Quem será presidente do Brasil?

Eis, no vídeo do link que se segue, o perfil de quem tem maior chance de vencer a eleição presidencial de 2018 no Brasil. Prometi que iria tornar a  compartilhar só após essa etapa do primeiro turno e aqui está. Observem o que eu disse no trecho entre 11 min. e 24 min., sobretudo de 11 a 17, onde descrevo o perfil do próximo presidente. https://www.youtube.com/watch?v=6J3znNTDRK4&feature=youtu.be
O vídeo foi gravado dia 15/01/2018, em palestra no Rio de Janeiro, com integrantes da Cia dos Astros.

Primeiramente, entendam que não estou torcendo nem tampouco fazendo apologia a nenhum dos dois candidatos que vão para o segundo turno. De fato, lamento. Torço para que prevaleçam as melhores possibilidades que mencionei no vídeo.

Posteriormente, prestem atenção no trecho de 1:34:30 a 1:35:54 e, igualmente, no que vai de 1:42:00 a 1:44:00. Quanto a este último trecho, já não sei atualmente se podemos eliminar totalmente a questão feita ali.

Com Júpiter na 10 do mapa do Brasil, qualquer um dos dois candidatos teria a chance que estamos vendo agora, com a consolidação das candidaturas para o segundo turno. Ambos possuem várias das características que se seguem, mas há uma inclinação para uma característica em especial. 
O resultado final pressupunha ou alguém com muito carisma (Júpiter) à frente das intenções de voto, ou algo como um messianismo (Júpiter e a relação com o aspecto religioso ou com o mito da salvação da pátria, comum nas propagandas com apelo ao irracional) ou, ainda, a ascensão de quem não tivesse o tal carisma, mas alicerçado por quem o possuísse. Contudo, o tom conservador de Saturno em seu domicílio capricorniano inclina a coletividade a algo mais preocupado com uma suposta ordem do que propriamente inclusividade e humanismo, que seria o tom de Aquário e Peixes. O apelo à hierarquização e rigidez fala mais alto, tanto quanto o radicalismo nessa direção em todas as partes do mundo, com Plutão em Capricórnio.

Quero crer que isso possa ser modificado em alguns pontos e que as perspectivas possam pender para um lado mais humanista, mas vamos aqui continuar observando.

A palestra de janeiro de 2018 tem um complemento noutra que já divulguei aqui, de maio, sobre Urano em Touro e Planetas Lentos em Signos de Terra. Ela pode ser acessada aqui: https://projetoluminar.wordpress.com/2018/05/17/urano-em-touro-e-planetas-lentos-em-signos-de-terra-2018-2026-video-da-palestra-de-16-05-2018/

Carlos Hollanda:

Facebook:https://www.facebook.com/astrologiacarloshollanda1/

Projeto Luminarhttps://projetoluminar.wordpress.com/

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Museu Histórico Nacional: a calamidade

Aqui, no calor dos acontecimentos, um brevíssimo texto sobre o aspecto que tem analogia com a tragédia ocorrida no Museu Nacional.

Urano quadratura Marte. Urano oposição Marte. Respectivamente, trânsitos sobre o mapa do Rio de Janeiro e sobre o do Brasil (discussões sobre o horário do Brasil ficam para outro post, por favor). São aspectos típicos em situações de incêndio, falha técnica, eletrônica, problemas elétricos e acidentes envolvendo substâncias inflamáveis (Marte) e circunstâncias fora do habitual (Urano). O incêndio do Museu Nacional pode ser visto tanto no mapa da cidade quanto no do país, já que, de fato, é uma instituição federal.

incendiomuseunacional
À esquerda, o mapa da Fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (círculo interno) e os trânsitos (círculo externo) do dia 02/09/2018. À direita, o mapa da Independência do Brasil (círculo interno) e os trânsitos (círculo externo) do dia 02/09/2018.

Desolação. Destruição de milhões de peças de valor inestimável. A perda é incalculável, sobretudo do ponto de vista histórico e de patrimônio da humanidade. Horror. Mais de duzentos anos de história e alguns milhares de anos em relíquias que chegam a remontar ao Antigo Egito. Uma tristeza sem fim. A falta de investimentos e atenção de governantes já levou ao fechamento do museu por um bom tempo. É uma das maiores instituições científicas do país. Coleções trazidas por D. João VI, Pedro I e II. Muitas obras eram necessárias, mas a instituição estava praticamente abandonada pelo poder público.

Marte, em ambos os mapas está ligado à casa 9. Esse setor, em um mapa astrológico se relaciona, entre outras analogias, ao ensino universitário. O museu pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro. O setor acadêmico seria um dos possíveis pontos vulneráveis numa fase assim, portanto.

Note-se que num mapa Marte se encontra em conjunção com a cúspide da 9, enquanto no outro ele se encontra inteiramente dentro da casa.

O trânsito em si não predetermina que irá acontecer algo num local específico, mas sim em torno de locais cujos assuntos, utilidades, características e situações sejam análogos ao que ele representa. Isso significa que os eventos se desencadeiam em pontos de uma cidade ou de um país ou sociedade em que existam precondições, funcionando como o elo mais fraco de uma corrente que está, inteira, sob a mesma tendência. É nesses pontos que a tendência geral se torna fato. De qualquer modo, a tensão se manifesta de outros modos, como violência, mau-funcionamento de equipamentos, imprudências gerais – hoje mesmo, dia 03/09/2018, um ônibus capotou no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, quando andava em alta velocidade (como absurdamente o fazem quase sempre os motoristas desses veículos naquela pista há décadas), ferindo 38 pessoas.

Acrescento outros detalhes correspondentes: Júpiter em trânsito sobre o mapa da Independência do Brasil está em quadratura com Vênus, o planeta regente da casa 9 daquele mapa, enquanto já realiza uma conjunção com o Meio do Céu (autoridades, vida pública, governantes…). Enquanto os políticos estão preocupados com as mídias e a fama (Júpiter), de olho nas eleições com grandes estratégias de persuasão através de discursos floridos, as universidades públicas estão caindo aos pedaços.

Um apelo: não votem em políticos que não têm interesse na Educação, no desenvolvimento científico e patrimônio histórico. Esse é o resultado.

(por Carlos Hollanda)

 

VÔO 447 DA AIR FRANCE – um painel astrológico explicativo da tragédia de 2009

A imagem que se segue é o Painel em formato A1, exposto durante o Simpósio Internacional de Astrologia do Sinarj, em 2009, contendo dados sobre os mapas de grande parte dos passageiros do vôo 447, da Air France, que caiu no mar, próximo a Fernando de Noronha, no dia 31 de maio de 2009.

Clique na imagem para vê-la em tamanho grande

Autor do painel e da pesquisa: Carlos Hollanda (junho de 2009). Note-se que o acidente ocorreu durante uma conjunção tripla entre Júpiter, Netuno e Kiron. O estudo se baseava na observação contínua de que grandes calamidades e situações de vitimização têm um percentual muito grande de posicionamentos de Kiron em condições potentes nos mapas, tanto nos dos eventos calamitosos quanto nos das vítimas, quando ele incide sobre algum ponto do mapa delas. Igualmente, os dados coletados demonstram que em acidentes com grande número de mortos, ainda que com mapas diferentes e vivenciando ciclos diferentes, há uma coincidência de fatores que convergem para as configurações preponderantes do momento. Neste caso, por exemplo, profissionais ou outras pessoas com ligações diretas com algo análogo ao simbolismo de Kiron estavam no avião. Muitos eram ativistas de organizações de assistência a vítimas (Netuno-Kiron), enquanto outros eram professores (Kiron-Júpiter-Mercúrio – havia uma quadratura entre eles). Outros tinham conexões com transportes marítimos de longa distância (Netuno-Júpiter) ou com empresas petrolíferas no Brasil, que, majoritariamente, extrai o produto do mar (Netuno-Lua). Havia ainda químicos (Netuno) e seus filhos, geofísicos que prestavam serviços para a Petrobras etc. As convergências são múltiplas e vale a pena dar continuidade à observação desses fenômenos.

 

Melancolia, Planetas, Signos e a Depressão Nossa de Cada Dia

Saturno, Netuno e Plutão: traços depressivos e ansiedade entre indivíduos e coletividade

por Carlos Hollanda

O número de pessoas deprimidas parece ter crescido nos últimos anos. Nos consultórios de psicanalistas, psicólogos, terapeutas holísticos e astrólogos esse aumento vem sendo sentido neste início de século XXI, ganhando um pico de intensidade entre meados de 2017 e meados de 2018. As chances, segundo a análise que se segue, é de isso ganhar proporções um pouco maiores nos próximos anos, sincronicamente aos atuais trânsitos de planetas lentos.  O que, em Astrologuês, poderia identificar essas tendências em termos de signos e planetas, ciclos pessoais e ciclos coletivos? Neste artigo vou apresentar minhas observações a respeito, com base na análise de mapas de clientes nos últimos 5 anos, sendo 15 deles atendidos com esses sintomas apenas no primeiro semestre de 2018.

Obviamente este texto não tem a pretensão de ser um tratado psicanalítico ou psicológico sobre os estados emocionais e suas possíveis soluções do ponto de vista terapêutico. O objetivo é lançar mão do que a Astrologia pode oferecer a partir de seus referenciais e da combinação dos mesmos para que sejam identificados os padrões que levam aos estados depressivos, além dos períodos em que tais predisposições costumam ser desencadeadas com maior frequência.

A título de comparação, é sabido que as crises de ansiedade normalmente identificadas em mapas astrológicos de pessoas com ênfases sobre Mercúrio, Urano e Lua, podem gerar o efeito reverso, com o tempo, tornando-se casos depressivos cuja intensidade pode variar de leves e provisórios a profundos e devastadores. Porém, os planetas cujos padrões são análogos ao comportamento depressivo e, de fato, até a condições orgânicas e neurológicas que levam a isso, são Saturno, Netuno e Plutão, em se tratando de Astrologia Moderna. Tradicionalmente (com os modelos mais antigos da Astrologia, com os 7 planetas tradicionais), os estados depressivos ou, utilizando a terminologia medieval, a “melancolia” (um excesso desse princípio), podia ser encontrado em:

  1. Ênfases em Saturno no mapa;
  2. Saturno em aspecto tenso (mal aspecto) ou conjunção com a Lua, com o Sol, com o Ascendente;
  3. Saturno em aspecto tenso com algum significador de saúde, como o regente da casa 6 ou da 8 (com seu componente psíquico e sua ligação com aquilo que nos destrói, a morte, a perda, luto etc).

