impostas por grandes problemas econômicos e o imperativo de ter que trabalhar em regime de CLT. Indeciso quanto a qual curso escolheria, porque o que queria mesmo era fazer o que faço agora, algo do que vivo exclusivamente. Havia feito algumas formações após uma enorme bateria de estudos autodidatas e, dois anos depois, tive a felicidade de ser conduzido por um grande e fraterno amigo à sua biblioteca com mais de 2 mil livros sobre Astrologia e assuntos afins, todos devidamente devorados, alguns herdados após seu falecimento 15 anos depois. Esse acúmulo de saberes teve grande foco entre 1988 e 1992.

Um ano após minha primeira atividade remunerada na profissão ocorreu um dos fatos mais marcantes da História da Astrologia no Brasil: a criação do Sindicato dos Astrólogos do Rio de Janeiro, o SINARJ. Na época não me parecera importante, estava muito mais preocupado em pagar contas em casa e ajudar os pais. Astrologia ainda não poderia de ser meu principal ganha-pão. Precisava trabalhar, estudar, fazer as coisas que as pessoas que nunca tiveram oportunidades fáceis na vida tinham que fazer para sobreviver. Era realmente uma dureza. Tanto a Astrologia quanto minha outra paixão, as artes visuais, mormente as artes narrativas, não eram consideradas sequer profissões dignas pela maioria das pessoas. Nem mesmo sugeriam “dar dinheiro”, como diziam na época. Por isso, fazia leituras mais esporádicas e me concentrava em adquirir outras habilidades. Fiz de tudo um pouco, dentro ou fora de empresas, como funcionário ou não. Em 1992 fui viver em São Paulo, cidade onde vivi por 7 anos (uma quadratura de Saturno com Saturno, praticamente). Ainda vivendo lá, em 1997, fui convidado para participar do 1º. Simpósio Nacional de Astrologia do SINARJ. O evento foi bem grande, um tanto maior do que permitiriam possibilidades dos demais, reduzidas gradativamente devido a inúmeras contingências. Os Simpósios passaram a ser marca registrada da instituição, elevando muito a qualidade dos estudos e prática dessa arte no país e o SINARJ passou, com o tempo, a ser uma referência internacional, sobretudo com o advento dos Simpósios Internacionais e os convidados especiais de outros países. A instituição tornou-se aquela com os maiores eventos da América Latina, em função disso.

Em 1999 voltei a viver no Rio de Janeiro já com uma formação um tanto mais sólida, tendo dado aulas em escolas grandes, tendo montado um primeiro esboço de escola própria em meados dos anos 1990 e começando, naquela virada de século, a criar, em parceria, uma nova modalidade de ensino nesse campo, com cursos online. De lá pra cá, entre idas e vindas, participei muito dos eventos maiores e menores do SINARJ, tendo sido Diretor Técnico em uma das gestões, com a grata oportunidade de trazer outros modos de pensar para os eventos e produções.

Hoje, junto a uma equipe de pessoas muito competentes e com muito poder de realização, me torno presidente da instituição (eleito em 13/03, às 12:26, Rio de Janeiro – RJ). Uma enorme responsabilidade, por certo. O SINARJ não é uma coisa vaga. Possui consistência e durabilidade saturnina, confiabilidade. Requer dedicação, mas, sobretudo, como reza a cartilha da casa 11, que rege instituições como esta, solidariedade e cooperação. Sem isso nada se realiza. Os trabalhos do SINARJ são voluntários, ninguém se remunera com dinheiro, mas com uma melhoria de condições a todos, com a enorme satisfação de ver ideias tomando forma e pelo trabalho realizado junto a pessoas com gigantesco nível de dedicação e conhecimentos. É preciso ser muito idealista, mas também muito pé no chão para atuar nessa linha de frente. Ambos os atributos são imperativos nos membros das diretorias. Sem idealismo e entusiasmo, não há motivação para estar aqui. Sem pés no chão, as ideias se perdem no vácuo (e, vamos acrescentar, flexibilidade é exigida). A certeza de que algo melhor sempre pode ser feito não invalida o que de bom já foi feito. Da mesma forma, montados sobre os ombros de gigantes, podemos vislumbrar mais além, novos horizontes, desdobrar o que já existe em algo diferente e ajustado às novas realidades.

