O brilho oculto da alma em devir

Assistindo o documentário “A Terra à Noite”. Tudo bem impressionante, mas é notável, do ponto de vista simbólico, o fato de que os escorpiões ficam “fosforecentes” à câmera super sensível, quando banhados por luz ultravioleta. Em outras palavras, eles ressaltam sua presença no escuro, sob uma LUZ INVISÍVEL.

Qualquer semelhança com as noções atuais sobre a mitologia de Hades/Plutão, o regente moderno do signo, e divindade conhecida por seu elmo de invisibilidade, não será mera coincidência ao olhar profundo. Alan Moore fez uma associação semelhante em Promethea, ao escrever sobre Daath, a sephirah oculta, que muitos astrólogos cabalistas contemporâneos correlacionam também com Plutão.

Os escorpiões, em sua biologia, refletem a luz que nossos olhos fisicos não podem ver. No que tange à condição humana, não somente a qualquer ênfase no signo, o símbolo fala, mais ou menos, que o “essencial é invisível aos olhos”, isto é, a alma, a natureza profunda em eterno devir e metamorfose. Da mesma forma, parece dizer que a alma se revela sob holofotes que olhos comuns não alcançam. O signo representa essa característica presente em todos nós: a transmutação que faz a alma-consciência despertar e brilhar no escuro, com a imposição de uma luz que não acende no exterior, que está além do espectro, que, na calada da noite, longe dos olhares curiosos e da superfície, tem o esplendor de uma estrela.

E todos somos.

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Ordem Sobre o Caos e o Simbolismo da Páscoa

A Páscoa é um símbolo, seja ele adotado de forma religiosa ou não, é a representação do ciclo sempre renovado da vida. É uma alegoria sobre ser possível ter esperança sem que se recaia no otimismo cego.
 
Seja essa esperança numa vida eterna, em novos ciclos a viver ou em se ter deixado algo de bom neste mundo e retirar-se dele com a consciência tranquila, de todo modo a esperança é absolutamente fundamental.
 
Sem ela não há como prosseguir, não há viver suportável. Não se deve confundir esperança com tolice, ao passo que não é saudável confundir lucidez e realismo com a falta de esperança. Ambas podem coexistir e serem muito produtivas sob diferentes prismas: o material, o emocional/psíquico, o coletivo e o espiritual.
 
A Natureza, o Universo, a potência ordenadora, aparentemente caótica, mas sempre em processo organizador, talvez seja algo totalmente impessoal, nem um pouco preocupada se o time de futebol pelo qual alguém torce irá vencer ou ser derrotado numa partida, mas se mostra presente e detectável pelas sutilezas.
 
Entre elas, as nem tão sutis expressões matemáticas que vemos em Geometria Sagrada, no número de Fibonacci, e suas formas quase sempre espiraladas e coincidentes, desde o que vemos no vórtice da pia do lavabo até padrões de girassóis, conchas, plantas, animais, galáxias e no corpo humano.
 

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Podemos pensar também em astrologuês, nos ciclos recorrentes dos planetas, em seus significados estruturais repetidos sempre com a mesma duração, em suas formas espetacularmente geométricas, quando analisamos seus movimentos retrógrados ao longo de ciclos maiores, como o de Vênus, que forma um belíssimo pentagrama cósmico em torno do Sol.

 
Tais fatores ordenados e observáveis são obviamente sujeitos a variações e pequenas deformações de acordo com a multiplicidade de outros fatores cujos movimentos e desenvolvimentos interferem uns nos outros, gerando outros e maiores elementos e ciclos que, novamente, ao serem observados, reincidem no processo organizador.
 
Se o universo é somente caos, esse caos está realmente muito estranho, com tamanha quantidade de evidências de que há algo acima disso ou ao menos ao lado, coexistindo. Há alguma inteligência no cerne desse aparente conjunto de coisas aleatórias que se ajustam matemática e morfologicamente.
 
Você pode denominá-la como preferir, não é preciso enfiar goela abaixo dos outros uma concepção particular ou a de um segmento cultural, nem é preciso situar crenças como infantis, exceto quando essas crenças reformuladas reconstroem os modelos e concepções originais de modo distorcido para aquisição de poder e criação de desigualdades e obscurantismo.
 
A Páscoa, portanto, me soa como um chamado à liberdade, como na tradição judaica, mas no sentido de libertarmos a nós mesmos. É ultrapassarmos as maneiras muito inteligentes de nos tornarmos escravos com justificativas e limitações auto-impostas.
 
No sentido cristão, uma ressurreição, que podemos entender, entre outros significados, como catarse, no sentido purificador da palavra. Como reconhecer o lado sombrio, da ida aos mundos inferiores e retornar à luz da consciência. Como metáfora psicológica ou mitológica, em que encontramos nosso psicopompo, nosso Guia das Almas, na forma de Hermes, do Fio de Ariadne, da Lira de Orpheu, de Héracles dominando seus instintos na forma de Cérbero ou, ainda, Virgílio, para Dante. A narrativa cristã traz a perspectiva da alma que se volve semente e retorna com frutos a alimentar quem tem olhos para ver.
 
Falando em semente, no sentido do celtismo, o período coincide com a volta dos potenciais vitalizadores da primavera, de Ostara, a chance de compactuarmos um pouco mais com a natureza, sermos unos com Ela e Dela termos o júbilo de compartilharmos o universo em determinado tempo que nos é devido.
 
Com tudo isso, pensando nessas diferentes vertentes, incluindo as muitas que não citei aqui, desejo a todos uma “resurreição-renovação” nesse espírito de que é possível ultrapassar a mais negra das noites, pois haverá, logo à frente um áureo alvorecer. A vida se renovará, independentemente da vontade dos humanos mais apegados ao que não mais tem condições de permanecer.
 
FELIZ PÁSCOA!
 
Carlos Hollanda – 12/04/2020, às 12:04, Rio de Janeiro. Com o sol em Áries, o Ascendente em Câncer e a Lua em Sagitário, no mapa do momento.