Cronos e o Gênio da Arte. Adolf Friedrich Erdmann von Menzel, Berlim, 1882

De fato é Saturno o planeta cuja natureza é propriamente melancólica, daí sua presença constante em casos de maior ou menor grau de transtorno depressivo. Contudo, se levarmos em conta os planetas trans-saturninos, Netuno e Plutão também podem ser incluídos nos itens “a”, “b” e “c”, acima. Urano, ao contrário, vai para o ponto oposto, em picos de ansiedade e em hiperatividade.

No que se refere às casas astrológicas, os mapas mais propensos aos estados depressivos, com ênfase ou não nos três planetas melancólicos, têm posições fortes na 6, na 8 ou na 12 (ou em todas elas simultaneamente). Curioso perceber que, essas 3 casas são, desde cerca de dois mil anos atrás, chamadas de “casas desgraçadas”. Estas últimas ainda têm a casa 7 em seu conjunto, mas a mesma não converge com a mesma frequência para estados depressivos como as outras três suas “colegas”. Se resumirmos os motivos para tanto, digamos que na 6 se adoece e se subalterniza; na 8 morremos ou passamos por perdas; na 12 nos marginalizamos, somos presos, somos hospitalizados ou rejeitados ou somos vulneráveis. Apesar de tudo isso, na 6, por exemplo, podemos encontrar a cura pela rotina (ver este artigo aqui, que fala a respeito) e a 12 pode favorecer a contemplação necessária a pessoas como escritores (ver este outro aqui, que comenta a questão). Na 8 pode estar a chance de descobrir e purgar aquilo que você andava fazendo que atrapalhava os planos e você não se dava conta e ainda pode aumentar consideravelmente sua resiliência.

Ainda pensando na utilização medieval do termo, em graus menos intensos, a melancolia pode ser a chave para um pensamento profundo, para o recolhimento e elaboração das experiências da vida. Algo que um entusiasmo constante pode não proporcionar, devido ao fato de que a elaboração das experiências concretas junto às percepções das mesmas requer, entre outras condições, um certo isolamento ou recuo do burburinho da vida cotidiana, algo como um “desânimo pelo trivial” e uma busca por algo mais consistente do ponto de vista interior. O próprio estado que tenho que desenvolver para escrever textos mais longos e que requerem mais atenção, como este que você lê, é um mix de estado melancólico/reflexivo e o desejo de colocar para fora, de modo criativo, com lucidez, as impressões que me chegam de um longo e paciente trabalho de catalogação e deduções. Estar eufórico não me permitiria ponderar na mesma medida, é preciso que eu esteja a sós com meu pensamento para tanto. Há, claro, quem pense melhor na base do diálogo e das “faíscas” de uma boa provocação intelectual, que tenha tudo na ponta da língua, mas isso não é necessariamente refletir, deixar um dado sedimentar e, dali, desdobrá-lo com calma, sem conclusões precipitadas. Reflexões são feitas na base de dados coletados paulatina e pacientemente, sem certezas absolutas com informações esparsas. Partem de questões e situações que sensibilizam o indivíduo e que o fazem tentar responder de maneira penetrante e com discernimento. Por outro lado, a “melancolia intensa” ou depressão leva a um estado de desligamento do mundo, o desligamento de todo interesse, inclusive o de refletir sobre as condições vividas entre pontos e contrapontos. Na depressão costuma haver um só ponto: o que corrói a esperança. Nesse caso, a tendência é a autodestruição com o pensamento e sentimentos que tornam o viver insuportável e suas consequências são bastante danosas para a mente e o corpo.

Albrecht Dürer – “Melancolia I” (de 31 de dezembro 1513)

Ocorre que esses estados podem ocorrer das mais variadas maneiras. Os porquês de uma ou outra pessoa entrar em depressão podem ser muito pessoais e subjetivos, sendo que, para alguns que observam “de fora”, as razões para tanto seriam  “fúteis e infantis”, enquanto para quem vive a situação mais diretamente, um fato corriqueiro torna-se algo deveras catastrófico e difícil de se livrar. Pode-se disparar o estado que aqui chamarei de “supra-melancólico”, aludindo à característica saturnina exacerbada, a partir do choque com uma situação catastrófica concreta, como uma perda súbita de entes queridos, uma ruína nos negócios, perdas de status, fracassos sucessivos (ou imaginar que o enfrentamento dos obstáculos seriam fracassos e não processos), abandono, rompimentos de relacionamentos afetivos, falta de perspectivas para o futuro dentro de um grupo social etc. A lista pode crescer exponencialmente e aqui vou me limitar a indicar apenas esses poucos, mas não menos importantes, gatilhos. A propósito, o termo “depressão” é relativamente recente na História, tendo sido usado para designar o estado de desânimo ou perda de interesse no século XVII e sendo incorporado ao dicionário apenas no século XVIII, em 1750, pelo poeta, ensaísta e lexicógrafo inglês Samuel Johnson. Até então, essa condição era conhecida pelo termo que faz a ligação entre o planeta Saturno e a referida aflição. Vale lembrar que expoentes de diferentes épocas se referiam a ela como tal, e Albrecht Dürer a representou em sua célebre gravura “Melancolia”, que teria, entre suas possíveis motivações, a influência das leituras do autor sobre o tratado mágico-astrológico “De Occulta Philosophia”, de Agrippa.

Entre os signos astrológicos mais facilmente afetados por esse estado, estão Capricórnio, Peixes e Escorpião, precisamente os que são regidos, na mesma sequência, pelos três planetas de nosso título (modernamente falando). Cumpre observar que quando me refiro aqui a “signos mais afetados”, não quero dizer somente o que vulgarmente se passou a entender como alguém “desse ou daquele signo”, em alusão ao signo solar. Alguém pode ter seu Sol de nascimento (o famoso “o meu signo é…”) em qualquer um dos três e, ainda assim, não ser vítima desses estados críticos emocionais. Quando aqui falo dos “signos” falo como se fala tecnicamente, atentando para as ênfases encontradas no entrecruzamento dos dados do mapa. Um signo pode estar enfático quando o Sol, a Lua, o Ascendente, vários planetas se encontram lá ou quando alguns outros pontos, menos conhecidos do público leigo (como a Parte da Fortuna, por exemplo) estão ali localizados. Obviamente, encontrar-se-ão casos de pessoas com ênfases em qualquer outro signo passíveis de deprimir em graus variados, mas uma análise quantitativa revela que os signos regidos pelos planetas do título acima tendem a maior frequência. Assim, pessoas com pontos cruciais do mapa, como o Sol, a Lua ou o Ascendente em tais signos, assim como uma concentração (stellium) nos mesmos podem estar relativamente mais sujeitas, dependendo de época, pela configuração particular do mapa, histórico pessoal/familiar, sociedade, tempo histórico etc. Igualmente, as supracitadas pessoas cujas ênfases passam longe dos três signos elencados no início deste parágrafo, podem ter Saturno, Netuno ou Plutão (ou um deles, dois deles ou todos os três) formando aspectos (ângulos) tensos (difíceis) com fatores cruciais do mapa. É, de fato, o que ocorre na esmagadora maioria das vezes e não se restringe apenas às configurações astrológicas do nascimento. Os trânsitos desses planetas pelo zodíaco em algum momento poderão chegar nos aspectos que levam a essa tendência melancólica.

A situação econômica desses anos de crise no Brasil e no mundo não tem ajudado muito. Dificilmente é possível ter paz de espírito quando se tem uma expectativa de crises cada vez piores e quando as evidências político-sociais apontam para um quadro ainda mais complicado. Do mesmo modo, pessoas com grau de sensibilidade muito apurada, empáticas, auto-defensivas, antecipadoras de problemas, temerosas quanto a uma eventual ausência de amparo, excessivamente autocríticas, podem ser “campeãs” em variações de humor para um estado de medo e tristeza que descamba para a perda do ânimo para a vida. Todavia, como disse antes, apesar de as causas da depressão serem múltiplas e mais ou menos particulares de indivíduo para indivíduo, astrologicamente é possível identificar quando e como essas propensões ganham maior relevância, seja observando os trânsitos (também progressões ou retornos solares) sobre os mapas de nascimento, seja analisando-os como tendência coletiva.

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Enquanto este artigo é escrito Saturno e Plutão encontram-se em Capricórnio, o signo de domicílio de Saturno. Netuno encontra-se transitando em Peixes, seu domicílio pela concepção “moderna” da Astrologia. Plutão já transita em Capricórnio desde janeiro de 2008 e permanecerá nesse signo até setembro de 2024. Em junho de 2018 transita aos 20 graus da “cabra-peixe”. Saturno ingressou em Capricórnio em dezembro de 2017 e ali permanece até dezembro de 2020, dando, antes, uma passadinha por Aquário em alguns meses daquele ano, antes de se estabelecer neste último por outros cerca de 2 anos e meio. Em junho de 2018 encontra-se a 6 graus de Capricórnio. Netuno ingressou em Peixes em abril de 2011 e ali permanecerá até outubro de 2025. Em junho de 2018 vem passando em 16 graus desse signo.

Isso pode suscitar o questionamento: “se Saturno e Netuno estão em seus signos de maior poder, por que, então, representariam algo danoso?”. De fato, não é necessariamente uma manifestação danosa nem feliz o fato de um planeta passar por um dado signo, ainda que seja sobre um no qual o planeta possua dignidades ou debilidades. Um planeta bem posicionado por signo normalmente assim o está por ter sua natureza simbólica muito próxima das conotações oferecidas pelo signo. Isso faz com que a tal natureza se fortaleça bastante e, num mapa de nascimento, se torne mais facilmente consciente e expressiva. Mas também pode acentuar seus padrões, para algo agradável ou desagradável, dependendo dos aspectos que forma com outros fatores do mapa.

Em princípio, a passagem de Saturno por Capricórnio pode ser bem interessante, conforme demonstro num vídeo sobre o trânsito dos “Planetas Lentos em Signos de Terra”, na palestra de mesmo nome que você pode assistir integralmente clicando aqui e entender as muitas outras ramificações e complexidades de uma dessas posições celestes. Porém, seu efeito pode ser precisamente o de baixa auto-estima, melancolia, excesso de responsabilidade, interrupções ou lentidão na consecução de vários objetivos, cobranças constantes, e nem sempre suaves, vindas de autoridades ou de pessoas mais velhas, entre outros potenciais, compreendendo também a intensificada capacidade de levar a cabo com disciplina alguma tarefa penosa. Isso dependerá, claro, das repercussões que os trânsitos planetários terão em cada mapa individual, quer seja os aspectos que façam com outros planetas do mapa de nascimento (ou do mapa radical de uma instituição) ou a passagem pelos ângulos do mapa.