Nossa diretoria vai encarar praticamente três anos de restrições causadas pela pandemia, mormente em 2021. Em 2022 já esperamos estar a pleno vapor ou ao menos com a maior parte da capacidade em ação, para eventos presenciais e híbridos. Mesmo assim, 2021 já se mostrará muito promissor por diversos motivos. Entre eles o fortalecimento de laços entre diferentes linhas de prática astrológica, instituições e profissionais que se disponibilizarem a atuar nessa grande rede de cooperação. Neste ano também teremos eventos online de menor e maior porte e todo um trabalho de bastidores para o estabelecimento de certificações e de um currículo referencial, que já vem sendo preparado há um bom tempo por diferentes correntes entre escolas e profissionais. Vamos trazer para a classe dos astrólogos essa base, que já existe, mas aqui faremos com que esse consenso se estabeleça e se torne e um porto confiável para que todos possam se abastecer de credibilidade e saberes aprimorados.

Estamos abertos a novas propostas com novos astrólogos, com outros saberes não-astrológicos e também com perspectivas vindas do meio acadêmico. Vamos fomentar, o quanto possível, a convergência dessas leituras de mundo, a fim de que possamos atingir novos patamares e sermos ainda mais úteis à sociedade.

As diretorias anteriores todas fizeram grandes trabalhos. Muitas vezes realizaram enormes sacrifícios e obtiveram conquistas que até hoje ajudam toda a classe, ainda que a maior parte dos novos profissionais sequer tenha ciência disso. A elas só podemos agradecer e afirmar que essas conquistas serão honradas, fortalecidas e desenvolvidas, dentro das possibilidades que as realidades vigentes nos permitirem.

No entanto, um agradecimento todo especial precisa ser expresso para a diretoria que antecede a nossa. Ela passou por entraves simplesmente colossais e ainda assim permaneceu de pé, em produção, com alta qualidade. Num momento houve a tragédia da perda de uma valiosíssima colega, Lúcia Xavier e sua netinha, Júlia, durante a calamidade das chuvas e desabamentos no Rio de Janeiro, em 2019. Noutro momento, a pandemia, em 2020, que não precisa de muitas palavras para expressar o quanto isso tem sido problemático, para dizer o mínimo. A vocês, Denise de Almeida, Maria Virginia Fernandes, Gleide Furtado Gomes, Suzana Elek, Laurita Dantas, Maria Aparecida Bezerra e Sergio Pupo, juntamente com o Comitê de Assessoramento e Apoio: Angela Nunes, Elizabeth Guimarães, Fernando Fernandse e Regina Fernandes, um muito obrigado por trazerem a instituição sã e salva até aqui. Vamos nos empenhar ao máximo para fazer jus a vossos esforços.

Este atual ciclo de Júpiter e Saturno em Aquário inaugura a Era do Saber, a Era da Distribuição de Oportunidades e a Era da Ultrapassagem do Conhecido. Ele prenuncia um grande período que será marcado pelo trânsito de Plutão em Aquário, em breve. Esta nova diretoria, cujos nomes dos demais integrantes serão informados no site do sindicato em muito breve, alinhada com os astros, não teme desafios. Será orientada pelo horizonte que se desenha gradativamente à nossa frente e pela força que só quem possui muita criatividade e entusiasmo pode ter. Sem perder de vista o que já funciona e o que está ao nosso lado, vamos ampliar o já citado horizonte até onde a vista alcançar.

É hora de colocarmos em prática algumas novas ideias que vêm sendo construídas há alguns anos e que podem surpreender para melhor a todos. Contamos com o apoio e cooperação de membros e não-membros, convocando estes últimos a considerar o ingresso no sindicato. Nossas palavras-chave: cooperatividade, intercâmbio, pesquisa, multi, inter e transdisciplinaridade, diversidade, geração de oportunidades, divulgação, humanismo, sensibilidade, confiabilidade, solidariedade: esse é o espírito da instituição. Longa vida ao SINARJ!

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Segue uma lista de propostas que já estão em fase de desenvolvimento junto ao novo grupo de diretores e colaboradores. Aguardem novidades e aprimoramentos:

 

* Conferências simultâneas online e presenciais (quando presenciais forem possíveis)

* Chamar mais astrólogos com bons trabalhos, que não têm tido visibilidade.