Como foi o II Colóquio Estelar? 25 perguntas respondidas e os links citados

Segue, abaixo, o vídeo gravado ao vivo durante o II Colóquio Estelar, realizado no dia 09/03/2020, e, logo depois, os links de outros vídeos e artigos citados durante a transmissão. Assista e veja se suas dúvidas sobre Astrologia se encontram respondidas lá.

EIS OS LINKS PARA VÍDEOS E ARTIGOS CITADOS DURANTE A TRANSMISSÃO:

LIVROS DO AUTOR NESTE LINK: https://carloshollanda.com.br/livros?fbclid=IwAR3EidumUcSbrPuvNxXhuEJjseA9rXo8SOsp5qIkAZ18kd7t9P62zZwT_Hc

 

ARTIGO SOBRE A ESTRELA ALGOL: https://projetoluminar.wordpress.com/2016/04/09/algol-a-cabeca-do-demonio-e-a-egide-de-atena/?fbclid=IwAR3ZorPKEdK05aVzSfrhs1rY253hrV2tK675z8Bv3h4PAL1djmtcH-_4aKE

 

 

Astrologia Empresarial e Astrologia Vocacional: ferramentas a mais para o sucesso

A quem se destina?

A prática do astrólogo especializado em Astrologia Empresarial e Vocacional focaliza-se no atendimento, orientação e planejamento para autônomos, micro, pequenos, médios e grandes empresários, funcionários de empresas, e colaboradores em home office . Outras ramificações são as ONG’s, as fundações, organizações sem fins lucrativos ou outros tipos de agrupamentos humanos em torno da geração de recursos e benefícios. Trata-se, enfim, de qualquer forma de organização que possua um setor administrativo e sua necessidade de planejamento. Falando nisso, o setor de empresa que mais tem a ganhar com o apoio dos conhecimentos astrológicos é o de Recursos Humanos.

Astrólogos no lugar do RH??!!

O astrólogo que trabalha com esta especialidade não tem a menor pretensão de tomar o lugar de qualquer tipo de profissional. O intento é apoiar os profissionais do ramo (que vão desde psicólogos a técnicos), tornando a Astrologia uma ferramenta em seu uso diário. Isso se estende ao administrador, ao gerente, ao funcionário, ao dono da empresa ou àqueles que pretendem, em algum momento, montar seu próprio negócio. Mais do que isso, a visão astrológica sobre a vocação e sobre a estrutura de uma empresa são igualmente importantes no processo de autoconhecimento, além de proverem mecanismos para melhoria das relações entre as pessoas de diferentes culturas que existem nas empresas de hoje.

O relacionamento do indivíduo com o meio no qual exerce suas funções é uma verdadeira escola e como tal pode converter-se em mais do que um aprendizado de procedimentos técnicos. A empresa pode funcionar como uma escola que visa inclusive o aperfeiçoamento do ser humano e a astrologia não é senão uma ferramenta capaz de facilitar esta integração entre o trabalho e a noção de humanidade. É o funcionário como indivíduo, a empresa, a sociedade como um todo e todas as entidades (coletivas ou indivíduos) com as quais as pessoas que entraram em contato com a prática desses mecanismos facilitadores que ganham. Não se pode descartar os benefícios que uma vida profissional saudável produz em todas as outras relações humanas e até na ecologia. Isso pode alastrar-se para as culturas e sistemas mais diversos em todas as partes do planeta, mesmo que de forma indireta, através de estratégias e medidas mais éticas, que visam o bem-estar de todos e não apenas do núcleo para onde os lucros convergem e são redistribuídos.

Para se ter sucesso é preciso dar passos e não saltos, começar pelo começo. As metas devem brilhar no horizonte para que nos encorajemos a atingi-las. O primeiro passo é aquele que inicia uma longa jornada até a meta. Em astrologia aprende-se que tudo se desenvolve em ciclos, que na natureza tudo é gradativo e, em grande parte, cumulativo. O ser humano é um ente natural, a despeito do quão possamos racionalizar e artificializar nossa própria vida.

Tudo se desenvolve

O ser humano é uma espécie muito interessante. É capaz de desenvolver qualquer coisa para que possa sobreviver num ambiente hostil, numa cultura diferente, num clima rigoroso ou em condições praticamente impossíveis para outras espécies do planeta. Somos dotados de um poder de adaptação formidável. Alguns talvez mais que os outros, mas de qualquer maneira isso é atributo humano. Independe de raça, sexo, idade ou credo. Sendo assim, qualquer pessoa pode desenvolver mecanismos internos e externos para desempenhar alguma atividade. A fórmula que define o desenvolvimento de capacidades consiste na seguinte somatória:

objetivo + esforço dosado + tempo disponível + dedicação + disciplina + coerência = talento, bom desempenho, satisfação, saúde, criatividade

O tempo disponível talvez seja o maior empecilho, sobretudo se falamos de alguém cujas oportunidades de vida foram parcas e cujo acesso à educação foi, por algum motivo, dificultado. É em casos como esses que se faz necessária a disponibilização de auxílios externos, na forma de projetos sociais, por exemplo. Ainda assim, o empenho individual e a fé nos objetivos é imprescindível para que algum grau de melhoria possa ser alcançado. Apesar disso, em todos os casos, reservar ao menos 30 minutos ao dia para o desenvolvimento de uma capacidade pode fazer a grande diferença entre um dia a dia insatisfatório e uma participação mais ativa e criativa no trabalho. É a diferença entre estar presente em apenas uma das etapas do processo e ser o responsável pela própria felicidade. É sair da prisão do paternalismo, que nos leva a esperar que outros encontrem a solução de problemas que cabem a nós resolver.

A coerência é outro termo muito importante na somatória. Imaginemos o seguinte exemplo: uma pessoa com idade acima dos 60 anos que nunca na vida desenhou deseja desenvolver um talento como desenhar a figura humana à mão livre para trabalhar numa agência publicitária, por exemplo. Não há coerência. Por que? Isso se explica pelo fato de o desenho à mão livre ser uma capacidade que requer vários anos e muito tempo disponível no dia a dia para que seja desenvolvida plenamente. Mas se uma pessoa de mais de 60 anos objetiva desenvolver tal capacidade tendo em vista a auto-satisfação não há porque deixar de tentar. A mesma pessoa pode, no entanto, ter sucesso profissional ao desenvolver uma capacidade que requer menor tempo de treinamento.