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Nos trânsitos atuais, quem são as pessoas mais afetadas? Aquelas que têm ênfases (ver delineação desse conceito no início deste artigo) em Câncer, o signo oposto a Capricórnio, por receberem, nos pontos enfáticos, a aspectação tensa de Plutão e Saturno ali. Igualmente Libra e Áries, pelas quadraturas, ângulos de 90 graus formados pelas posições planetárias, sendo esses ângulos também difíceis e desafiadores. Virgem é o signo que recebe oposições pelo trânsito de Netuno em Peixes, sendo, da mesma forma, afetado sob vários pontos de vista. Planetas situados em Touro e Virgem, no entanto, recebem bons aspectos dos planetas transitando em Capricórnio, portanto, excetuando-se outros ciclos pessoais que possam ser desafiadores num dado mapa, a tendência, nesses casos, é de estabilização, prestígio e respeitabilidade com segurança material. Os capricornianos de Sol, Lua, Ascendente ou vários planetas situados em Capricórnio, vivem esses trânsitos na pele diretamente. Se você possui alguma ênfase em seu mapa nos signos mencionados aqui neste parágrafo, procure observar se não vem passando, se já passou ou virá a passar pelo contato, por aspectos, desses fatores. Caso haja alguma predisposição a um comportamento melancólico no mapa radical (de nascimento, de inauguração), há uma sujeição maior a estados depressivos. Ao saber disso, é possível, com antecedência, tomar medidas que possam contornar e superar um eventual problema nessa área. Na presença dos sintomas, o ideal é solicitar atendimento com um psicoterapeuta ou psicanalista de sua preferência, de forma que ele possa avaliar o grau de intensidade, verificar se é um transtorno ou não e encaminhar para uma possível medicação ou tratamento. Isso pode evitar muito sofrimento desnecessário.

Do mesmo modo, a combinação desses planetas quando em contato uns com os outros pode acarretar os sintomas em pessoas que nasceram mais ou menos na mesma geração. Por exemplo, Saturno em trânsito fez conjunção com o Netuno de nascimento de pelo menos três gerações inteiras desde 2000 até aqui. A que nasceu com Netuno em Escorpião, em Sagitário e agora, em Capricórnio (indo ali, repito, até dezembro de 2020). Quanto aos possíveis efeitos desse aspecto, transcrevo um trecho do livro “Trânsitos Planetários”, de minha autoria (saiba mais sobre o livro clicando aqui), lembrando que isso pode variar de intensidade de pessoa para pessoa, de acordo com as configurações do mapa de nascimento. É preciso, de antemão, verificar em que grau se encontrava aquele Netuno daquela geração para saber em que época ocorreu o aspecto ou virá a ocorrer. Quem nasceu em fins dos anos 60, por exemplo, viveu a conjunção por volta de 2014 ou 2015. Quem nasceu em 1980 passou por ela entre 2016 e 2017. Quem nasceu em 1987 está passando por ela agora. Vejamos o trecho do livro e a relação do aspecto com estados depressivos ou situações com teor desesperançoso:

Saturno em trânsito em conjunção com Netuno radical

As fantasias, os sonhos e devaneios são duramente desafiados aqui. O pai, autoridades, professores e outras pessoas de idade superior podem tentar forçar o indivíduo a ver o mundo de maneira mais pragmática. Muitas de suas crenças são tidas como infantilidades ou como algo a que não se deve dar muita importância. Limites são impostos a esses sonhos e o indivíduo começa a crer que nada daquilo é de fato realizável. Ele enxerga com muito maior freqüência as dificuldades e os empecilhos do momento do que as ações necessárias para o alcance daqueles ideais. Por isso mesmo esta fase é permeada por uma certa tendência à depressão e evasão do mundo, uma reclusão pela crença de que de nada adiantarão os maiores esforços se aquilo que se visualiza não pode ser atingido. O indivíduo tende a decepcionar-se com pessoas e sistemas que regulam a vida em sociedade e prefere manter-se em seu mundo de sonhos sem, contudo, dar os passos necessários para reverter sua situação.

Por outro lado, as próprias circunstâncias dão tal evidência: pode-se sonhar com um trabalho no campo das artes visuais, por exemplo, e tudo o que obtém é a função de auxiliar de projetistas numa empresa de engenharia. É o princípio de realidade prática de Saturno agindo sobre o ideal netuniano. Acontece que ao invés de aproveitar os ganhos relativos que pode obter numa função distante do que deseja e empenhar-se no aprendizado e conhecimento de pessoas da área almejada, o indivíduo tende a manter-se principalmente em lamentação. Ou isso ou numa triste conformidade, aceitando, como se estivesse em auto-sacrifício, “a realidade como ela é”. Ele abdica de sua felicidade tentando ser “adulto” ou maduro, adequando-se às expectativas alheias e a visões bem menos criativas que a dele. (Carlos Hollanda – “Trânsitos Planetários – Astrologia e Previsões – vol. 1, 2017, p. 178)

Aqui vale a observação de que o capítulo a respeito do aspecto ainda trata das possibilidades de desenvolvimento que o mesmo possui, não apenas dos pontos elencados e transcritos aqui.

Se você está na faixa etária de quem tem Netuno em Capricórnio pode vir a sentir alguns desses traços durante uma fase que pode durar cerca de 6 meses ou mais, se Saturno em trânsito entrar em movimento retrógrado enquanto realiza a conjunção. Fique atento, é possível contornar os potenciais difíceis e extrair dessa passagem de Saturno o melhor que ele tem: consolidar e dar consistência, na medida da logística existente, aos sonhos e devaneios, produzindo meios para executá-los com sobriedade.

Para finalizar, vale dizer que Netuno passando por Peixes tanto amplia consideravelmente a criatividade de quem se vê sensibilizado (nos pontos do mapa radical) por seu trânsito tanto quanto a vulnerabilidade, a piedade, a perda de referenciais, um eventual excesso de romantismo, comportamento de vítima (em parte devido à vulnerabilidade ampliada) e dissolução (ou desilusão) de fantasias irrealizáveis. Muitos podem recorrer a fugas na forma de vícios ou dependências. Outros são auxiliados por alguma forma terapêutica que ou venha a levar em conta a química farmacêutica ou alguma maneira alternativa de tratar. Normalmente, nessas fases, é a química mesmo quem mais acaba resolvendo, embora nem sempre. Plutão em Capricórnio vai levando muitas pessoas com essa ênfase nesse signo, em Câncer, Libra e Áries, passarem por situações bastante desafiadoras e emocionalmente críticas. Alguns experimentam alguma forma de luto, que tanto pode ser aquele de fato, com pessoas próximas que dão adeus (na menor parte dos casos e apenas naqueles em que já se esperava isso), términos de relacionamentos, perdas de vínculos empregatícios, cirurgias corretivas ou as vitais, falências ou ruptura de parcerias em negócios. As variações também são grandes e as especificidades só podem ser indicadas de caso a caso na leitura do mapa individual.

Carta natal de Lars von Trier, obtida no astrodatabank.com. Infelizmente não se dispõe do horário de nascimento.

Uma curiosidade a discutir futuramente: no filme dinamarquês “Melancolia”, de Lars von Trier, lançado em 2011, o planeta que dá título à obra (e cujo tom azul se assemelha ao da Terra ou mesmo ao de Netuno) irá se chocar com a Terra e exterminá-la, e a toda a vida nela. Trier, anteriormente fizera “Anticristo”, em meio a forte processo depressivo, e “Melancolia” marca a saída do diretor desse processo. É um filme niilista, em que Trier faz questão de mostrar sua percepção quanto a não haver alívio nem segurança possíveis na família, no amor, nas instituições, na cultura, na arte, no dinheiro, na infância, mostrando, ainda, o quanto estamos sós no imenso universo e, ainda assim, não vamos durar muito. Apesar disso, o filme é muito bom e merece ser analisado com cuidado em todas as suas nuances que, sob diversos prismas, mantém uma convergência a todas as questões que são relevantes no processo depressivo, mostrando, ainda, de modo saturnino, o que seria a futilidade de tantas instituições e das organizações sociais. O pessimismo de Trier, contudo, é a característica mais clara de uma combinação dos três planetas de nosso título em suas expressões mais complexas. No mapa ao lado (clique na imagem para ampliar), num mapa sem horário, Saturno e Plutão encontram-se envolvidos numa das mais tensas configurações astrológicas, uma “quadratura T”, envolvendo a ambos, a Mercúrio e a Júpiter. Netuno ainda forma um quincunce com Mercúrio. Sua Lua, um dos pontos enfáticos do mapa, encontra-se em nada menos que em Capricórnio. Uma eventual obtenção do horário de nascimento do diretor talvez revele uma posição ainda mais preponderante de Netuno e dos demais planetas que motivam este texto.

Termino aqui chamando a atenção para o fato de que este texto não aborda todas as nuances, coisa que seria mais apropriada a uma publicação mais robusta como um livro dedicado ao assunto. Espero, no entanto, que o conteúdo presente seja satisfatório ao menos para esclarecer uma parcela das dúvidas a respeito dessas condições que todo ser humano é passível de viver.

Carlos Hollanda
22 de junho de 2018, Sol em Câncer, oposto a Saturno, Lua em Escorpião.

O CAMINHO DOS TEMPLÁRIOS – DA IBÉRIA À VIA LÁCTEA – Uma Jornada de Magia e Transformação com Astrologia, Kabbalah e Tarot

JORNADA: O CAMINHO DOS TEMPLÁRIOS – Enfim os valores e roteiro detalhado, com os hotéis e pontos de visitação, contatos com a agência Bem Viver Tur e tudo o mais. A hora é agora: comece a planejar sua jornada mágica de transformação! Um curso de Astrologia, Magia, Tarot e História, com vivências e exercícios de promoção de Estados de Consciência in loco.

As atividades são facilitadas pelos professores Carlos Hollanda e Frater Zelator

Segue o texto com o roteiro e o link da página do Facebook e, nos anexos, algumas fotos de alguns dos locais que visitaremos.
Inscreva-se!
Pagina do Evento: https://www.facebook.com/events/161146007887817/
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Peregrinação, Curso e Vivências com Astrologia, Misticismo, Arte e Simbolismo em Portugal e Espanha, com diversas tradições, e foco nas heranças da Ordem do Templo ou “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão” mais conhecidos como “Cavaleiros Templários”, sua história, tradições, as repercussões de suas práticas até hoje, entre organizações iniciáticas e no misticismo ocidental. Encontraremos outras tradições e sincretismos pelo caminho, como a influência celta, o estudo da Kabbalah, tanto entre membros da Ordem quanto pela via das culturas judaicas (Tradição Toledana), os mistérios de grandes Iniciados, magos e bruxos que passaram por vários dos locais onde iremos e neles viveram situações importantes em suas trajetórias. Durante todo o trajeto por várias cidades de Portugal e Espanha, realizaremos práticas que envolvem o uso da Astrologia, o conhecimento do céu das Estrelas Fixas (com a referência do hemisfério norte), o uso do Tarot e de algumas práticas mágicas herdeiras das tradições supracitadas, além de vivências iniciáticas dentro de monumentos históricos, sendo estas facilitadas pelos dois professores que acompanham o grupo: Carlos Hollanda e Frater Zelator.