* Montar uma comissão editorial para publicação de livros sob o selo do SINARJ, como é feito na AFA. Verificar possibilidade de essa comissão ser formada por um pool de associações, criando um selo que as possa reunir. Idem quanto a uma publicação periódica, já em discussão com a diretoria técnica, financeira e de comunicação.

* Ter eventos menores ao lado dos maiores. Os menores pontuados por eventos celestes importantes, como configurações, equinócios e solstícios etc. Em 2021, apenas online, salvo se a vacinação já tiver avançado muito até o final do ano, quando avaliaremos se já será possível um evento híbrido (online e presencial) com presença limitada. Quando houver segurança quanto ao covid-19, fazer eventos híbridos sempre que possível.

* Abrir mesas redondas de pesquisadores entre astrólogos e outros saberes, entre eventos rotineiros (Simpósio etc.) e extraordinários (mormente online, emergenciais, quando houver alguma questão premente, como a explosão em Beirute, por exemplo),

* Apoiar, coligar e intercambiar o quanto possível o SINARJ com outras instituições, possivelmente unindo forças para eventos conjuntos, pesquisas e indicações,

* Criar ou endossar um sistema de certificação mutuamente reconhecida pelas diferentes instituições, permitindo às escolas e professores afiliados, devidamente reconhecidos e encaixados no padrão adotado, ter o selo de apoio (ou endosso etc.) em seus diplomas e certificados,

* Caso o item anterior não seja possível devido a alguma contingência além de qualquer controle, endossar a certificação das escolas filiadas ao SINARJ,

* Todas as propostas serão votadas pelos membros da diretoria, não havendo uma decisão que parta apenas de uma visão.

* Criar um núcleo de pesquisas ou similar, com coleta de dados a serem disponibilizados para os astrólogos, como, por exemplo:

  1. pessoas que ganharam na loteria,
  2. pessoas que venceram a covid,
  3. pessoas estupradas,
  4. pessoas que viveram em confinamento involuntário,
  5. pessoas que fizeram operação trans-sexual, etc.
  6. recorrências de catástrofes climáticas ou geológicas e suas regiões,
  7. mapas de pais de gêmeos, trigêmeos etc.,
  8. ciclos coincidentes com picos de lucro de empresas
  9. , etc., etc. (coisas que possam ajudar a compreender questões contemporâneas)

Este texto será aproveitado também no site do SINARJ, assim que a nova equipe estiver em ação junto aos sistemas de comunicação.

O Mapa do Momento da Vacinação da 1a. Pessoa no Brasil contra a COVID-19

O mapa do momento exato da vacinação da primeira pessoa no Brasil. Vale dizer que ele expressa configurações tremendamente de acordo com um momento tão importante, como a conjunção Lua-Netuno no Meio do Céu, assim como Quíron na 10. A esperança vencendo todas as controvérsias e visões distorcidas, com um Ascendente geminiano sobre a Face e o Termo de Júpiter, com a Lua em sextil aplicativo com Plutão e com o Sol. A Lua, associada ao feminino, transitando em Peixes, é emblemática neste caso, em que uma enfermeira (enfermagem = Lua, Virgo, casa 6, Netuno…) é vacinada por outra, sendo a 1a. vacinada Mônica Calazans, uma mulher de 54 anos com um fenótipo claramente lunar (com seios relativamente grandes, um pouco acima do peso etc.), que trabalha numa profissão que tem a cara dos esforços por alívio de sofrimento alheio, como reza a cartilha de Peixes, Netuno e Quíron.

Clique na imagem para ver em tamanho maior

Muitos planetas concentrados na oitava casa, indicando poder de regeneração, resiliência, conexão com a idéia de renascimento, imunidade! Mercúrio, o regente do Ascendente em Gêmeos está num signo, Aquário, em que está muito potente e na nona casa, com repercussões em meios acadêmicos, em longas distâncias dentro do país e diante de outros países. Se considerarmos o horário planetário para aquela localidade, Vênus é o regente da hora, muito compatível com o elemento Ar do Ascendente e com o elemento Terra, em que o planeta se encontra (Capricórnio), o que multiplica a potencialidade do ato na direção dos melhores resultados.