Atenção para os dois extremos da fórmula apresentada: “objetivo” e “coerência”. Objetivos sem coerência são como castelos no ar.

O Profissional de RH, Seus Desafios e os Benefícios da Astrologia

A grande contradição da função RH é que o profissional de Recursos Humanos, por mais que mantenha o foco no trabalhador e em suas necessidades, jamais deixará de ser um agente de conformação ideológica da massa trabalhadora aos valores do grupo hegemônico. Mesmo que o patrão seja uma figura mais ou menos abstrata, como no caso de multinacionais cujo capital se encontra pulverizado entre milhares de acionistas, a lógica da produção é implacável, exigindo do trabalhador que “vista a camisa” das metas de produção e assuma como sua uma cultura organizacional construída a partir do que E. F. Schumacher definiu, com muita propriedade, como “passar a ênfase do trabalhador para o produto do trabalho, isto é, do humano para o subumano, uma rendição ante as forças do mal”. Profissionais de RH mais sensíveis conseguem abrir espaços de humanização num sistema cuja lógica intrínseca exige doses crescentes de produção, mesmo que à custa da repressão da criatividade em benefício de uma duvidosa racionalização de procedimentos. O que vimos no Brasil desde há muito, mas sobretudo na atualidade, e em todo o mundo ocidental, em geral, fala com eloqüência desta contradição que estamos discutindo. Nunca houve tanta fartura de teorias motivacionais, de estímulos ao desempenho, de metodologias de arejamento do ambiente organizacional com vistas a dar mais espaço ao ser humano por trás do trabalhador. Por outro lado, nunca houve também tanto desemprego e tanta deterioração da dignidade profissional, fruto de projetos de reengenharia conduzidos às pressas, de terceirização em larga escala e da instabilidade do mercado de trabalho em decorrência do processo de globalização.

O astrólogo que pretenda atuar neste terreno contaminado precisa ter muita lucidez em relação ao papel que lhe é possível exercer. Astrólogos são especialistas em gente – ou, mais especificamente: astrólogos são treinados para reconhecer a natureza única e irrepetível de cada ser humano. A função do astrólogo, em última análise, é ajudar clientes a serem eles mesmos, e da melhor maneira possível. Vivenciar plenamente a pessoa única que somos é o único caminho para nos tormarmos realmente humanos e escaparmos da frustração, do vazio, da mediocridade e da loucura. E a atividade produtiva faz parte, como já vimos, deste processo de autodescoberta e de desenvolvimento, desde que exercida de forma correta.

Podemos ajudar o cliente preocupado com a questão profissional a pensar seus talentos e habilidades de forma holística, não apenas como força de trabalho a ser vendida para o empregador disposto a remunerá-la pelo maior valor. Podemos despertar a atenção do cliente para a função espiritual do trabalho – e por espiritual não estamos falando de nenhum princípio esotérico, mas do processo de purificação e elevação do caráter. O trabalho bem conduzido pode ajudar o indivíduo a encontrar seu próprio eixo, o que é muito mais importante do que o conforto que um salário elevado possa proporcionar. O sucesso mundano costuma acompanhar pessoas talentosas que são fiéis ao seu próprio mapa. São aquelas pessoas que, antes de perguntar ao mercado qual é a ocupação da moda, perguntam a si próprios que espécie de contribuição pretendem dar ao mundo.

Algumas técnicas utilizadas na Astrologia Empresarial

Astrologia Eletiva

Usa-se com o intuito de potencializar o momento de abertura ou de início das atividades de uma empresa ou de uma empreitada.

Calcular um mapa de astrologia eletiva é escolher uma data e um horário especiais para o que aquela empresa deseja oferecer e desenvolver. Por exemplo, se pretendo abrir uma assessoria de imprensa, seria astrologicamente muito mais adequada a escolha de um dia em que o planeta Mercúrio estivesse em grande evidência no mapa. Isso se reforçaria se este mesmo planeta estivesse em relações angulares favoráveis e sem que estivesse no movimento aparente de retrogradação. A Lua estando num signo favorável, como Gêmeos, ou em bom aspecto com Mercúrio também configuraria uma das combinações adequadas. Existem outras combinações compatíveis com a missão de uma empresa.

Qual a vantagem de escolher uma data e um horário para sua empresa? Primeiramente, conhecer os potenciais, as forças e fraquezas que sua empresa tende a desenvolver. Em seguida, você tem nas mãos a chance de realizar um planejamento estratégico mais eficiente, uma vez que as tendências para oportunidades e revezes podem ser, respectivamente, ampliadas e minimizadas.

O Mapa da Empresa

A empresa é uma entidade coletiva e como tal subdivide-se em setores interdependentes. De acordo com a ótica holística ou holográfica da astrologia, esta entidade coletiva e seus setores são análogos ao ser humano. Assim sendo, o mapa de uma empresa é analisado de forma um tanto semelhante, com as devidas ressalvas. Para ilustrar o que foi dito, observe a seguinte analogia: o signo Ascendente, entre outras coisas, é associado ao rosto, à aparência, aos inícios, aos primeiros contatos e à forma como uma pessoa vê a si mesma em nível pessoal. Se transferirmos a mesma idéia para uma entidade coletiva como uma empresa, o Ascendente será algo análogo ao rosto ou à forma exterior, que causa as impressões iniciais. Seria, portanto, a fachada, o cartão de visitas da empresa e teria, em geral, uma forte característica identificada na logomarca e nas cores da empresa. O ideal, inclusive, é que a logomarca ou o visual apresentado e o Ascendente da empresa sejam compatíveis simbolicamente. Isto causa maior impacto e amplia a intensidade com que a imagem da empresa se imprime na memória dos potenciais clientes. Estes, por sua vez, identificar-se-ão com algo que diz respeito às suas próprias auto-imagens.