Além das aulas e experimentos que promovem alteração do estado de consciência e das leituras gerais e individuais dos símbolos e ciclos, teremos os momentos de lazer e confraternização, o usufruir do Fado, do Flamenco, do vinho, das belezas naturais e arquitetônicas, do friozinho, da culinária, do povo amigo e de toda a inspiração e cultura que uma jornada como essa pode realizar. Uma verdadeira jornada estilo “casa 9”, em Astrologia, que quer dizer a viagem externa em estreita ligação com o crescimento interno. Se você é brasileiro, encontrará muito mais do que suas raízes na Península Ibérica. Se você não é, ainda assim realiza um mergulho em si e na cultura, nos mitos, lendas, símbolos e descobre que muito do que parece ficção vai bem além do entretenimento.

HOTÉIS, VALORES, INGRESSOS E OUTROS DETALHES:
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Contatos com a Agência Bem Viver Tur (Izabel ou Kim):

e-mail: izabel@bemvivertur.com.br

whatsapp: (79) 9114-4801

Contatos com os professores pelo e-mail:
carlos.hollanda@gmail.com
ou pelo whatsapp: (21) 99218-5428

Vejam algumas fotos de alguns locais que visitaremos.
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HOTÉIS EM QUE NOS HOSPEDAREMOS + DATAS:

05/06/jan htl Roma em Lisboa
07/08/jan htl Tivoli em Sintra
09 jan htl Dom Fernando em Evora
10 jan htl UMU em Santarem
11/12/jan htl Templarios em Tomar
13 jan htl Principe Perfeito em Viseu
14/15/jan htl Cliphotel em Nova Gaia
16 jan htl Santiago Apostl em Santiago de Compostela
17 jan htl Azar em Plassencia
18/19/20 htl Abetos Del MAstre em Cordoba
21/22/23 htl Conquista de Toledo em Toledo
24 jan htl Santos Praga em Madri

* Todos com cafe da manhã Continental

ENTRADAS INCLUÍDAS NOS SEGUINTES MUSEUS
Castelo de São Jorge em lisboa
Castelo dos Mouros em Sintra
Quinta da Regaleira em Sintra
Palacio da Pena em Sintra
Capela de Huesos em Evora
Convento de Cristo em Tomar
Ruinas Romanas em Viseu
Mesquita de Cordoba
Meseu Arqueologico em MAdrid

VALORES:
* Preço por pessoa em ap.DBL – EU 4180,00 – Aéreo e Terrestre + ingressos (acima) todos incluídos. (ver conosco proposta de milhas e especificidades para quem já se encontra na Península Ibérica)

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CALENDÁRIO DE VISITAÇÃO TURÍSTICA (veja também o Roteiro com os Professores, mais adiante neste post):

05/01 Chegada e descanso
06/01 Aula inicial com Profs Carlos e Adilio no hotel antes do primeiro trajeto.Torre de Belem e arredores,Castelo São Jorge.Noite Fado (opcional) em Alfama.

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07/01 Quinta da Regaleira,Castelo dos Mouros e Palacio da Pena

08/01 Mesa redonda com Profs Carlos e Adilio em editora local

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09/01 EVORA Visita a Capela dos Ossos e Templo Romano,além de passeio livre pelo centro da cidade

10/01 SANTAREM Passeio livre pelo gotico manuelino e à casa de Pedro Alvares Cabral.Visita breve ao Centro Cienacia Viva,em Constancia e parque de Astronomia.

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11/01 TOMAR Covento de Cristo, Castelo Templario,Castelo Almourol

12/01 SINAGOGA Igreja de Sta MAria dos Olivais, Igreja São João Batista

13/01 VISEU + GERAS Visita ao Parque e às ruinas romanas, Cava de Viriat o. Passeios gerais livres.

Porto

14/01 PORTO Lazer,com passeios opcionais de dia e vida noturna nos pontos apraziveis da cidade.Passeio opcional de barco pelo Rio Douro.

 

 

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16/01 SANTIAGO Porto para Santiago de Compostela,chegando a tempo de ver a missa Botafumeiro, sempre ao meio dia, qdo se recebe os peregrinos. Santiago é o ponto final de vários trajetos e também é conhecida como “a Via Lactea” (vide título de nossa jornada).

 

17/01 Etapa de condução desde Santiago a Plasencia, fazendo parada para conhecer o Centro de Salamanca. Noite de descanso e Magia do Tarot em Plasencia.

18/01 Saida pelo sul da Espanha. Em Andaluz: Espanha moura de Andaluzia. Dois dias em Cordova.

 

19/01 CORDOVA O Alcazar, a Juderia, os Pátios, a Mesquita e Catedral (um dos templos mais surpreendentes do mundo)

20/01 CORDOVA dia livre para passeios como os participantes preferirem.

21/01 CORDOBA/TOLEDO

22/01 TOLEDO – Museu templário, as espadas e outros artefatos belissimos com famoso aço toledano. Museu El Greco e varias outras atrações como tour Toledo Magico, à noite com guias locais. Este tour deve ser contratado no local, não está incluso nos valores supracitados.

23/01 TOLEDO – Cueva de Hercules, subterraneos,mumias toledanas, a arte alquimica,exposições sobre bruxaria. Sinagoga,catedral de Toledo, Alcazar, Monasterio de San Juan dos reis. OPCIONALMENTE há, fora do roteiro, a chance de visitar exposição diversas e, ainda, uma aventura na Tirolesa gigante da cidade.
Um tour magico de dia tambem com Prof.Carlos

24/01 TOLEDO /MADRID Museu arqueologico nacional e visita a cidade

25/01 Traslado ao aeroporto

 

 

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ROTEIRO DAS ATIVIDADES A CADA DIA COM OS PROFESSORES (aguardem novos detalhes, como a descrição das atividades em cada local):

05/02/2019 – Partida com reunião do grupo no Rio de Janeiro (Galeão). Rio-Lisboa.

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TRAJETO PORTUGUÊS:
1- Lisboa – dias 1 e 2 da jornada. Primeiro dia com descanso e horas livres. Segundo dia: Aula inicial com Carlos Hollanda no hotel, antes dos primeiros trajetos. Torre de Belém e arredores, Castelo de São Jorge. Noite de Fado em Alfama. Possível palestra ou curso com Carlos Hollanda em uma das escolas de Astrologia da cidade. ESTA PALESTRA OU CURSO É OPCIONAL. Possível contato com Universidades e Historiadores ligados aos temas de nossa jornada.

2- Sintra – dias 3, 4 e 5 da jornada. Roteiro guiado e aulas na Quinta da Regaleira, Castelo dos Mouros, Palácio da Pena. Prática ritualística na Quinta da Regaleira. Mesa Redonda com Carlos Hollanda e Frater Zelator em editora local conhecida.

3- Évora – dia 6 da jornada. Visita à Capela dos Ossos e Templo Romano, além de passeio livre pelo Centro da cidade.

4- Santarém – dia 7 da jornada. Passeio livre pelo gótico manuelino e à casa de Pedro Álvares Cabral. Visita breve ao Centro Ciência Viva, em Constância e seu parque de Astronomia: um pouco de mecânica celeste e sua importância para a Astrologia.

5- Tomar – dias 8 e 9 da jornada. Convento de Cristo, Castelo Templário, Castelo de Almourol, Sinagoga. Igreja de Santa Maria dos Olivais, Igreja de São João Batista.

6- Viseu + Gerês – dia 10 da jornada – Visita ao parque e às ruínas romanas, à Cava de Viriato. Possibilidade de passeio na neve.

7- Porto – dia 11 ou 10 e 11 – Possível curso de Astrologia à noite, com Carlos Hollanda em escola a combinar. ESTA ATIVIDADE É OPCIONAL E NÃO ESTÁ INCLUSA NOS VALORES CITADOS.

OBS.1: Atenção para as liquidações de inverno nos Outlets!

TRAJETO GALÍCIA-ESPANHA:

OBS.: Do Porto direto para Santiago de Compostela, chegando no dia 17, que é um domingo, a tempo de ver a missa botafumeiro, sempre ao meio-dia, quando se recebe os peregrinos. Santiago é o ponto final das vias de peregrinação de vários pontos da Europa e o Caminho de Santiago é também conhecido como “a Via Láctea”.

1- Santiago de Compostela – dia 12 – Catedral (ideal se pudermos ver uma missa) e parte medieval da cidade, com seus souvenires. Ver se é possível chegarmos até o término de uma das trilhas do Caminho de Santiago, para vermos peregrinos.

2- DA Galícia ao sul da Espanha: dias 13 e 14 – Al Andaluz: a Espanha moura de Andaluzia. Dois dias em Cordova – O Alcazar, a Juderia, os Pátios, a Mesquita-Catedral (um dos templos mais surpreendentes do mundo). Durante a viagem até a região, teremos práticas e leituras (Tarot e Astrologia) no transporte. OBS.: de Santiago de Compostela à Cordoba são 860 km um dia de viagem. Faremos uma parada em Plascencia, onde teremos uma vivência com os Arcanos do Tarot em uma prática de Magia a ser explicada durante o trajeto.

3- Dias 15 e 16 – Tour livre, à escolha, por localidades próximas (Sugestões: Sevilha, Granada ou, se alguém quiser dar um pulo mais distante, Barcelona, por exemplo). Uma mudança de ritmo para relaxar e aproveitar outros assuntos e variedades da cultura espanhola.

4- Da Galícia até Toledo, permanência em Toledo – 3 dias – 15, 16 e 17 ou 16, 17 e 18. Toledo é uma das mais importantes cidades com simbolismo e história templária. Destaque para o museu templário, as espadas e outros artefatos belíssimos com o famoso aço toledano, muita convergência à Kabbalah Luriânica, entre as raizes de muitos saberes praticados em fraternidades no Ocidente. Outro ponto alto é o museu El Greco e várias outras atrações, como o tour Toledo Mágico, à noite, com os guias locais. Outros pontos envolvidos em lendas e mistérios estão a Cueva de Hércules, subterrâneos, múmias toledanas, a Arte Alquimica, exposições sobre bruxaria. Outros monumentos imperdíveis: a Sinagoga, a lindíssima Catedral de Toledo, o Alcazar, Monastério de San Juan de los Reyes, exposições diversas, aventura na tirolesa. Um tour mágico de dia também, com Carlos Hollanda.

5- Última cidade: Madri, dias 18, 19 e 20 ou 19 e 20 – Museu Arqueológico Nacional. Tempo livre para lazer, aproveitando o que de melhor a capital espanhola pode oferecer.