O Ascendente estava sobre uma das mais poderosas e importantes estrelas do céu, uma das 4 estrelas Reais da Pérsia, Aldebaran. Uma estrela que apesar de sua tendência impulsiva, é uma verdadeira locomotiva, prometendo que os procedimentos para imunização da população, a despeito de quaisquer dificuldades causadas por eventuais desorganizações ou contendas, tende a se acelerar a partir daqui. Algumas interpretações a respeito dessa estrela indicam questões sobre doença, o que, de fato, é o que vem sendo tratado no momento da vacinação.

Assista vídeos com previsões e com comentários sobre os últimos acontecimentos sob a luz da Astrologia, no canal CARLOS HOLLANDA * ASTROLOGIA, no YouTube. Clique na imagem para acessar.

Como venho dizendo nos últimos vídeos e lives, a ciência prevalecerá, a lucidez prevalecerá, a esperança prevalecerá. Toda força para os profissionais de saúde e para todos os que se empenham para que vençamos esse tremendo percalço.🤩

SATURNO EM AQUÁRIO E UM MIX DE DEUSAS

Uma homenagem ao ingresso de Saturno em seu signo de gozo e outra às deusas de força e júbilo.

A propósito, o Crono é o Crono mesmo, estilizado de um jeito meio RPG, meio super-herói. Já a Deusa Ruiva é um mix de personagens mitológicas, como Afrodite, Ísis, Ceres, Danna (ou Danu) e Bamba, além de Babalon (vide Crowley), com algo de Promethea (a personagem de Moore e Williams – veja a tese aqui). Se virem mais deusas ali misturadas, provavelmente será verdade.

Se gostam de artes visuais, especialmente ilustrações para livros e quadrinhos, talvez curtam visitar o blog de artes, que, aliás, mostra um passo a passo da criação dessas imagens e uma descrição dos materiais usados. Eis, aqui, o link. Que 2021 seja belo.