Empresas concorrentes e clientes podem ser verificadas, entre outros fatores através de um ponto no mapa conhecido como o Descendente, que é o ponto oposto ao Ascendente. Pode-se investigar também a forma que tendem a tomar os fornecedores, os novos funcionários, os recursos, as filiais etc. O mapa astrológico permite rastrear estas e outras facetas da empresa, apontando mecanismos de otimização do relacionamento com as mesmas.

Previsões

Toda empresa tem períodos de crescimento e de retração. Através das técnicas de prognóstico mencionadas na página de descrição dos serviços deste site, juntamente com a análise dos ciclos da empresa, tem-se um referencial importante para minimizar dificuldades e potencializar períodos favoráveis.

Além das técnicas mencionadas, existem três relações cíclicas muito importantes a analisar numa empresa:

O ciclo do planeta Marte com relação à sua posição no mapa de criação da empresa – relacionado aos períodos de impulsos criativos e iniciativas, e às fases onde é preciso recuperar as forças antes de iniciar nova investida. Tem duração de aproximadamente 2 anos. A completação do primeiro o apogeu dos processos iniciados quando Marte parte de sua posição original, é a fase de maior potencial de retornos. Isso, obviamente, precisa ser visto em conjugação com o restante do mapa, mas já fornece indicadores importantes para um trabalho inicial.

O ciclo Júpiter-Sol e Júpiter-Saturno – relacionados a fases de crescimento e abrangência (territorial e/ou mercadológica) seguidos de estabilização e consolidação. O ciclo Júpiter-Saturno, aliás, identifica períodos onde há pressões internas e externas no sentido de mudanças culturais dentro da empresa. Pode indicar áreas de grande potencial de crescimento, caso a administração central se mantenha aberta a adequações estruturais. O ciclo jupiteriano em torno do Sol é de aproximadamente 12 anos. Subdivide-se seus pontos críticos em períodos de 3 anos.

O ciclo de Saturno e Saturno-Sol – o primeiro relaciona-se ao período de aproximadamente 29 anos, dividido em etapas de 7, onde o planeta Saturno atinge relações angulares com sua posição no mapa de abertura da empresa. A cada etapa temos crises estruturais que requerem, entre outros fatores, planejamentos específicos no setor relacionado à casa astrológica em que Saturno transita no momento. No segundo caso, estabelece-se uma relação entre o trânsito de Saturno e a posição do Sol no mapa de abertura e também de Saturno e Sol (ambos transitando). A relação entre ambos traduz-se numa linguagem gráfica de picos e vales que podem ser identificados astrologicamente, habilitando o responsável a criar estratégias para superar potenciais adversidades.

Astrocartografia e Local Space

Astrocartografia – Esta técnica permite a localização de áreas e territórios com maior potencial mercadológico. Trata-se, a princípio, da extensão do mapa astrológico de abertura sobre mapas cartográficos. Muitas vezes usa-se o mapa astrológico do dirigente para traçar os potenciais. As linhas traçadas a partir dos pontos e planetas do mapa identificam, de acordo com a identidade e com a missão da empresa, os locais onde determinados objetivos podem ser atingidos com maior ou menor facilidade. É uma estratégia adequada à implantação de filiais em outros pontos de uma cidade, Estado ou país (inclusive estrangeiro). Igualmente o é para a criação de um negócio em localidades especialmente sintonizadas com o caráter da empresa. A astrocartografia acompanha a pesquisa mercadológica realizada pelo cliente.

Local Space – É uma técnica astrológica um tanto semelhante ao Feng Chui chinês, mas que se utiliza, como a Astrocartografia, do mapa de abertura da empresa ou do mapa individual (se profissional liberal em seu escritório) como forma de harmonização do ambiente. O posicionamento de setores, máquinas, móveis, decoração, janelas etc., pode ser feito através das linhas dos planetas, que identificam pontos de melhor funcionamento e maior desempenho, tanto interna quanto externamente para a empresa. Para se ter uma idéia, se a linha referente ao planeta Saturno estiver passando por um telefone, é muito provável que a instalação naquele local sofra uma série de bloqueios, que as ligações caiam com maior freqüência etc. Se a mesma linha de Saturno estiver passando sobre um vaso de plantas ou por um jardim, cuja regência estaria associada à Lua, é bem possível que as plantas precisem ser trocadas constantemente, pois costumam secar com facilidade. No entanto, se a linha de Saturno estiver passando por um frigorífico não pode haver coisa melhor: este planeta tem em seu simbolismo grande analogia com o enrijecimento, especialmente aquele causado pelo frio, a solidificação, a conservação etc.

O Sucesso da Empresa

A motivação é um componente fundamental para o sucesso de um negócio. Mas como alguém pode motivar-se se não suporta trabalhar com determinado tipo de coisa? Como alguém pode sentir-se satisfeito trabalhando com uma equipe com a qual não tem a menor afinidade? É nesse ponto que torna-se fundamental a visão vocacional aliada a conhecimentos de planejamento estratégico. A empresa é refletida no mapa de seus dirigentes e se estes não se identificam com o que fazem, fatalmente sabotarão inconscientemente a si mesmos, até que uma grave crise os leve de volta ao ponto de onde realmente deveriam ter partido. É neste ponto que também é válida uma análise sobre o perfil do empreendedor, tendo como ferramenta de diagnóstico associada à auto-análise a astrologia.

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Contratar Funcionário pelo Signo? Pode isso, Arnaldo?