Urano em Touro e Planetas Lentos em Signos de Terra 2018-2026- VIDEO da Palestra de 16/05/2018

Urano entrou em Touro dia 15/05/2018 e ali permanece até 2026. No entanto, Saturno e Plutão estão, também, em um signo do Elemento Terra, Capricórnio, fazendo com que esse período seja marcadamente conservador e com grandes reviravoltas nos meios de produção de bens, relações trabalhistas, estruturas de poder e sistemas bancários, entre outros campos afetados. Saiba detalhes assistindo esta palestra que foi ao ar em transmissão simultânea no dia 16/05/2018 e programe-se para os anos vindouros.

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El tránsito de Marte y Evidencias del Funcionamiento de la Astrología: ensayos y pruebas

Por Carlos Hollanda

Nota: en algunos párrafos hay numeración para notas de final de texto. Ellas son como el siguiente ejemplo: [5]. Al final del artículo, por lo tanto, están todas las notas, que añade datos significativos al texto principal.

Este documento tiene tres objetivos principales. La primera consiste en llevar los temas de discusión relacionados con los conceptos de hombre, el tiempo y el cosmos que se pueden comprobar de diversas maneras, a través del diálogo entre la mirada del historiador y el astrólogo – específicamente el astrólogo que lleva a cabo investigaciones teniendo en cuenta al mismo tiempo, la experiencia empírica y diversas contribuciones teóricas. Entre estas contribuciones, que son siempre provisionales, como en otras áreas del conocimiento, se puede encontrar la teoría junguiana de la sincronicidad, ampliamente utilizado, y comentarios sobre las relaciones electromagnéticos existentes en el sistema solar, que actúa en el campo de la Tierra. Hay teorías causales (estrellas tienen influencia directa sobre el comportamiento) y no causales (las estrellas solo estarían posicionados en el cielo en sincronía con eventos y las características especiales de la Tierra sin afectarles directamente).

 

No se debe pasar por alto las diferentes corrientes de pensamiento que prevalecen entre los astrólogos de hoy. En Brasil, podemos destacar tres principales: una que defiende la astrología científica; otra, más bien al contrario, ve que saben un acto divino o una revelación oculta; una tercera, que observa la astrología como un fenómeno a la vez culturales, lingüísticos (los signos, los planetas y los aspectos formarían “sentencias” y los elementos que se combinan en la interpretación – finalmente algo legible por el especialista) y como una relación de identificación de la “realidad” que rodea con símbolos astrológicos.

 

Tal vez haya una posibilidad de que estas tres corrientes tienen elementos no totalmente repulsivas entre sí, quiçá convergentes un momento u otro, especialmente si se procede con buen tiempo de análisis para los resultados de investigación. Lo que es posiblemente carente de varias declaraciones sobre los “efectos” de, por ejemplo, los tránsitos planetarios en una carta natal astrológica, es la sistematización y catalogación de los informes de clientes observados, los datos proporcionados y su masiva comparación con los viejos y modernos postulados defendido por los astrólogos. Este procedimiento es algo que será discutido más adelante en este trabajo, mostramos un caso extraído de un conjunto más amplio, en el que el tránsito del planeta Marte, tradicionalmente asociado a los efectos de ser citados, resultan ser bastante similares a los hechos denunciados, a pesar de que tales condiciones seren diferentes unas de otras.

 

FISIOGNOMÍA, INDICIOS (EVIDENCIAS), SEÑALES Y EL HOMBRE MODERNO

 

Si hacemos un breve recorrido en el tiempo histórico, se observó que, en muchos aspectos, las prácticas de curación populares o presagios para los procedimientos de prueba [1] fueron apropiadas por ambas herbolarios y curanderos como la medicina [2]. Nota indicios y señales en las personas y en los alrededores también estaban siempre presentes en la práctica de la caza, la pista de la caza, y la ubicación de las personas y de los animales perdidos [3]. Incluso hoy en día, de hecho, la medicina y la policía practican mantener una buena cantidad de evidencia en sus conocimientos diagnósticos y pronósticos, ocurriendo lo mismo en la práctica alternativa: un shiatsuterapeuta puede ser capaz de identificar los diversos problemas musculares y de columna con un breve vistazo a lo andar del paciente. En el caso de la policía, especialmente el experto, las “huellas” dejadas en la escena tienen un lenguaje descifrable por la lógica inherente al sistema de identificación que utilizan este tipo de profesionales. Sin el uso, por ejemplo, un geógrafo analizar un pedazo de clavo en una investigación policial. El investigador, sin embargo, se puede usar la mirada del Geógrafo para entender cómo la morfología y tipo de vegetación local pueden haber afectado a la elección del criminal en el momento del ataque u ocultar la víctima. Los procedimientos del geógrafo y de los investigadores criminales son muy diferentes, pero estes últimos pueden utilizar el conocimiento de la primera para la decodificación de las señales que venían catalogando.

 

Si el geógrafo utilizar sus procedimientos específicos en la práctica de la policía, independientemente de cómo la policía organiza su práctica, ¿qué va a saber? Que el crimen ocurrió en una montaña? Con mucha lluvia? Ocupada por grupos sociales X o Y? Se trata de desentrañar la historia del crimen, y por lo tanto apuntar a los sospechosos, o quiere decir que las formas de encontrar el criminal utilizado por la policía son absurdos y no válidos? Pero cómo decir esto, o cómo encontrar el criminal, sin actuar como lo hace la policía? El problema de la práctica del astrólogo, cuando se ve desde otras disciplinas académicas que tratan de explicarlo por los parámetros de extranjeros a sus recursos internos, es básicamente el mismo que el insólito ejemplo anterior. Antes de tratar de encontrar una explicación válida o antes de invalidar la astrología, cabe señalar lo que es / que se dijo en la literatura (ambos tomados por una parte de los astrólogos como verdaderamente científicas como la más mística y espiritualista) y aplicar dichas suposiciones cuantitativamente, con el pensamiento crítico, seleccionando lo que es demostrable de lo que, a un punto, no lo sería.

 

De ese detalle viene la discusión acerca de un problema: el de considerar la astrología un conocimiento cuyas defensas actuales tienden a basarse en la abolición de la idea de la temporalidad. Estos se basan, sobre todo en las teorías como los arquetipos y el inconsciente colectivo, en la psicología analítica, y los modelos estructuralistas, cuando el razonamiento astrólogo se inclina pensamiento antropológico o psicológico. Demostrar esto a los historiadores puede ser algo complejo. En la historia, el área a la que el autor se dedica a la vida académica, un sentido de “no-tiempo” es un factor de complicación que difiere de la idea de tiempo lineal o temporalidad simultánea en constante desenvolvimiento[4]. Para el historiador, no puede haber abolición del tiempo, excepto cuando hablamos de las narrativas míticas [5] o folclore. Sin embargo, por lo general no tienen en cuenta que las categorías supuestamente intemporales de narrativas míticas, no importa si sólo son inculcados en virtud de rasgos culturales y la literatura, o sería verdaderamente independiente del tiempo y las sociedades propios [6], se reapropiados un tiempo u otro, para diversos fines, y muestran un patrón de comportamiento humano promedio relativamente constante. Las formas de promover el comportamiento y las creencias, algo que ya mucho antes de las actuales técnicas sofisticadas de marketing y publicidad, tienen por finalidad, en general, este “hombre medio”, un término que se utiliza Edgar Morin para describir lo que la mayoría de los seres humanos tienen en común (o piensa que es) y que está profundamente estudiadas por la industria cultural / cultura de masas [7].

 

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Puede encontrar rastros de estos estándares promedios entre los factores que salpican una carta astral. Por ejemplo: de acuerdo con la inmensa mayoría de los postulados astrológicos desde la antigüedad [8], el planeta Marte es un factor que se concentraría en su representación simbólica y el lenguaje astrológico, impulso agresivo, la competitividad, el calor del cuerpo cuando febril o durante actividad física intensa [9], el deseo de conquista y defensa/ataque en situaciones críticas. Cuando en tránsito Marte realiza un pase sobre puntos del mapa como el Ascendente, que tiene como uno de sus propiedades intensificar las experiencias/manifestaciones de lo planeta que lo “toca” las características físicas, psicológicas y circunstanciales relacionadas con lo que representa Marte es cada vez más evidente y notable. El individuo que experimenta entonces esta influencia es más probable que de costumbre a la acción representativa del “lenguaje” marcial.

 

Se debe subrayar con fuerza lo que se entiende por “lo de siempre”. Una persona de reconocida agresividad tendría una acentuación de su comportamiento que podría no ser tan visible por la mayoría, aunque no deja de expresar una cierta diferencia con respecto a su estado anterior al transito del planeta. Sin embargo, alguien considerado “tranquilo” [10] puede tener reacciones perceptiblemente variadas, la manera de contener la furia y alienar-si-adoentar, tener fiebre, actuar agresivamente fuera de sus patrones de tranquilidad, se vuelven menos tolerantes con los retrasos y frustraciones, impacientar-se con más frecuencia etc. En todas estas variables, es posible encontrar una convergencia con el discurso astrológico asociado con la representación simbólica del planeta Marte, que, allí, pasa sobre el Ascendente.

 

EL CONCEPTO CLAVE APLICADA AL ASCENDENTE

 

Pero como lo Ascendente “intensifica”? No hay una explicación satisfactoria de este problema para el paradigma científico actual, y tal expresión puede parecer hermética o absurda para aquellos que no estén debidamente familiarizados con los procedimientos de interpretación y análisis de una carta astral. Sin embargo, es en este y otros puntos similares que se encuentra el aspecto probatorio de la astrología en cuanto a la medicina, la investigación de la policía u otros conocimientos/prácticas que usan diagnósticos o pronósticos sobre lo que puede ser visto o percibido por los sentidos y también se relacionan con el entorno y las experiencias humanas. Un granjero puede predecir la lluvia en determinado momento del día si oler el aroma traído por el viento, y también si va a llover en la localidad donde se encuentra, cuando comprobar el sentido de este viento. Él “sabe” o intuye por la frecuencia anterior de situaciones similares. De ahí que el viento y el aroma se convierten en una “pista” (indicio) de lluvia a la misma. Para el médico, para el cazador y el antiguo astrólogo, esta manera de ver las cosas era bastante común.

 

¿Qué tiene esto que ver con lo que se dijo sobre el Ascendente? Vamos a ver: es el punto situado en el horizonte oriental de un lugar en ese día y hora. Este es el factor crucial: el horizonte. Quién puede notar la salida o puesta de sol, o la luna, cuando amanece, puede observar que ambos parecen dilatar su tamaño con la proximidad a la frontera visible y aparente entre el cielo y la tierra. La ciencia muestra que se produce este fenómeno, entre otras razones, debido a la refracción de la luz causada por la atmósfera de la Tierra. Cuanto más cerca del horizonte, cuanto mayor es la refracción que sufre un haz de luz, debido a la mayor masa de aire que cruzar (la luz del horizonte debe pasar por una cantidad mayor de aire que cuando se trata del cenit). El resultado es una apariencia expandido y aplanado de la estrella que está en ese punto [11].