12 dicas para começar (e continuar) a estudar Astrologia

  1. Não é possível aprender a atuar como astrólogo somente assistindo vídeos e lendo observações superficiais. É preciso combinar isso com leituras densas e comparações contínuas com as realidades vividas por si próprio e por outras pessoas. Leia livros descritivos, mas jamais deixe de ler livros que promovem o raciocínio conceitual. Repito: astrólogo que tem bom desempenho é astrólogo que lê muito para sempre (me refiro a uma leitura criteriosa, não é qualquer invencionice) e que aplica o que leu o quanto possível, revendo parte do que leu e transformando aquilo quando a realidade mostra que é preciso ajustes.
  2. Receitas de bolo (aquelas famosas quadrinhas com indicações padronizadas, tipo “Escorpião é ciumento”) ajudam até certo ponto como referência, mas você precisa desenvolver isso, ultrapassar isso, construindo a leitura como um todo, a partir do conhecimento dos conceitos. Se tudo dependesse de receitas de bolo, bastava um programa de computador reproduzi-las combinadas para que você tivesse tudo resolvido, não importa qual seu contexto de vida.
  3. Claro, se há cursos de pessoas confiáveis ou de instituições sendo oferecidos, procure-os, faça seu plano de estudos, mantenha a leitura em dia, aplique o que aprendeu passo a passo, anote suas dúvidas e incertezas, colecione resultados positivos e negativos, pois o conhecimento vem pelos dois lados;
  4. Não se manter restrito à literatura astrológica. Estudar diferentes áreas, inclusive, e sobretudo, saberes não-esotéricos e ciências. Você participa do mundo e, portanto, precisa saber se comunicar com todas as instâncias possíveis. Mas claro que outras áreas divinatórias, simbólicas e metafísicas são extremamente bem vindas;
  5. Geralmente, devido à popularização dos horóscopos e resumos no senso comum, se desperta o interesse pela Astrologia através da descrição do signo solar e outros resumos de traços comportamentais e da personalidade. Também é resultado de algumas décadas de ênfase numa leitura mais psicológica, que é ótima, mas não é a única coisa e não abarca tudo o que a Astrologia pode abranger. É melhor tentar conciliar isso com uma visão mais factual, isto é, com o que, de fato, se pode colher de concreto, na interpretação de um símbolo em si ou de um vaticínio. Assim, ao vermos que tradicionalmente se afirma determinada coisa, é preciso verificar se essa coisa ocorre com frequência e quão grande é essa frequência, antes de adotarmos a afirmação como válida para a maioria dos casos. Assim, para começar, tenha seu próprio mapa já calculado e aprenda a identificar os símbolos. Em seguida, aplique-se nos estudos indicados nos itens 1 e 2, para absorver pela própria experiência os significados dos fatores ali contidos;
  6. Colecionar mapas de nascimento além do seu próprio mapa. Seriam os de pessoas próximas e pessoas famosas, comparando o histórico dessas pessoas com o que lhes aconteceu ao longo dos anos. O mapa de nascimento mostra o potencial geral para a vida. Uma vida adulta pode fornecer preciosas comparações entre sua realidade e historicidade e os símbolos dispostos no mapa. Quanto a pessoas famosas, procure por fontes confiáveis, como o Astrodatabank.com, com classificações precisas sobre os dados obtidos;
  7. Fazer o mesmo do item anterior, observando, em seu próprio mapa e nos das pessoas que irá analisar, seus históricos de vida e aquilo que vem ocorrendo com elas (e com você) na atualidade. Fazer comparações entre esse histórico, a atualidade e os trânsitos e outras técnicas de previsão, com o que elas indicam na época em que algo ocorreu. Comparar isso com o que é afirmado na literatura técnica em Astrologia.
  8. Ser tão teórico quanto empírico. Ser tão seguidor do que dizem os grandes nomes quanto ser pesquisador independente, aplicando os saberes e construindo sua própria linguagem de acordo com o que sua experiência pessoal acumulada vem dizendo.
  9. Não achar que a linha que escolheu seguir é superior às demais ou que você descobriu “a grande verdade da Astrologia”, acreditando que tudo o que já havia antes, e que sempre teve resultado visível, não seja válido. O simples fato de ter havido resultado, na forma de correspondências das realidades internas, externas e simbólicas já mostra que as formas anteriores têm validade e que você não precisa tentar destituí-las para fazer valer o modelo que julga ser melhor. Fazer o contrário disso é como dizer que um idioma é melhor do que o outro, tornando este último inválido. “Cadeira” e “chair” são a mesma coisa, com formas diferentes de indicar o mesmo objeto. Dadas as devidas diferenças entre idiomas, isso serve como analogia às linguagens utilizadas com base em raciocínio simbólico, como Astrologia.
  10. Alguns sistemas de concepção da Astrologia e alguns métodos são bastante diferentes, mas se ambos, com todas essas diferenças, indicam o mesmo vaticínio e uma mesma descrição de um caso específico, o problema não está nas metodologias e sistemas, mas no suposto intérprete, que deseja poder em detrimento dos demais. Isso se dá, normalmente, através de tentativas de descredibilização ou desqualificação dos métodos. Muitos que assim procedem podem ter iniciado por um caminho de forma equivocada e passaram para outro, julgando que os erros que cometia, ou as incoerências que não resolvia, se deviam à metodologia usada naquela primeira forma. Talvez tenha faltado a devida orientação, o devido interesse ou é mesmo a vaidade que tem falado alto demais.
  11. Eu diria para se começar do começo, sem desespero para chegar logo ao máximo desempenho e impressionar a todos com seus “dotes divinatórios”. Atualmente há uma profusão de cursos de diferentes escolas e estilos. Você não irá enriquecer com Astrologia tão rapidamente. É bem provável, aliás, que isso nunca aconteça, exceto se você já tiver nascido em berço de ouro e tiver muitas indicações entre os mais abastados para manter sua prática desde seu início. Mas um bom trabalho, bem consciencioso, paciente, sem querer dar passos maiores do que as pernas, irá garantir uma clientela fiel e uma boa remuneração. Ela irá flutuar, com meses em que você ganha mais e outros menos. Será preciso um gerenciamento desses recursos e das atividades que desenvolve. Mas no fundo no fundo, o que é preciso é um grande interesse pelo ser humano, por ajudar, por distribuir benefícios na forma de esclarecimentos e promoção de consciência, por extrair o melhor até quando há situações muito difíceis. A essência do atendimento e da produção de conhecimento é essa. Se você estuda Astrologia meramente para ganhar dinheiro, sem ter o desejo de encontrar soluções para si e para o próximo, então cumpriu só um terço da proposta. Nada contra ganhar dinheiro, ele é um bom motivador e você precisará dele para fomentar seus estudos e aperfeiçoamento, para viver decentemente, pagar suas contas, mas não pode ser o único.
  12. Não pense que por ter uma certificação de alguma escola, associação o órgão nacional ou internacional você passará a ter o mesmo respaldo de um profissional graduado ou pós-graduado em ciências legitimadas academicamente. A ciência vigente não considera a Astrologia válida em seus moldes. O que o reconhecimento dos pares pode promover, e isso é, sim, valioso, é um endosso para o fato de que você não saiu do nada ontem, tendo lido um horóscopo da semana e resolveu dar atendimentos. Mas mostrar isso para um cientista como se isso legitimasse seu saber, será motivo de riso, quando não for de repúdio violento e preconceituoso. Será preciso muito mais para tanto e isso requer uma trajetória muito longa, com muitos percalços e poucas vitórias, quase sempre obscurecidas pelo status quo e pelo medo dos que viram que a coisa funciona, mas não querem ter suas reputações abaladas por confirmarem tal funcionamento. As certificações ou mesmo o reconhecimento de seu autodidatismo bem fundamentado entre os pares astrólogos são também uma ajuda para termos uma quantidade maior de profissionais confiáveis, apesar dos aventureiros e apressados que acham que já dominam tudo sem o devido preparo. Mas apesar dos percalços, ainda é uma vida boa poder fazer aquilo de que se gosta com independência e ainda ajudar os outros.