Sobre Signos, Contratações e Preconceitos

Recentemente foi publicada uma reportagem na BBC News Brasil, sobre um jovem ter sido recusado em uma entrevista de estágio em uma loja cujo dono teria se utilizado, segundo a reportagem, “do signo”, para isso. Isso tem gerado muitas questões a respeito e eu mesmo tenho recebido de leitores e seguidores inúmeras vezes o link da reportagem, que toca num ponto bastante delicado da prática astrológica. De fato, anos atrás, dando aulas de Astrologia Vocacional e Empresarial, já havia imaginado que esse tipo de coisa poderia ocorrer num futuro não muito distante e expressei minha preocupação com as formas de aplicação desses conhecimentos de modo precário e provenientes de informações muito parciais sobre como é mais ético e correto aplicar a metodologia. Por isso, preparei os 4 itens abaixo, com o intuito de ajudar a esclarecer alguns pormenores a respeito do uso da Astrologia em situações de recrutamento e seleção, bem como seu valor como ferramenta de suporte para os profissionais da área. Confiram:

  1. Para começar, “o signo” é uma só variável dentro de uma infinidades de fatores a considerar numa leitura astrológica. Uma pessoa ser impedida de fazer algo por ter o Sol num dado signo (o signo solar é o famoso “meu signo”, popularizado pelos horóscopos de jornal e pelo senso comum, mas é muito pouco para definir algo complexo), ser desaprovado como profissional ou ter isso como desabono a algum currículo, tem dois problemas graves: PRECONCEITO e uma abissal falta de informação a respeito de Astrologia.
  2. É perfeitamente possível usar Astrologia para auxiliar em processos seletivos sem fazer com que isso se torne um impedimento absurdo. De fato, há técnicas de leitura de Astrologia Vocacional e formas de aplicação de Astrologia em Recursos Humanos e Astrologia Empresarial. Nenhuma dessas técnicas ou expressões diz ao recrutador: “não contrate pessoas do signo X ou Y, porque são ruins”. Isso não faria o menor sentido e seria, ainda, um tremendo desserviço, tanto à população quanto aos empresários e aos próprios astrólogos. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso desistiria de usar essas ferramentas se assim fosse. Pessoas com bom senso e desejosas de novos recursos para otimizar seus resultados experimentam usar Astrologia e sempre se surpreendem para melhor, quando atuam junto a profissionais da área capacitados.
  3. Porém, a Astrologia pode, sim, dar suporte ao recrutador, quando, através das leituras vocacionais, indica talentos e formas de desenvolvê-los dentro do esquema de uma empresa ou organização.

Ela precisa ser acompanhada das demais análises corriqueiras nas quais os recrutadores são treinados e, nesse caso, as facilitará, dando um quadro mais definido mais rapidamente. Mas quando esse suporte é utilizado, ele o é com muito mais critério do que “o signo”, como é mencionado na reportagem. E, não, não é aplicado para eliminar candidatos, mas para saber de que forma ele pode se desenvolver ou se relacionar com os demais funcionários, com o esquema da empresa, como se pode lidar com esse funcionário de modo a levá-lo a expressar seu melhores potenciais. A eliminação de candidatos a uma vaga fica a critério de seu currículo e dos interesses da empresa.

4. Nas análises de Astrologia para recrutamento, leva-se em conta o que a empresa espera dos candidatos tanto quanto o bem estar dos próprios candidatos. Pelo lado da empresa, o que se espera do candidato pode ser, por exemplo, capacidade de concentração ou de ação ou ambas, comprometimento, arrojo intelectual e habilidade em relacionamentos interpessoais, conhecimentos adquiridos e/ou empenho em adquirir novos. Pelo lado do candidato, suas necessidades de expressão, sua capacidade de adaptação, sua satisfação em proceder como necessário naquela organização e o quanto ele tende a desenvolver a si mesmo naquele esquema. As capacidades que a empresa deseja no candidato podem ser natas em alguns, enquanto noutros podem ter-se desenvolvido com esforço e ambos os casos podem ser identificados astrologicamente. Mais ainda, o contexto é extremamente importante: em situações em que o candidato está começando a vida profissional, há que se considerar o fato de que ele pode desenvolver aquelas qualidades requeridas se houver uma atenção a seus talentos naturais tanto por ele mesmo quanto por parte do empregador e das orientações que receber dentro da empresa.

Espero, com isso, levar os interessados (ou os indignados) a terem um outro olhar sobre a questão e, assim, fazer com que busquem as formas adequadas de aplicação da Astrologia em processos de recrutamento. Igualmente, espero que ajude as pessoas que tiverem experiências semelhantes à do jovem a entenderem que o que ocorreu com ele não é uma prática comum entre estudantes e profissionais sérios de Astrologia que dão suporte aos departamentos de Recursos Humanos de empresas.

Para saber mais sobre as aplicações da Astrologia em torno do mundo profissional e da carreira, acesse a área de cursos de Carlos Hollanda Astrologia (clique na imagem abaixo para acessar o site):

Bolsonaro sofre impeachment? Um possível padrão astrológico de rejeição a governantes

O que, de fato, poderia reger um processo de impeachment presidencial em termos astrológicos? Na tentativa de encontrar esse padrão, descobri que pelo menos 8 governantes em regimes presidencialistas ao longo da História já sofreram um processo como esse, mas bem poucos tiveram seus mandatos interrompidos, sendo retirados após votação ou por renúncia, antes que a mesma tivesse ocorrido ou concluído. O primeiro (ou um dos primeiros conhecidos) impeachment da História ocorreu em 1376, na Inglaterra, quando o Bom Parlamento iniciou um processo criminal contra o Lord Latimer, barão diretamente ligado ao rei Eduardo III, conforme a Enciclopédia Brittanica. No século XVII, muitos dos ministros britânicos foram derrubados ou comprometidos por esta poderosa arma parlamentar, que tornou a ser utilizada diversas vezes até cair em desuso, na Inglaterra, no século XIX. Entre presidentes de repúblicas, o primeiro foi o do norte-americano Andrew Johnson, em 1868, que foi absolvido por um único voto. Em 1974 foi a vez de Richard Nixon, que renunciou antes que o processo tivesse início em toda a Câmara. Depois houve o de Bill Clinton, iniciado em dezembro de 1998, após as acusações de perjúrio e diante das investigações do caso Monica Lewinsky. Clinton foi absolvido. Em dezembro de 2019 foi a vez de Donald Trump, que também foi absolvido. No Equador, Abdalá Jaime Bucaram Ortiz, empossado em 10 de agosto de 1996, foi destituído por corrupção e por problemas psiquiátricos.