 

Grande! Racionalmente se explicó la razón de la aparente expansión de un cuerpo celeste en el Ascendente. Sin embargo, parte de la mente humana y el comportamiento biológico son condicionados por relaciones con el medio ambiente, las condiciones climáticas, con la cantidad de luz natural etc. Los conocimientos “indiciários” (por indicios, pistas o evidencias) originan-se, en gran medida, de esta relación con lo que se percibe, no lo que se explica racionalmente. Incluso pueden ser racionalizados y acompañadas de una terminología muy sofisticado, pero siguen estas percepciones que, para el observador, en las diferentes culturas, curiosamente tienen significados muy cerca [12].

 

Por lo tanto, para la astrología, la comprensión de que en la parte (grande) como un conocimiento conjetural, en parte, como un conjunto de procedimientos racionales y demostrable matemáticamente, el hecho de que las estrellas parecen más grandes en el horizonte tiene un significado legible. Significado esto que, aunque esencial y común incluso para más de un sistema cultural, modela a si mismo de acuerdo con la singularidad de la perspectiva de un determinado grupo social, con prácticas y representaciones específicas. Pero no pierda su forma original: el sol es siempre cálido, es el más grande y más brillante estrella visible a simple vista, cuando su impacto en la localidad disminuye al bajar la temperatura, la vegetación sufre algunas modificaciones etc. En cualquier localidad, o casi todo el mundo, es verificable. Cada sociedad puede dar diferentes significados a esta acción de la luz solar, pero es posible que en todas las culturas el sol está relacionado con la vida, la vitalidad, por no hablar de que no importa desde qué punto de la Tierra que está, el sol siempre será un verdader obfuscador de todo lo que está alrededor, dada su brillo.

 

Volviendo al Ascendente y el hecho de que una estrella parece dilatarse cuando se encuentra allí: para la astrología, un conocimiento indiciário, esta estrella adquiere una condición más prominente y acentúa la manifestación de sus características. De ahí la expresión: “Marte transitando por el Ascendente (haciendo conjunción con él) tiende a traer comportamiento agresivo, poco tolerante, individualista, dado a acciones impulsivas, todo esto encima de la media anterior a los aspectos de comportamiento.”. Y no sólo eso: la ubicación de una estrella cerca del horizonte, sobre todo cuando el este, marca, a partir de un punto de vista indiciário, el hecho de que el cuerpo celeste acaba de llegar, como un hecho sin precedentes desde la última aparición en arriba del horizonte. Funciona como una especie de nacimiento simbólico, promesa o la semilla de un desarrollo marcado por la característica simbólica atribuida a esa estrella. Es la representación, también, que algo que era invisible bajo el horizonte, ahora se manifiesta y se convierte en la presente conciencia objetiva. Por lo tanto debe considerarse junto con las otras propiedades de los horizontes, como el hecho muy significativo y capaz de guiar a las perspectivas.

 

En este caso nos encontramos con otro problema: este no es el único momento en que el tránsito de Marte subraya la agresividad (condición inherente al ser humano, que existe independientemente de la posición de uno o de otro planeta – Marte, en la carta astrológica indica dónde, cómo y en cual medida la agressividad es sentida y es manifiesta individual y colectivamente). Otros puntos de la carta, cuando es activados por el tránsito de este planeta, pueden indicar períodos en los que estos contactos son concomitantes con las funciones y circunstancias marciales. También, podemos vivir situaciones en las que irritan, podemos agredir y ser agredidos en un área de la vida, mientras que en otra área somos menos presionados y pasamos por momentos de relativa tranquilidad. Estas cosas pueden suceder en el mismo mes, a veces en el mismo día, cuando salimos de una fuerte discusión en el trabajo y entonces ser muy amable con un cliente; a continuación, nos damos la pasión en multitud de fútbol o el sexo, a continuación, leer un libro mientras ponemos en la cama. ¿Cómo resolver esto? No es tan difícil: un área de la vida representada por el punto tocado por el tránsito de Marte en la carta natal [13] casi siempre reproducirá las características de la simbólica de ese planeta. Ese punto denuncia la relación entre lo que el tránsito es para el discurso astrológico y la condición vivida.

 

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¿Puede todo esto? El laboratorio de verificación empírica y la oficina, basado en la observación y la metodología de comparación, permite demostrar que si. Aunque no en la misma forma que lo haría una ciencia natural, como la física o la química. Estamos tratando con los eventos y circunstancias que convergen en el ser humano, un objeto mutable e impreciso, a diferencia del comportamiento de una partícula que se mueve en la física newtoniana. Aún es necesario establecer de forma arbitraria las conocidas “condiciones ideales” para la construcción de los cálculos y los resultados “predecibles” sin la interferencia común con el medio ambiente, las discontinuidades e imprevistos. Aquí, en teoría, la partícula está aislado de modo que el cálculo puede llegar a un resultado. Con el ser humano es imposible de lograr este aislamiento, incluso en teoría. Hay cientos, miles o más variables en juego, y lo único que podemos hacer es establecer una operación general de un tránsito planetario, sin tomar como definitiva en la descripción de lo que puede suceder en la vida de uno en un momento dado.

 

EL CASO DE LEONARDO DICAPRIO

 

Di Caprio em cena de “The Revenant”, com uma cicatriz que corresponde ao que se segue no texto.

De todo esto se deduce el segundo objetivo de este trabajo. Es para demostrar, a través de los tránsitos planetarios de Marte y sus relaciones angulares (aspectos) con los puntos de carta astral radical, que a pesar de las concepciones contemporáneas del universo, las relaciones sociales, el concepto de tiempo histórico (lineal) y relativización de las expresiones culturales, cada una de esas relaciones es sincrónico con las circunstancias que se pueden describir en esencia, aunque no literalmente, o de forma idéntica a un hecho (perceptible sensible). El evento o circunstancia específica, a su vez, estaria dentro de lo que se dice sobre el tránsito, mismo que el no ha sido descrito literalmente. Esta descripción se hace mediante el uso de lo sistema de analogías astrológicas. También se da en la preparación de un discurso interpretativo que está comprometido con nociones o diferentes niveles de la realidad [14] y debido a un sistema en uso por mucho tiempo entre los astrólogos, que es la de “predecir a partir de lo conocido”, es decir, de la recurrencia de ciclos y señales que ya se registraron, y la asociación, a través de la similitud de atributos simbólicos, con algunos conjuntos de posibilidades.

 

Tal mecanismo asociativo se produce en la combinación, lo que llamamos provisionalmente la “gramática” de la representación simbólica atribuida al planeta en tránsito en cuestión (Marte) y puntos (planetas, etc.) “tocados” por los ángulos (aspectos) que dijo planeta forma con ellos a lo largo de su trayectoria, lo que equivale a poco menos de dos años de la Tierra. El mismo proceso de demostrar, a través de casos reales, pretende poner de relieve el hecho de que, incluso en el caso de las personas nacidas en diferentes lugares y con diferentes creencias, el proceso de correspondencia puede ser verificado por cualquier investigador dispuesto a utilizar las premisas astrológicas de acuerdo con la lógica de ellas. En otras palabras, si lo hace, idealmente, con las herramientas de la astrología, como lo haría un investigador en botánica con sus estudios sobre la vegetación, entre otras áreas de interés científico.

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Cerrando el triángulo de este análisis, el tercer objetivo es la propuesta de un sistema de observación, catalogación y el desarrollo de un vistazo “no petrificado” sin definiciones estáticas que indican el deseo de una descripción de los pronósticos de forma mecánica, sin tener en cuenta el rango de posible y no necesariamente exactas circunstancias (tales como una fórmula matemática), pero que representa un conjunto definido de patrones observables.

 

El siguiente modelo es muy simple, si se piensa en el intrincado complejo de relaciones en una carta astral y los distintos tránsitos planetarios a indicar un conjunto de circunstancias posibles en un período definido de forma arbitraria por el intérprete/analista. Con el uso de un tránsito relativamente rápido como el planeta Marte (rápido si se comparado con los ciclos de los planetas Plutón o Júpiter) es más simple para identificar los cambios de comportamiento y circunstanciales en poco tiempo. Además, la elección de Marte, no Mercurio, Venus o cualquier otro factor que se visto desde la Tierra tendría una mayor velocidad, radica en tres razones principales:

  1. No es ni demasiado largo ni tan efímero como el Mercurio y Venus, lo que hace bastante notable, sin tener que esperar mucho tiempo para elaborar un dictamen;

 

  1. La manifestación de características marciales en un periodo por general es fácil de observar debido a la directa y intensa manera con que el área de la vida por él tocada se ve afectada;

 

3.Hace años este autor ha estado haciendo un estudio concentrado en la cuestión de la agresión, la violencia y otras formas de expresión catártica, expresiones que en gran medida se pueden asociar con el simbolismo de Marte [15]. Así que aquí se pretende unir el elemento de demonstración con la que tiene experiencia en ello.

 

Carta natal Leonardo Di Caprio

Se utilizó la base de datos de cartas de clientes disponibles en la colección del autor de este trabajo y también los mapas de las figuras públicas cuyas circunstancias de vida podría ser remontado en la prensa. Con el fin de demostrar las posibilidades del método brevemente, se seleccionó un de estos mapas (presentado con varios otros en el Primer Encuentro Nacional de la Astrología en la Universidad de Brasilia, en 2005). Es la carta del actor Leonardo DiCaprio (datos: 11/11/1974, 02:47h; Los Angeles – California [16].) Esta elección también tiene razones para facilitar la verificación de los datos y las declaraciones de otros investigadores que pueden encontrar breves biografías de Internet para las noticias acerca de los eventos que implican esta personalidad.

 

 

En el caso la fase elegida está relacionada con la agresión que sufrió el actor en las primeras horas del 20 de junio de 2005, siendo atacado con una botella de cerveza que casi se golpeó la carótida. La acción fue perpetrado por un joven fuera una fiesta. Di Caprio tomó 12 puntos en la cara, con el corte de llegar del cuello. Fueron 04:00h, en Hollywood.

Di Caprio (carta interna) es agredido (planetas en el círculo exterior) y Marte está en el Descendiente

 

Observe en el gráfico que Marte en tránsito (círculo exterior) en el mapa radical del actor (círculo interno) se encuentra en la representación de lo Descendente, es decir, el horizonte hacia el oeste de la carta natal, el punto opuesto al Ascendente. Al mismo tiempo que se alcanza ese punto, el planeta hizo una opposición con Plutón de la carta natal. Por otra parte, a pesar de la órbita aún lejana entre 5 grados de Aries (zodiaco tropical), en que estaba Marte, y los 15 grados de Libra, donde está su Luna radical, parece que la tensión representada por el ángulo oposición también estaba ya en vigor. Notable es que lo acto violento fue perpetrado por una mujer, y la luna es tradicionalmente un factor asociado con lo femenino.