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ASTROLOGIA E OS HERÓIS – Signos e Ciclos Planetários entre Personagens da Cultura Pop

Em setembro, a novidade Astro-Semiológica do ano! Meu novo livro, com vários estudos sobre os mapas astrológicos de personagens como Superman, Homem Aranha, Mulher Maravilha, Batman, Thor, entre muitos outros seres fantásticos da cultura pop e também de seus autores. Vai sair pela Editora Caligari.
Em acréscimo, uma leitura sobre a obra “O Senhor dos Anéis”, falando sobre os ciclos planetários de sua primeira publicação, sua concomitância com os super-heróis dos quadrinhos, sua representação do imaginário da época e a expressão dos arquétipos na narrativa.

Adorei escrever isso! É um material cujas bases já havia escrito há mais de uma década, mas que foi inteiramente revisado e a ele acrescentei muita, mas muita coisa interessante! Não perca de jeito algum!
Será ELETRIZANTE!
Curta a página lá no Facebook e divulgue entre os amigos. O lançamento ocorreu nos dias 4 e 7 de setembro de 2020. O livro está à venda em várias livrarias, entre elas:

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OBS.: As artes promocionais que você vê a seguir e também a arte da capa (imagem acima), são de autoria de Carlos Hollanda. Clique nelas para ampliá-las.

 

 

O vídeo de Astrologia é longo? Assista por etapas

Povo querido que se queixa dos vídeos mais longos, eis dicas procês usufruírem mais desses trabalhos tão ricamente preparados:

1- Quando o video tiver minutagem na descrição, sorriam, pois vcs poderão acompanhá-lo sempre que tiverem tempo e sempre que quiserem, bastando adiantar o dito cujo até o minuto que indica o assunto que reservaram para aquele momento em que podem ou têm disposição para assistir. É incrivelmente fácil fazer isso.

2- Quando não houver minutagem na descrição, ainda assim, é so ver aos poucos. Você não precisa passar toda a duração do vídeo naquele momento, pode perfeitamente assisti-lo aos pedaços, marcando, vc mesmo, os pontos onde tiver interrompido. Aí é só retomar daquele ponto em diante na hora ou no dia que preferir. Você faz isso com séries enormes da Netflix. O procedimento é bem parecido. E nem adianta dizer que filme é diferente, porque na Netflix e noutros streamings tem documentários bem densos tb, com episódios de uma hora ou mais.

3- Existe, no YouTube, o recurso de aumento da velocidade reprodução do vídeo. Só clicar na engrenagem para acessar as configurações e escolher 2x. Vai assistir na metade do tempo.