No Brasil foram 4 presidentes retirados por decisão do Congresso Nacional, sendo que, em 1955, as duas primeiras destituições são bem menos conhecidas. Segundo a Agência Senado, a destituição de dois presidentes, Carlos Luz e Café Filho, naquele ano, foi o ponto mais crítico do turbulento período compreendido entre o suicídio de Getúlio Vargas, em agosto de 1954, e a posse de Juscelino Kubitschek, em janeiro de 1956. Em 1992, foi a vez de Fernando Collor e a mais recente, a de Dilma Rousseff, em 2016. Ainda segundo a Agência Senado, a diferença entre os casos de Luz e Café e os de Collor e Dilma é que nos episódios de 1955 não se seguiu a Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950). Os deputados e os senadores entenderam que a situação era extremamente grave, com risco de guerra civil, e finalizaram os julgamentos em poucas horas, sem dar aos presidentes o direito de se defenderem na Câmara e no Senado.

Aqui vou me concentrar naqueles que, concluídos ou não, levaram à saída do governante de seu cargo, no século XX e XXI e traçar um quadro comparativo com as condições do atual governo brasileiro.

Conforme veremos nos gráficos a seguir, há uma relação entre os movimentos planetários e as situações que levam aos processos de impeachment que chegam às vias de fato ou que levam o governante a se afastar devido às pressões. Essa relação se dá com as seguintes predominâncias de pontos ativados:

  • O eixo nodal dos mapas da posse desses presidentes já se encontra aflito no momento da posse, seja por quadraturas ou conjunções com planetas lentos, sobretudo de Saturno e Plutão ou com Urano. Todos esses casos representam instabilidade em potencial sobre um dos indicadores simbólicos de conexão e fixação, os nodos lunares;
  • Como em quase todos os casos de grandes crises ou, ainda, em situações de conflito armado ou calamidades, Saturno e Plutão fazem algum tipo de conexão tensa, o que significa formarem aspectos de conjunção, quadratura ou oposição. Convém dizer que Plutão rege grandes fortunas, nem sempre aquelas construídas licitamente, os mega-poderes das maiores instituições financeiras e dos poderosos que manipulam a maior parte da produção industrial, bem como seus interesses políticos. Saturno é o poder estabelecido, seja ele vigente e evidente, seja aquele que controla tudo como eminência parda e dita os rumos de uma coletividade. Isso significa que nos casos de crises do tipo, golpes, destituições feitas por diferentes motivos, a coisa parece girar todo o tempo em torno desses fatores: quem detém os benefícios provenientes recursos de produção e quem realiza as articulações e monta estruturas para que isso ocorra;
  • Grandes configurações tensas, como quadraturas “T” ou grandes quadraturas na inauguração de um desses eventos. Normalmente envolvendo 4 ou mais planetas. Estes são sempre fatores de desestruturação diante de uma suposta ordem.

É importante, no entanto, deixar claro que esses aspectos não “causam” tais eventos. Eles são sincrônicos, são sinalizadores de potenciais que, quando convergentes, podem resultar em um conjunto de fatos, mas não significam um fato em si. Tudo dependerá do contexto social e histórico em que as configurações ocorrem. Igualmente, vale dizer que entre os fatores que regem governos, além de Saturno e Sol, é preciso considerar o Meio do Céu do mapa de um país, seu planeta regente, os trânsitos e outras técnicas de previsão incidindo sobre esse mapa do país, além de, quando possível, definir os mesmos parâmetros sobre o mapa do governante vigente, se este tiver seus dados fornecidos de modo confiável.

As Destituições e a Coincidência de Padrões:

Nos gráficos que se seguem, contendo datas das posses e épocas de renúncias ou retiradas dos governantes, utilizei-me de um zodíaco solar, isto é, de um cálculo que mantém o desenho esquemático da eclíptica, de zero grau de Áries até 29°59’ de Peixes, com a subdivisão em casas iguais de 30°. A escolha se deu por dois motivos:

  1. devido à dificuldade de obtenção do horário preciso de cada evento;
  2. em função do item “a”, porque os fatores a serem analisados são lentos os suficiente para não se moverem muito em suas posições ao longo de um dia.

Assim, o que vale, em grande parte, são as datas e não o horário (apenas na análise sobre o governo atual e no anterior foi utilizado o horário preciso da posse). O cálculo também foi feito para o meio-dia, nesses casos, de forma que a Lua, fator muito veloz, estivesse em uma posição o mais possível próxima do horário correto ou ao menos a meia distância entre dois pontos máximos.

Café Filho e Carlos Luz – o primeiro substituíra Getúlio Vargas após seu suicídio, em 24 de agosto de 1954. A data que aqui considero como sua posse é a mesma da morte do presidente anterior, portanto. O segundo, todavia, era presidente da Câmara e substituíra Café quando de sua licença para tratar de problemas cardiovasculares. Luz permaneceu apenas 4 dias no poder, de 8 a 11 de novembro de 1955. Na comparação aqui considerada, tem-se como base a posse de Café Filho e a destituição de Carlos Luz. O mapa da posse de Luz ocorre já com uma quadratura envolvendo nada menos que Júpiter, Saturno e Plutão. Após todos os trâmites e votações, a decisão pela destituição de Luz se deu no dia 22/11. Nesse dia, além da supracitada quadratura, a Lua completaria o quadro com uma quadratura T formada com tal configuração. Não bastasse isso, outro aspecto tenso envolvendo um significador de poder, Saturno, no mapa radical da posse de Café, era formado há um certo tempo pelo trânsito de Urano. Por si só esse já seria um fator desestruturador.

Nixon – Renunciou em 9 de agosto de 1974, quando Plutão em trânsito terminara uma conjunção com o nodo sul do mapa de sua posse em 20 de janeiro de 1969. Entre maio e junho de 1974 Saturno formava a quadratura exata com o eixo nodal. O Caso Watergate, que impulsionou o processo, veio à tona em 17 de junho de 1972, quando Plutão ainda não chegava a uma conjunção precisa com o nodo sul da posse, mas já formava órbita para tanto.

Collor – Na comparação entre o mapa de sua posse e a efetivação de seu impeachment tem-se a conjunção de Saturno em trânsito por Aquário, já formando conjunção com o nodo norte da posse, sendo que a própria posse se dá com uma quadratura de Plutão com o eixo nodal.