 

Plutón “afligido” por lo tránsito de Marte coincide con los períodos en que un buen número de personas hacen algo que hace que se pierden sangre o están sometiéndose a algún tipo de crisis interna para representar, a nivel psicológico, una ruptura con la linealidad o con las nociones de “normalidad”. Pueden ser los casos de cirugía, voluntaria o no. Di Caprio tuvo que hacer un involuntario, y le hizo la cara, parte del cuerpo asociado astrológicamente al Ascendente y la casa 1 del sistema de casas mundanas. El tránsito de Marte también es tradicionalmente asociado con heridas y quemaduras, dependiendo de las circunstancias.

 

El actor después del ataque. La agresora fue detenida y después deportada a Canadá. Ver el reportaje aquí.

No hay posibilidad de decir que lo que sucedió con Di Caprio se repite exactamente de la misma manera con otra persona. Algunas personas pasan por un tránsito como ese sin sufrir la incisión en cualquier parte del cuerpo. Algunas personas sufren algo más violento. Sin embargo, como se ha mencionado desde el principio del artículo, los experimentos marcados por señales como este tránsito de Marte giran en torno a un haz de possibilidades consistentes con lo que es el planeta.

 

Sin embargo, lo que es más valioso de esta observación es que es muy poco probable que el actor estaba “consciente” de que Marte realizaria estos aspectos estresantes de su carta natal. Si no fuera así podríamos conjeturar que el hecho de que él había sido “advertido” de este potencial crítico tendría servido como una sugerencia a buscar exactamente una situación dramática así, como una forma de justificar una posible creencia indiscriminada en la declaración astrológica. Que lo haría, tal vez, inconscientemente.

 

Por lo tanto, se puede demostrar que la especificidad del tránsito del planeta y sus circunstancias análogas son independientes de las creencias o estados psicológicos sugestionables. Otra afirmación contraria a esta propuesta sería que la explicación de ese evento por la posición de Marte se produjo después de lo sucedido, lo que no sería un verdadero pronóstico. Si por un lado es justo decir que la observación hecha a posteriori sólo confirma lo que ya se sabe, por el otro, no es válido decir que no está justificada. Sirve como una demostración de posibles situaciones en el momento en que lo mismo aspecto se produce de nuevo. Lo que queremos aquí no es presentar una descripción exacta, pero lo haz restrito de posibilidades que un contacto entre los factores de un mapa puede tener. Por otra parte, esto es, como se ha dicho, solamente una propuesta de método de uso en futuros estudios para la verificación como en la estadística o estudios comparativos. Recordando que la estadística sola no es suficiente para validar o invalidar la Astrología debido al carácter de especificidad de cada evento y situación que involucra un mismo símbolo. Aunque cada situación específica sea pautada en el mismo modelo y con estructuras simbólicas que pueden llevar a vivir eventos muy semejantes.

 

CONSIDERACIONES FINALES

 

El gran problema de los procedimientos indiciários, cuando no se impregnan de una perspectiva crítica y un análisis riguroso de los resultados, es la falta de verificabilidad de las declaraciones de tipo “cayó una porción de sal en el suelo: alguien va a morir.” De ahí la gran necesidad de una investigación, por lo menos hacia la Astrología, para reducir lo más posible la tendencia a la conducción/sugerencia del objeto observado. Este tipo de investigación  hay que se hacer con un grupo de personas que están dispuestos a proporcionar información detallada, como un diario de lo que será un período delimitado por el investigador, que ya estará en posesión de sus mapas y tránsitos que se reunió con los testimonios . Este mismo grupo analizado no puede estar consciente de lo que el astrólogo está buscando en sus cartas astrales, de lo contrario el proceso se vería comprometido por la posibilidad de que una o más personas en el grupo de sentir, por cualquier razón, necesitar identificarse con lo que se dice acerca de lo sucedido. Y esta necesidad no es una invención: a menudo en el consultório, al escuchar algo acerca de si mismo, el cliente, tal vez queriendo reafirmar su creencia en la práctica de la astrología, puede estar de acuerdo con algo que pensó entiender el astrólogo decir, cuando eso quis decir a otra cosa [17]. Y el cliente puede pensar que el astrólogo “clavó” algo que cualquier persona con buena capacidad de observación podría haber hecho.

 

Este método considera que es el discurso del analisado que tiene que coincidir con la descripción general de un tránsito que ya se ha producido, sin que el sujeto lo sepa. La cuantificación de los datos puede ser crucial para validar el sistema de analogías utilizado por los astrólogos. Es decir, que algo así se sistematiza correctamente, requiere la dedicación de un cuerpo de investigadores y el acceso a los recursos de que una institución como una universidad o una empresa interesada en el tema puede tener, en contraposición al trabajo aislado un intérprete. Esto puede tomar tiempo y ser más propensos a fallar.

 

Pero lo que aquí se denomina “análisis riguroso” debe obedecer a los principios que pertenecen más al carácter de las humanidades que las ciencias naturales. Como he dicho antes, no hay resultado en una análisis astrológica que pueda tomarse como absoluto, como lo seria la operación 1 + 1 = 2 [18]. Sin embargo, ningún discurso interpretativo en un momento dado de la vida, con el factor de la carta astrológica de éste, huye de su haz de posibilidades. Parece una afirmación pretenciosa? De hecho, es un estímulo a la investigación según los parámetros que se presentan aquí.

 

Queda mucho por hacer, tanto a investigar, por lo que en esta etapa de este estudio no tienemos en cuenta la astrología como una ciencia sobre la base de todos los parámetros actualmente aceptables por la ciencia presente en las universidades. Por lo menos no es objetivo de este trabajo llegar a esa conclusión, pero si demostrar que funciona el procedimiento y se puede comprobar de forma rigurosa. Por lo tanto, va en detrimento de cualquier afirmación contraria a la astrología sin el uso adecuado de estos recursos en sus propios parámetros. Por ahora, a pesar del profundo respeto por las defensas de la astrología como una ciencia [19] prefiero mantener una validación inicial de la misma como un conocimiento indiciário. Válida, por supuesto, por sus aplicaciones prácticas y la exactitud del analista en la comprobación de los resultados, sin estar restringida exclusivamente a la búsqueda de un cuerpo teórico que lo justifique ante la comunidad académica.

 

Por lo tanto, un sistema de este tipo es un método de verificación periódica aplicada por cualquier persona que tenga una efeméride y de cartas astrológicas calculadas, cuyos sujetos (personas o instituciones) sean conocidas por el investigador o un grupo de investigadores, y capaz de proporcionar un retorno a experimentos, incluso sin saber de qué se trata. Este método, que se puede utilizar con todos los planetas en tránsito, en teoría, reduciria la incidencia de los resultados distorsionados de los investigadores-astrólogos, dirigidos por concordancias des clientes y entrevistados, motivados por necesidades subjetivas.

Carlos Hollanda – Saiba mais sobre o autor clicando aqui.

 

 

 

 

 

NOTAS:

 

[1] Nota signos o indicios en las personas y el medio ambiente circundante – especialmente en la antigüedad y la Edad Media. Ver GINZBURG Carlo. Mitos, emblemas, sinais – morfología e história. Sao Paulo: Compahia das Letras, 2002, p.143-179.

 

[2] En una investigación histórica sobre las prácticas médicas y también la relación entre el conocimiento y el poder en el Imperio Romano, Tamsyn- S. Barton, en su Power and Knowledge – astrology, physiognomics and medicine under the Roman Empire (Ann Arbor: The University Michigan Press, 2002), presenta un perfil del uso de la astrología y otros conocimientos indiciários, como la fisognomía, la hora de interpretar las señales del cuerpo en enfermedades y su desarrollo. También muestra una parte de la utilización de la astrología como elemento de poder legitimador.

 

[3] Entre los ejemplos que podemos utilizar en este caso están los personajes de las películas del Farwest, donde los indios juegan el papel de rastreadores de fugitivos. En Brasil, tenemos los capitães-do-mato, los cuales estaban a la caza esclavos fugitivos. En la literatura tenemos la obra de Tolkien, El Señor de los Anillos, donde el rey Aragorn es experto rastreador y decodificador de señales en lo ambiente, sabiendo todo lo que le pasó a sus amigos hobbits simplemente buscando huellas de los combates entre ellos y los orcos enemigos.

 

[4] Como lo historiador Fernand Braudel y la división tripartita del tiempo histórico en el corto, mediano y largo plazo.

 

[5] Raoul Girardet en su libro Mitos e Mitologias Políticas (São Paulo: Cia das Letras, 1987), por ejemplo, los análisis de apropiación de la narrativa y significados míticos en fases históricas marcadas por las revoluciones, las guerras y los procesos de formación de identidad. En tales casos, los mitos se reintrodujeron en una sociedad dada, favorecidos por la situación socio-política y cultural, haciendo hincapié en un movimiento o estilo de pensamiento. Sin embargo, las mitologías utilizadas como legitimación de estos procesos no serían básicamente los mismos que sus orígenes, teniendo su interés central e incluso parte de sus narrativas cambiado en función de los intereses que las impulsan en un momento dado.

 

[6] que lo que el historiador Carlo Ginzburg ya citado no está de acuerdo, especialmente en dos de sus libros: História noturna – decifrando o Sabá. São Paulo: Companhia das Letras, 1991 y op. cit. 2002. En ellas Ginzburg presenta argumentos bastante sólidos en contra de la teoría de los arquetipos y el inconsciente colectivo, de Jung, pero lo hace desde el punto de vista del análisis historiográfico. Hasta el momento, no parece justificable en relación con la práctica clínica, la afirmación del autor de que tales teorías serían “pseudo-explicaciones”, al menos no en todos los sentidos. En mi tesis de doctorado afirmo no estar de acuerdo con Ginzburg. Ella está disponible para descargar AQUI

 

[7] Una gran referencia para el uso de las formas de publicidad en los días antes de la Industria Cultural es el libro de Peter Burke “A fabricação do rei – a construção da imagem pública de Luís XIV” (Rio de janeiro: Jorge Zahar, 1994). En cuanto a los detalles del concepto de “hombre medio” y la promoción del comportamiento/creencias, hay “Cultura de massas no século XX – o espírito do tempo – 1 Neurose“, de Edgar Morin (Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1981). Según Morin, el hombre medio se consigue, por ejemplo, en las obras que combinan diferentes géneros, como el humor, romance, drama, horror o de aventura, en un solo embalaje, por lo que el trabajo llega a las diferentes preferencias de una sola vez. La literatura cortesana de los siglos XII y XIII en Europa era también una forma de promoción y educación de comportamiento, alcanzando los intereses promedio de la nobleza, sino también actuando en la imaginación de la tercera población del estado (1 – clero, 2 – nobleza, 3 – agricultores, etc.). Entre los mejores ejemplos de la literatura de corte son las obras de Chrétien de Troyes en caballeros de la mesa redonda.