4- Obviamente você não tem qualquer obrigação ou necessidade de seguir essas dicas, mas é uma pena, pois, com o raciocínio que sugeri, você tem o mesmo efeito dos videozinhos curtinhos, mas com a vantagem de os longos permitirem um melhor encadeamento das ideias. Os curtinhos, de tão sucintos, acabam dando margem a interpretações meio complicadas. Como horóscopos, que são pequeninos e podem servir para qualquer situação para qualquer um. Sempre fui defensor de mais informação = mais especificidade, ainda que vc precise subdividir em etapas para absorver a seu próprio modo. Com os recursos de Internet isso, atualmente, é extremamente fácil de fazer.

5- Tenha paciência e um pouquinho de boa vontade. Também faço vídeos curtos tantas vezes, mas há outros que precisam ser longos. Por boa vontade, em vez de solicitar que se faça sempre de um modo, tente adaptar as condições a algo próximo desse modo. É bom pra você e pra todos. Infelizmente, ninguém conseguiu agradar a gregos e troianos. Nem um certo Avatar, bem conhecido, de dois mil anos atrás o fez. Imagine eu, tão normalzinho…

6- Vou lamentar, se preferir não assistir, mas pelo menos tens aqui esse desencargo de consciência. É só uma questão de boa vontade e familiaridade com os recursos que os sistemas atuais disponibilizam. Não justifica uma recusa radical. Bjins. 😉

7- Tô brigando não, tá? 😀

O brilho oculto da alma em devir

Assistindo o documentário “A Terra à Noite”. Tudo bem impressionante, mas é notável, do ponto de vista simbólico, o fato de que os escorpiões ficam “fosforecentes” à câmera super sensível, quando banhados por luz ultravioleta. Em outras palavras, eles ressaltam sua presença no escuro, sob uma LUZ INVISÍVEL.

Qualquer semelhança com as noções atuais sobre a mitologia de Hades/Plutão, o regente moderno do signo, e divindade conhecida por seu elmo de invisibilidade, não será mera coincidência ao olhar profundo. Alan Moore fez uma associação semelhante em Promethea, ao escrever sobre Daath, a sephirah oculta, que muitos astrólogos cabalistas contemporâneos correlacionam também com Plutão.

Os escorpiões, em sua biologia, refletem a luz que nossos olhos fisicos não podem ver. No que tange à condição humana, não somente a qualquer ênfase no signo, o símbolo fala, mais ou menos, que o “essencial é invisível aos olhos”, isto é, a alma, a natureza profunda em eterno devir e metamorfose. Da mesma forma, parece dizer que a alma se revela sob holofotes que olhos comuns não alcançam. O signo representa essa característica presente em todos nós: a transmutação que faz a alma-consciência despertar e brilhar no escuro, com a imposição de uma luz que não acende no exterior, que está além do espectro, que, na calada da noite, longe dos olhares curiosos e da superfície, tem o esplendor de uma estrela.

E todos somos.

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Ordem Sobre o Caos e o Simbolismo da Páscoa

A Páscoa é um símbolo, seja ele adotado de forma religiosa ou não, é a representação do ciclo sempre renovado da vida. É uma alegoria sobre ser possível ter esperança sem que se recaia no otimismo cego.
 
Seja essa esperança numa vida eterna, em novos ciclos a viver ou em se ter deixado algo de bom neste mundo e retirar-se dele com a consciência tranquila, de todo modo a esperança é absolutamente fundamental.
 
Sem ela não há como prosseguir, não há viver suportável. Não se deve confundir esperança com tolice, ao passo que não é saudável confundir lucidez e realismo com a falta de esperança. Ambas podem coexistir e serem muito produtivas sob diferentes prismas: o material, o emocional/psíquico, o coletivo e o espiritual.
 
A Natureza, o Universo, a potência ordenadora, aparentemente caótica, mas sempre em processo organizador, talvez seja algo totalmente impessoal, nem um pouco preocupada se o time de futebol pelo qual alguém torce irá vencer ou ser derrotado numa partida, mas se mostra presente e detectável pelas sutilezas.
 
Entre elas, as nem tão sutis expressões matemáticas que vemos em Geometria Sagrada, no número de Fibonacci, e suas formas quase sempre espiraladas e coincidentes, desde o que vemos no vórtice da pia do lavabo até padrões de girassóis, conchas, plantas, animais, galáxias e no corpo humano.
 