Abdalá – Um “governo” relâmpago, interrompido em cerca de 6 meses. Já na posse fica evidente a grande quadratura envolvendo o eixo nodal, com Lua, Vênus, Marte e Júpiter envolvidos, somados à conjunção de Saturno com o nodo sul. O impeachment ocorreu com Marte conjunto ao nodo norte, ativando a já debilitante grande quadratura.

Dilma – Nesse caso também temos uma quadratura de Plutão com o eixo nodal logo na origem, isto é, no mapa da posse. O ângulo tenso tornou-se exato na época da destituição da então presidente e posse de Michel Temer.

Bolsonaro – Outro caso em que o eixo nodal da posse fica sob a proximidade de aspectação tensa envolvendo Saturno e Plutão. Na posse já há a conjunção de Plutão e nodo sul. Nos trânsitos de fevereiro/março de 2020, Saturno toca o mesmo nodo. Tornará a fazê-lo entre julho e dezembro, sendo agosto um mês crucial, com uma nova conjunção exata. De dezembro em diante, Plutão em trânsito vai chegando mais próximo do grau exato do nodo sul da posse. Diante dessas condições, apesar de haver indicadores favoráveis num dos supostos mapas de nascimento do governante (21/03/1955, 05:30 A.M., Glicério-SP), como a Lua progredida em trígono com Júpiter e com Saturno até fins de abril, a tendência é de fato a crescente perda de apoio e uma abertura de processo, mormente em função das múltiplas declarações polêmicas e impopulares e a despeito do apoio continuado de muitos de seus eleitores. As chances maiores ocorrem após o segundo ingresso de Saturno em Aquário, no final do ano. No entanto, o movimento nessa direção já deve ter início no primeiro semestre, entre 22 de março e 01 de julho, como uma prévia das situações a virem em sequência. Vamos observando, de forma a coletar mais dados sobre os efeitos desses processos e vermos se os fatores aqui reunidos funcionam de modo similar.

EUA X IRÃ e os eclipses.

Em 26/12/2019 ocorreu o eclipse solar anular, cuja sombra passou nas regiões indicadas na imagem que acompanha este post. Note que, inclusive, o Irã está entre os países que estão sob essa sombra. Como venho afirmando em diferentes palestras e vídeos, efeitos nefastos não ocorrem 24 horas por dia todos os dias do ano e em todos os lugares, mas certamente ocorrerão em localidades e coletividades cujos contextos as tornam uma espécie de ponto focal, o elo mais fraco de uma corrente em que as tendências gerais se manifestam mais facilmente e quase sem “filtro”.
Acompanham a imagem do eclipse, os gráficos com os mapas do Irã (carta do retorno do Ayatolá Khomeini a Teerã, em 1979, via artigo da “Astrology Weekly”), outra da declaração da República Islâmica do Irã (via “Astrotheme”) e dos Estados Unidos (mapa concordante com o “Astrodatabank”, embora com diferença de poucos graus para o Ascendente).
Os três estão nos círculos centrais desses gráficos, enquanto o eclipse e demais posições planetárias daquele momento estão no círculo externo. Notem que, para todos os mapas, o fenômeno ocorre em casas angulares: os EUA, na 1, o Irã da chegada de Khomeini, na 10 e o da República Islâmica na 1, como os EUA, cujas casas encontram-se em graus próximos e nos mesmos signos.
Quem utiliza Quiron em suas leituras, há de reparar que o mesmo fazia conjunção com o Ascendente (imagem da nação) da chegada de Khomeini e na casa 4 (território nacional) da República Islâmica, tendo recentemente, nesse último, feito uma conjunção com Mercúrio e Marte, já se encaminhando para uma conjunção com o Sol. Os trânsitos de Quíron costumam estar enfáticos em momentos críticos e catastróficos, no coletivo.
Tanto no mapa dos EUA quanto nos dois do Irã aqui apresentados, há uma forte relação Marte-Lua. No do Irã/Astrology Weekly (chegada de Khomeini), o eclipse ocorre em quadratura com a Lua em Áries (signo regido por Marte) em conjunção com o Ascendente. No do Irã/Astrotheme (República Islâmica), Marte do momento do eclipse fazia uma oposição à Lua radical. No mapa dos EUA, Marte fazia quadratura com a Lua radical. Em dois desses mapas a Lua rege a casa 8, das perdas e crises. Curiosamente, se for feito um pequeno ajuste de horário, ambos os mapas, EUA e República Islâmica do Irã, podem ter seus Ascendentes sobre a estrela Antares, o coração do Escorpião, uma estrela considerada por diferentes autores (Robson, Ebertin, Manilius – sobre a constelação inteira) como bastante violenta, com traços militares bem visíveis, sendo uma das poderosas “Estrelas Reais da Pérsia” e, portanto, muito relevante em seu simbolismo de Rei, Herói e Guerreiro. Porém, essa estrela faz a referida conjunção somente se os horários aqui indicados estiverem mais próximos do grau em que a mesma estava naqueles momentos. De qualquer forma, pode-se esperar o óbvio: retaliações, novos ataques, seja no Irã, seja nos EUA e em embaixadas. Os eclipses de 2020 atingirão em cheio esses mapas.
Entenda um pouco mais sobre os efeitos dos eclipses de 2020 (e também o de dezembro de 2019), assistindo ao vídeo do link que se segue: https://youtu.be/jrLUV4vwG0g
Entenda como funcionam os eclipses em geral, suas raízes simbólicas e efeitos possíveis, no vídeo deste link a seguir: https://youtu.be/U9SKZ_eEWSo
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Ano decisivo: Júpiter em Capricórnio em 2020

O planeta da esperança e das grandes metas no signo dos limites, do gerenciamento, do controle e do poder. De que modo isso pode afetar instituições, países, empresas, sociedades, a economia e você, mero mortal, que se vê diante de grandes poderes e responsabilidades? Que conflitos e oportunidades serão mais frequentes durante o ano dessa passagem de Júpiter em Capricórnio? Que ferramentas comportamentais serão mais necessárias para uma boa desenvoltura? Saiba isso e muito mais assistindo este vídeo: https://youtu.be/qNl5PHaW8HY