[8] Uno de los más viejos e importantes tratados/manuales astrológicos con tales postulados sería de Claudio Ptolomeo, Tetrabiblos. Elisabeth Teissier traducido y comentado en la obra de Manuel d’astrologie – le Tetrabible. Paris: Les Belles Lettres, 1993.

 

[9] Cualquier semejanza con ardor sexual o pasional NO es una coincidencia.

 

[10] La comprensión de que en el comportamiento humano hay una enorme complejidad que impide de etiquetar alguien simplemente como “agresivo” o “tranquilo”. En el presente documento estos términos se utilizan con fines ilustrativos, con el fin de identificar la forma en que un grupo puede ver a alguien de acuerdo con estereotipos y en conformidad a sus patrones socioculturales. Cada ser humano puede ser un momento u otro agresivo o “manso” y las variables para este tipo de eventos son demasiado numerosas, algo que en la actualidad podemos dejar en stand by por lo que nos podemos centrar en algunas propiedades de la practica del astrólogo.

 

[11] Un breve manual astronómico fácil de entender y salpicado con ilustraciones esclarecedores sobre esta y otras cuestiones es la de Euclides Bordignon, Iniciação à astronomia, volumes 1 e 2 (Curitiba: AMORC, 1986). Lo anterior fue expuesto se refiere al volumen 1, p.31-34.

 

[12] Es esencial, sin embargo, recordar que la astrología tropical (del zodiaco de las estaciones), ampliamente utilizado en Occidente difiere estructuralmente y semánticamente la astrología china, cuya lógica se basa en construcciones simbólicas totalmente relevantes aquellas culturas que componen la estructura china. Esto no causa un modelo invalida la otra. Sin embargo, sí hay que entender las dos lógicas de acuerdo con sus propios supuestos. La astrología hindú, por ejemplo, mucho más cerca de Occidente de que los chinos con los mecanismos de subdivisión y la interpretación de los signos celestes, utiliza el zodíaco sideral. Su lógica, sin embargo, es completamente propio, que no es algo más o menos exacta que la que se utiliza en Occidente. Tanto uno como el otro entiende que el planeta Marte es indicativa de procesos muy similares. La similitud entre estos sistemas y los chinos sería principalmente en las traducciones, como las realizadas por el significado de sus zodiacos. Así, por ejemplo, Aries y Dragón tienen características muy similares. Virgo y Mono son análogos. Todos estos sistemas, al final, son modelos de descripción de elementos repetitivos humanos y esenciales, que pueden manifestarse en formas muy particulares de cultura a cultura, pero si se compara demostran su valía con base a cuestiones relativas a un tipo de ser humano promedio, simbólicamente divididas en áreas definidas: la necesidad de vivienda, las estructuras de poder, las relaciones con otros seres humanos, habilidades de comunicación, etc.

 

[13] La carta radical es la calculada para un momento inicial de algo, si el nacimiento (carta natal), la apertura de una empresa, la formación de un país y eventos similares. El radical es siempre la base sobre la cual se pueden analizar los tránsitos y otras técnicas de predicción.

 

[14] Como, por ejemplo, en el caso de las diferentes formas en las que dos culturas pueden ver el mismo objeto, situación, tiempo o actitud. Para los afganos, Alejandro Magno, de hecho, fue una terrible conquistador, algo muy cercano a la noción occidental del diablo como el DVD DVD Nos passos de Alexandre o Grande, la producción de Maya Visión para la BBC de Londres, dirigida por David Wallace, producida por Rebecca Dobbs, escrito y presentado por Michael Wood. El material fue publicado en el Brasil por la Editora Abril, en 2004.

 

[15] Entre las diversas formas de la catarsis tenemos la lectura o el consumo de la cultura de masas, especialmente literatura/películas de aventura, epopeyas y cómics violentos, que van desde los pulps a los superhéroes. En un ensayo titulado Comic strips and their adult readers (in Mass-culture – the popular arts in America. Glencoë: Free Press, 1957 p.189-198), el científico social Leo Bogart examina las historietas de mediados del siglo XX como a su efecto catártico en los lectores, especialmente a entenderlos como un recurso capaz de aliviar la “monotonía de la existencia.” Cómics, por lo tanto, serían “reductores de la tensión.”

 

[16] Fuente: archivo de cartas de Astrodatabank, con la calificación de “AA” en el sistema Rodden, el consenso entre los astrólogos del mundo, que se corresponde con el grado de fidelidad y exactitud de los datos de nacimiento. La calificación “AA” se da cuando la información obtenida es de, por ejemplo, registros o certificados de nacimiento.

 

[17] Una posible situación es el astrólogo preguntar si el sujeto tiene “problemas con los hermanos”, y antes de terminar la pregunta, el cliente responde “sí, mis hermanos y yo siempre discutido mucho.” De hecho, el “problema” que el astrólogo estaba empezando a levantar podría referirse a un posible consumo de drogas por estos hermanos, problemas financieros, enfermedades y similares. La respuesta dada por el cliente no responde a nada en absoluto, porque el número de casos de hermanos que simplemente “discuten” es casi imposible de definir.

 

[18] En la actualidad, incluso en el caso de la materia: Según la física cuántica, una partícula puede estar en dos lugares al mismo tiempo, por ejemplo, según el ojo del observador.

 

[19] Una de las referencias más interesantes y actuales en este sentido es el trabajo de Cristina de Amorim Machado, Considerações acerca da cientificidade da astrologia à luz das idéias de Popper, Kuhn e Feyerabend, la investigación realizada en la Universidade do Estado de Río de Janeiro (UERJ ) en IFCH – Instituto de Filosofía e Ciencias humanas – Departamento de Filosofía, 2004.

 

Resenha do livro “Kabbalah Hermética”, de Marcelo Del Debbio

Estou devendo esse texto faz um bom tempo. Um ano inteiro, se não me engano. Aproveitando o descanso e tempo livre, agora que o carnaval se foi e que o ano finalmente começa no Brasil, eis uma visão geral sobre o livro “Kabbalah Hermética”, de Marcelo Del Debbio, publicado por sua editora, a Daemon, com gigantesca, e merecida, adesão no Catarse, site de crowdfunding.

Trata-se de um grande (em vários sentidos, incluindo o tamanho físico) trabalho, com um projeto gráfico belíssimo, coisa que poucas vezes se vê em algo relacionado a tal estudo. Normalmente os livros possuem poucas ou nenhuma ilustração explicativa, coisa que o autor se preocupou em fazer não apenas com imagens que acompanham o texto, mas como forma didática de apresentação. As páginas também possuem belas decorações nas margens, com cruzes templárias em seus ornamentos, que recordam muito a maneira com a qual textos iniciáticos são impressos e entregues aos membros de organizações fraternais. A capa dura é também algo que gera uma boa impressão, com jeito de bíblia ou de livrão, meio grimório, que velhos alquimistas de filmes sobre o Medievo usam para consultar enquanto realizam seus trabalhos mágicos. Não bastasse isso, o miolo é feito em papel couché brilhante. Isso combina com o estilo enciclopédico com o qual Del Debbio construiu a obra. Os capítulos parecem grandes verbetes com verbetes dentro. Tudo com grande preocupação pedagógica, com introduções aos elementos, planetas, signos e sephirot, além dos caminhos da Árvore da Vida, letras hebraicas correspondentes e cartas do Tarot, que são a base do estudo da Kabbalah de linha Hermética.

Aqui temos uma volumosa síntese de conhecimentos que o autor adquiriu durante sua vida iniciática e também descobertas em práticas pessoais, pelo que parece, algo que particularmente me apraz, dado o fato de que geralmente faço o mesmo. Del Debbio percorre concepções de várias organizações e sistemas em seu livro. A capa, com a Rosacruz Hermética, da Ordem Hermética da Golden Dawn, sugere uma certa inclinação para o sistema propagado por essa fraternidade, embora haja uma originalidade no texto e nos muitos estudos comparativos que o autor faz com base em sua própria experiência e deduções. De fato, todos fazem muito sentido.

Clique na imagem acima para acessar a AGENDA DE CURSOS PRESENCIAIS – mês a mês os cursos oferecidos pelo autor.

O hercúleo trabalho de Mitologia Comparada é bem pouco encontrado com tantos detalhes quanto como neste livro. Vai muito além das habituais mitologias greco-romana e egípcia que se espera encontrar em algo do tipo. Não que isso seja pouco, é muita coisa, com certeza, mas em “Kabbalah Hermética” encontram-se as correspondências entre muitos deuses e personagens equivalentes em um grande número de culturas, incluindo referências em cultura de massas, como as da série Star Trek, Star Wars, nos quadrinhos de Alan Moore, como “Promethea” (que este que vos fala pesquisou em seu doutorado – e disponibilizou a tese para download integralmente aqui) e na História da Arte, analisando e comparando centenas de referências. Tudo isso torna a obra muito esclarecedora. De fato, me acrescentou novos conhecimentos e reforçou tudo o que eu já conhecia há muitos anos.

 

Embora de forma alguma isso retire o mérito, a beleza, a utilidade e a grande qualidade pedagógica da obra, senti um pouco de falta de um índice onomástico (sim, aquele dos nomes) e um índice analítico, como a Vozes costuma fazer nas obras de Jung, com termos, expressões e outros dados relevantes e a localização de suas páginas. Aqui seria, por exemplo, o caso de procurar expressões como “caminho da mão direita” e “caminho da mão esquerda”, entre outras de igual importância, para localizá-las em diferentes contextos na obra, que, reitero, está magnífica. Isso se deve ao fato de que o livro é bem grande e possui muita informação. Em alguns pontos desejamos chegar a um dado termo que havíamos lido anteriormente, mas queremos reaver a página e seu contexto, e demoramos um pouco a encontrá-lo. Quem sabe, futuramente, não tenhamos um equivalente em formato digital? Assim uma busca interna no livro resolveria isso facilmente.

 

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Há, ainda, um outro ponto alto na publicação: os diversos gráficos explicativos, lamen, esquemas, na forma de pôsteres muito bem pensados e bonitos. Um eu já pendurei na parede. Uso outros em aulas, como algumas das referências.

Enfim, “Kabbalah Hermética” é ao mesmo tempo um guia, excelente livro de consulta constante e algo a ser utilizado no aprendizado de Kabbalah por todos os que se dignarem a trilhar esse caminho pela via do Hermetismo, tanto professores quanto alunos. De fato, indico sempre aos meus alunos de Astrologia e aos de Kabbalah. Parabéns, Marcelo!

Carlos Hollanda – 18/02/2018