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Podemos pensar também em astrologuês, nos ciclos recorrentes dos planetas, em seus significados estruturais repetidos sempre com a mesma duração, em suas formas espetacularmente geométricas, quando analisamos seus movimentos retrógrados ao longo de ciclos maiores, como o de Vênus, que forma um belíssimo pentagrama cósmico em torno do Sol.

 
Tais fatores ordenados e observáveis são obviamente sujeitos a variações e pequenas deformações de acordo com a multiplicidade de outros fatores cujos movimentos e desenvolvimentos interferem uns nos outros, gerando outros e maiores elementos e ciclos que, novamente, ao serem observados, reincidem no processo organizador.
 
Se o universo é somente caos, esse caos está realmente muito estranho, com tamanha quantidade de evidências de que há algo acima disso ou ao menos ao lado, coexistindo. Há alguma inteligência no cerne desse aparente conjunto de coisas aleatórias que se ajustam matemática e morfologicamente.
 
Você pode denominá-la como preferir, não é preciso enfiar goela abaixo dos outros uma concepção particular ou a de um segmento cultural, nem é preciso situar crenças como infantis, exceto quando essas crenças reformuladas reconstroem os modelos e concepções originais de modo distorcido para aquisição de poder e criação de desigualdades e obscurantismo.
 
A Páscoa, portanto, me soa como um chamado à liberdade, como na tradição judaica, mas no sentido de libertarmos a nós mesmos. É ultrapassarmos as maneiras muito inteligentes de nos tornarmos escravos com justificativas e limitações auto-impostas.
 
No sentido cristão, uma ressurreição, que podemos entender, entre outros significados, como catarse, no sentido purificador da palavra. Como reconhecer o lado sombrio, da ida aos mundos inferiores e retornar à luz da consciência. Como metáfora psicológica ou mitológica, em que encontramos nosso psicopompo, nosso Guia das Almas, na forma de Hermes, do Fio de Ariadne, da Lira de Orpheu, de Héracles dominando seus instintos na forma de Cérbero ou, ainda, Virgílio, para Dante. A narrativa cristã traz a perspectiva da alma que se volve semente e retorna com frutos a alimentar quem tem olhos para ver.
 
Falando em semente, no sentido do celtismo, o período coincide com a volta dos potenciais vitalizadores da primavera, de Ostara, a chance de compactuarmos um pouco mais com a natureza, sermos unos com Ela e Dela termos o júbilo de compartilharmos o universo em determinado tempo que nos é devido.
 
Com tudo isso, pensando nessas diferentes vertentes, incluindo as muitas que não citei aqui, desejo a todos uma “resurreição-renovação” nesse espírito de que é possível ultrapassar a mais negra das noites, pois haverá, logo à frente um áureo alvorecer. A vida se renovará, independentemente da vontade dos humanos mais apegados ao que não mais tem condições de permanecer.
 
FELIZ PÁSCOA!
 
Carlos Hollanda – 12/04/2020, às 12:04, Rio de Janeiro. Com o sol em Áries, o Ascendente em Câncer e a Lua em Sagitário, no mapa do momento.

Como foi o II Colóquio Estelar? 25 perguntas respondidas e os links citados

Segue, abaixo, o vídeo gravado ao vivo durante o II Colóquio Estelar, realizado no dia 09/03/2020, e, logo depois, os links de outros vídeos e artigos citados durante a transmissão. Assista e veja se suas dúvidas sobre Astrologia se encontram respondidas lá.

EIS OS LINKS PARA VÍDEOS E ARTIGOS CITADOS DURANTE A TRANSMISSÃO:

LIVROS DO AUTOR NESTE LINK: https://carloshollanda.com.br/livros?fbclid=IwAR3EidumUcSbrPuvNxXhuEJjseA9rXo8SOsp5qIkAZ18kd7t9P62zZwT_Hc

 

ARTIGO SOBRE A ESTRELA ALGOL: https://projetoluminar.wordpress.com/2016/04/09/algol-a-cabeca-do-demonio-e-a-egide-de-atena/?fbclid=IwAR3ZorPKEdK05aVzSfrhs1rY253hrV2tK675z8Bv3h4PAL1djmtcH-_4aKE