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“Des-diálogos” entre astrólogos (e alguns não-astrólogos) fanáticos do século XXI

(OBS.: agressões, polêmicas e similares serão sumariamente deletados e possivelmente banidos da página):

(Fanático Humanista) – A Astrologia tem que ser humanista, qualquer outra coisa é determinismo imbecil, uma coisa pode ser outra coisa também, mas a mesma coisa pode não ser e…”

(Fanático Tradicionalista) – Como assim? Tá maluco????!!!! As Astrologias Tradicional, a Clássica e a Helenística é que são a verdadeira Astrologia. Claro que a minha, que é a “X”, é a mais correta, as outras são apenas corruptelas. Você é apenas um idiota que está se enganando com psicologismos e coisas inventadas, como esses três novos planetas e esse monte de baboseira que volta e meia inventam por aí. Aceite que está errado! Aceite!!! E faça mapa comigo!”

(Fanático Sideralista) – Ridículos!!!!! Vocês têm que adotar a Astrologia Sideralista, ouçam-me!!!!! A Védica é a única verdadeira astrologia!!!! Idiotas! Charlatães!!! Vocês não sabem o que são nakshatras nem ayanamsa!!!! Se perderam na Idade das Trevas!!!! Qualquer coisa fora disso é coisa de farsante!!!! É por isso que a Ciência considera a Astrologia uma ridicularidade. Eu comecei ontem a fazer essas coisas, li 5 livros, já sei mais do que vocês, que nunca leram nada!!!!! Morte aos infiéis!!!!!”

(Fanático Heliocentrista) – Muito mais ridículo é você, que, com todo esse discurso pseudo-científico faz a leitura astrológica do ponto de vista geocêntrico. Desde Copérnico que sabemos que a Terra não é o centro do universo. Heliocentricamente você nem tem as posições que diz que temos. Todos atrasados e cientificamente incorretos. Tomem vergonha na cara!

(Fanático Galacticocêntrico) – Ah, quanta idiotice! Todos sabem que mesmo o Sol trafega pela galáxia, em torno de seu centro. Se querem uma astrologia que funcione de fato, têm que pensar galacticocentricamente, pois só assim seremos respeitados pelos cientistas céticos. Um dia os convenceremos de que a Astrologia realmente funciona, mas vocês? Ora, ora! Francamente!

(Fanático Compartimentalista) – Ah, eu só trabalho com a Astrologia “Y”, assim não me meto no mercado de quem trabalha com “W”, “Z” ou “M”, que, no fim, é tudo uma merda… Eu domino tudo desse lado de cá, assim, quem se meter a besta de usar qualquer termo que uso aqui já sabe a paulada que vou dar…”

(Fanático Psicologista/Psicanalista) – Nada há de cármico, predeterminado, new age ou fora do âmbito do inconsciente. Somente há um buraco que todos os seres humanos não preenchem. Falem-me sobre seus pais… Sim, entendo… O mapa? Por que você acha que eu devo usar um mapa? Como você se sente com isso? Isso te incomoda? Por que incomoda tanto? Como? E quanto aos ciclos e previsões? Não, isso é fantasia, não vou estimular seu discurso propondo uma coisa de modo que as previsões se autocumpram, com você assimilando como verdade uma coisa que seria apenas potencial. Não existe previsão, só determinações potenciais do inconsciente. Como diria Lacan…”

(Fanático New Age) – Ah, é tudo uma conspiração Aquariana para a Grande Fraternidade Universal se instalar no planeta, que passa por uma grande transição do Manvântara, da Era de Osíris para a de Hórus, dos Intraterrenos, da Espiritualidade que se encontra em cada ser, na Plenitude do Ser… O mapa? Eu prescindo do mapa, eu o uso apenas como uma referência, sou guiado(a) pela mão dos Mestres Cósmicos e Guias Espirituais Quânticos que me orientam a dizer que você está sendo corneado desde… OOOmmmmm”

(Fanático Cientista anti-astrologia) – Li esse monte de merda que vocês disseram acima. Repito: tudo merda. A ciência é a única resposta a todas as questões. Salve Richard Dawkins!!! Fundador da nova Ordem Mundial! A Ciência Salvadora encontrará o caminho! A Ciência condena a Astrologia, não importa se é tradicional, nova, sideral, aquática ou qualquer outra baboseira. Qualquer um pode ver que horóscopo é só uma balela. Não gastem dinheiro com esses aproveitadores. Gastem comigo, com minha novíssima abordagem acadêmica sobre… Quê? Nenhum cientista conseguiu provar que a Astrologia é inválida? Ah, mas ninguém conseguiu provar que é válida, então não é!! Aháááá!!!”

(Fanático religioso) – A Verdade está comigo e com os textos que desde criança e sem qualquer análise criteriosa aceitei como única via de salvação. Você tem que aceitar que Astrologia é proibida pela divindade “@$#”. Qualquer coisa fora disso é absurda e perniciosa para o bem estar da humanidade. Ciência? Como? A Terra não é plana? Vocês são todos vítimas do demônio chamado “%*&@”. Os cientistas mentem. Estão ideologicamente orientados para doutrinar todo mundo. Cuidado!!!”.

(Carlinhos vendo tudo isso) –  😴😴😴😴😴😴😴😴

(Fanático Tarotista/Tarólogo) – Rá! Para eliminar todas essas controvérsias, joguem Tarot. O Tarot é muito melhor que a Astrologia. Qualquer um pode ver que é um instrumento de inspiração divina, em que quando se diz algo, sempre há alguém do além falando junto.

(Outro fanático tarotista respondendo) – Mas você usa o Tarot do Waite, que está ultrapassado. O bom mesmo é o Tarot de $#@&*#. Esse sim, é mais completo e é liiiiiiiiiiiiinnnndooooooooo!

(outro ainda) – Pirou na batatinha, o certo é tradicional, o Marselha. E depois, vcs não sabem fazer a tirada #%$$#@**, que resolve os enigmas fundamentais do universo…

E assim, Carlinhos continua… 😴😴😴😴😴😴